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Aluno de 13 anos morre em ataque a tiros em escola na Argentina
Um estudante de 13 anos morreu e pelo menos oito pessoas ficaram feridas nesta segunda-feira (30), quando um aluno de 15 anos abriu fogo em uma escola na Argentina, informaram as autoridades.
O episódio incomum, que choca um país pouco acostumado a ataques a tiros em instituições de ensino, ocorreu na escola Mariano Moreno, em San Cristóbal, cidade de 16 mil habitantes na província de Santa Fé.
"Subi e, quando ia justamente descer, alguns alunos viram que um menino saiu do banheiro com uma arma e começaram a gritar. E ele começou a atirar, atirar para o alto, e todos saímos correndo", contou uma aluna da escola, identificada como Priscila, em entrevista à emissora local Radio Con Vos.
É um "momento muito, muito triste e muito chocante. Por isso queremos acompanhar em primeiro lugar a família de Ian, o menino que hoje perdeu a vida", disse Pablo Cococcioni, ministro da Justiça e Segurança da província, em coletiva de imprensa horas depois do incidente, referindo-se à vítima pelo nome.
O agressor está detido, confirmou à AFP uma fonte do Ministério da Segurança provincial.
"Ele não tinha antecedentes, não tivemos nenhuma intervenção ao longo de toda a sua trajetória escolar", afirmou Cococcioni sobre o adolescente. "Ele atravessava uma situação intrafamiliar, do âmbito privado, muito complexa”, acrescentou.
"O que pudemos confirmar até agora é que não se tratava de um conflito dentro da escola", prosseguiu.
- "Totalmente extraordinário" -
Seis alunos foram atendidos no hospital local com ferimentos superficiais sofridos enquanto fugiam da cena e estão fora de perigo, havia informado o governo provincial em um comunicado.
Outros dois foram encaminhados ao Hospital Regional de Rafaela para avaliação, um deles inicialmente em estado grave, porém estável. Tratam-se de "uma menor de 13 anos e um de 15 anos", disse o ministro.
As identidades do agressor e das vítimas ainda não foram divulgadas oficialmente.
O ataque armado ocorreu quando os estudantes esperavam para hastear a bandeira, como fazem todos os dias antes do início das aulas no colégio, que tem cerca de 1.500 alunos.
A arma usada pelo agressor "aparentemente é uma espingarda", afirmou ao canal TN o secretário de governo de San Cristóbal, Ramiro Muñoz. As aulas foram suspensas e os alunos enviados para casa.
Na Argentina, esse tipo de ataque não é comum. Os casos mais lembrados são os de 2000, na cidade de Rafael Calzada, que deixou um morto, e o de 2004, em Carmen de Patagones, com três mortos. Ambos na província de Buenos Aires.
"É muito difícil encontrar explicação para esses fatos, e muito mais quando acontecem no ambiente escolar", disse Cococcioni. "Isso é algo totalmente extraordinário, que nunca poderíamos esperar”, acrescentou.
R.Kloeti--VB