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Reino Unido em estado de alerta após ataque à sinagoga de Manchester
O Reino Unido está nesta sexta-feira (3) em estado de "alerta" para garantir a segurança de uma comunidade judaica preocupada, após o ataque ocorrido na quinta-feira a uma sinagoga em Manchester, no norte da Inglaterra, onde duas pessoas foram assassinadas.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, visitou o local da tragédia acompanhado por sua esposa, Victoria, que é judia.
O chefe de governo não fez nenhuma declaração no local, mas na quinta-feira afirmou que seu país deve "superar" um crescente antissemitismo.
O agressor, morto pela polícia, foi identificado na quinta-feira à noite como Jihad Al-Shamie, um britânico de origem síria de 35 anos, que nunca havia sido relacionado ao extremismo islamista.
- Três detidos -
Três suspeitos de envolvimento no atentado, dois homens com cerca de trinta anos e uma mulher de cerca de sessenta, foram detidos na quinta-feira.
As duas pessoas falecidas no ataque, cujos nomes foram revelados nesta sexta-feira pela polícia local, eram Adrian Daulby, de 53 anos, e Melvin Cravitz, de 66 anos, membros da comunidade judaica de Manchester e residentes no bairro de Crumpsall, onde está localizada a sinagoga de Heaton Park.
O responsável pela polícia de Manchester, Stephen Wilson, também indicou que uma das vítimas pode ter sido atingida por um disparo das forças de segurança que intervieram para neutralizar o agressor.
O atentado ocorreu na manhã de quinta-feira, quando a sinagoga estava bastante movimentada devido à celebração de Yom Kipur.
O agressor atropelou com seu veículo pessoas que estavam em frente ao edifício, antes de sair do carro e começar a esfaquear várias delas.
Outras três vítimas do ataque continuavam hospitalizadas nesta sexta-feira com ferimentos graves, segundo a polícia, que especificou que uma foi esfaqueada, outra atropelada pelo carro do agressor, e a terceira atingida por um disparo das forças de segurança.
Após o ataque, as autoridades reforçaram a segurança nos locais de culto e outros espaços comunitários judaicos.
"Estamos em estado de alerta máximo", declarou nesta sexta-feira à Sky News a ministra do Interior, Shabana Mahmood, que visitou o local do atentado na noite de quinta-feira.
- "Sabíamos que isso podia acontecer" -
Próximo à sinagoga, muitos cidadãos deixaram buquês de flores e mensagens de condolências.
"É inacreditável, mas ao mesmo tempo sabíamos bem que era algo que podia acontecer", disse à AFP Alex, um empresário de 31 anos que costuma frequentar a sinagoga de Heaton Park.
Ehrentreu, de 56 anos, frequentador de uma sinagoga vizinha, também destacou que o antissemitismo tornou-se "mais frequente", especialmente desde o ataque do movimento islamista palestino Hamas em Israel, ocorrido em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra em Gaza.
O presidente israelense, Isaac Herzog, lamentou nesta sexta-feira em entrevista à rádio LBC uma "atrocidade genuína" e considerou que são necessárias "ações firmes" para combater "esta onda horrível de terror e antissemitismo".
O grande rabino do Reino Unido, Ephraim Mirvis, tinha previsto viajar nesta sexta-feira a Manchester.
"Este é um momento sombrio, não apenas para os judeus do Reino Unido, mas para toda a sociedade", declarou o rabino à BBC.
Por sua vez, a ministra britânica do Interior, Shabana Mahmood, afirmou estar "decepcionada" porque os organizadores de manifestações pró-palestinas previstas para o fim de semana não as cancelaram.
"Me parece vergonhoso. Poderiam ter demonstrado moderação e concedido a uma comunidade enlutada um ou dois dias para assimilar o ocorrido", apontou.
R.Flueckiger--VB