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Argentinos marcham com tochas pelo papa porque 'amor com amor se paga'
Carregando velas, tochas e o slogan "amor com amor se paga", centenas de argentinos marcharam na sexta-feira (7) à noite até a Catedral de Buenos Aires, onde o papa Francisco era arcebispo, para rezar pela saúde de seu líder espiritual e agradecê-lo por sua defesa histórica dos mais vulneráveis.
A marcha de cinco quarteirões até a emblemática Plaza de Mayo, onde fica a casa do governo e o principal templo católico da capital argentina, foi solene, sem cantos, palavras de ordem ou tambores: uma variação curiosa em relação às manifestações geralmente abundantes e coloridas de Buenos Aires.
Desta vez, eles estavam unidos pela gratidão, disse Laura Cibelli, de 47 anos, à AFP.
"Desde que (Jorge Mario) Bergoglio se tornou papa, ele conseguiu tornar visíveis os invisíveis, aqueles trabalhadores pobres e precários (...), não apenas na Argentina, mas no mundo", acrescentou.
A procissão, que contou com a presença majoritária de fiéis de organizações sociais e sindicatos de trabalhadores, foi liderada por uma van que transmitiu uma homilia que Francisco fez na Bolívia em 2015.
"Este sistema não é mais sustentável, os camponeses não podem sustentá-lo, os trabalhadores não podem sustentá-lo, as comunidades não podem sustentá-lo, as pessoas não podem sustentá-lo e nem a Terra", dizia o papa no alto-falante.
A marcha terminou quando os participantes deixaram suas velas na Plaza de Mayo, em frente a uma placa que dizia "amor com amor se paga".
Este foi o lema proposto pelo líder social Juan Grabois, que tem uma ligação pessoal com o papa, e pela União dos Trabalhadores da Economia Popular (UTEP).
"Agora que ele está passando por um momento de fragilidade, nosso dever é retribuir esse amor com amor. (...) Que os sinos toquem e ouçamos algumas das homilias do papa", escreveu Grabois na rede X ao convocar a vigília na terça-feira.
- "Precisamos dele" -
O estado de saúde de Francisco, hospitalizado por problemas respiratórios, permanecia "estável" na sexta-feira, embora seu quadro clínico continue "complexo", segundo a sala de imprensa do Vaticano.
O líder espiritual de 1,4 bilhão de católicos do mundo foi internado no hospital Gemelli, em Roma, em 14 de fevereiro por bronquite, que levou a uma pneumonia bilateral. Desde então, sua saúde tem apresentado altos e baixos.
A última recaída ocorreu na segunda-feira, quando ele sofreu dois episódios de insuficiência respiratória aguda.
Na procissão em Buenos Aires, dois homens carregaram um palanquim com uma estatueta da Virgem para rezar por sua saúde.
Um deles, Gabriel Duna, era um "peregrino da Virgem" de 58 anos que diz que caminha 200 ou 300 km com a Virgem nas costas porque assim "ela faz o seu trabalho".
"Precisamos dele aqui", disse ele sobre o papa. "Pedimos (...) a Deus que o deixe aqui, e à Virgem Maria; sabemos que ele estará melhor com eles, mas precisamos muito dele, por isso pedimos que o deixem aqui conosco por mais alguns anos".
A vigília terminou com uma missa dentro da catedral, um edifício neoclássico com um pórtico de 12 colunas que lembra mais um templo grego. Em seu saguão, um painel recebia os visitantes relembrando a vida e a obra de Bergoglio, o primeiro papa argentino.
"Esse senso de fé de rezar pelo papa", disse o padre Alejandro Russo em seu sermão, "de pedir a Deus, quase questionar Deus, que queremos que o papa permaneça na Igreja por mais algum tempo".
A missa na catedral onde Bergoglio foi arcebispo de 1998 a 2013 terminou com aplausos e cânticos nas arquibancadas dizendo "Francisco, Francisco...".
E.Burkhard--VB