-
Produção industrial brasileira cai 0,8% em setembro
-
Brasil gera 121,3 mil empregos formais em setembro
-
Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75%
-
Dólar recua após eleições nos EUA; Ibovespa sobe
-
Governo publica MP com alíquotas do Imposto Seletivo para 2027
-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
Chefe da ONU diz que acordo na COP29 estabelece as 'bases' para seguir construindo
O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou sua preocupação a propósito do acordo de financiamento para o clima, alcançado neste domingo (noite de sábado, 23, em Brasília) na COP29, em Baku, no Azerbaijão, e instou os países a considerá-lo uma "base" sobre a qual construir.
"Esperava um resultado mais ambicioso - tanto no financiamento quanto na mitigação - para fazer frente ao grande desafio que enfrentamos", declarou Guterres em nota, ao mesmo tempo em que chamou "os governos para que vejam este acordo como uma base... E construam sobre ela".
Após duas semanas de negociações exaustivas, o acordo final compromete os países desenvolvidos com o pagamento de pelo menos 300 bilhões de dólares (1,7 trilhão de reais) ao ano até 2035 para ajudar os países menos desenvolvidos a tornar suas economias mais sustentáveis e se prepararem para desastres climáticos.
Este montante supera os 100 bilhões de dólares (R$ 581 bilhões, na cotação atual) anuais que os países ricos provêm em um compromisso prestes a expirar e também os 250 bilhões de dólares (R$ 1,45 trilhão) ao ano, propostos na sexta-feira em um rascunho do acordo.
O acordo "deve ser cumprido por completo e a tempo", acrescentou Guterres.
"Os compromissos devem se tornar efetivos rapidamente. Todos os países devem se unir para garantir que se cumpra o objetivo máximo desta nova meta", emendou.
Guterres também instou os países a desenvolverem novos planos de ação climática para toda a economia "muito antes da COP30, como se prometeu".
"O fim da era dos combustíveis fósseis é um inevitável econômico. Os novos planos nacionais devem acelerar a mudança e ajudar a garantir que se realize com justiça", disse, encerrando com uma mensagem aos ativistas para que pressionem mais para que "continue assim".
"As Nações Unidas estão com vocês. Nossa luta continua e nunca fraquejaremos", prosseguiu.
P.Staeheli--VB