-
Produção industrial brasileira cai 0,8% em setembro
-
Brasil gera 121,3 mil empregos formais em setembro
-
Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75%
-
Dólar recua após eleições nos EUA; Ibovespa sobe
-
Governo publica MP com alíquotas do Imposto Seletivo para 2027
-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
Ativistas lutam contra remoção de gatos de rua em Porto Rico
Um bairro do centro histórico de San Juan, a capital de Porto Rico, é cenário de uma batalha legal pela retirada de alguns de seus habitantes mais emblemáticos: uma colônia de 150 gatos de rua cuja presença remonta, no mínimo, a meados do século passado.
Esses animais perambulam todos os dias pela zona do Morro, uma fortificação militar construída no século XVI, na época colonial espanhola. Para alguns, são uma atração turística e um símbolo do local; mas para outros, como o Serviço Americano de Parques Naturais (SPN), chegou a hora de expulsá-los.
Há dois anos, essa autoridade federal, que gere El Morro e seus arredores, apresentou um plano para retirar os felinos, alegando que eram "um possível vetor de doenças".
Em novembro de 2023, ante a falta de avanços, o SPN deu seis meses para que a "Save a Gato", uma ONG que há duas décadas cuida dos gatos de rua e os castra, encontre um abrigo para eles.
Se a associação não cumprir com o prazo, o serviço de parques contrataria uma empresa para encontrar outra solução, embora isso signifique "prender e sacrificar" os animais.
O anúncio indignou os defensores dos felinos, que acusam o governo federal - Porto Rico é um território americano não incorporado - de ser intransigente.
"Estamos dispostos a montar um plano que atenda suas preocupações, mas mantendo a vida e o bem-estar dos animais", diz Ana María Salicrup, secretária da junta de diretores da "Save a Gato".
A disputa chegou aos tribunais em março, quando a organização "Alley Cat Allies", de Maryland (nordeste dos EUA), entrou com um processo contra o projeto do SPN, alegando que violava a Lei Nacional de Política Ambiental.
A decisão levou a agência federal a interromper seu plano - cujo início estava previsto para 1º de outubro -, até que a Justiça decida sobre sua legalidade.
"Por alguma razão que nunca foi bem explicada, para os agentes federais, a única solução é matar os gatos. Isso é ilegal, desumano e não faz sentido", afirma Yonaton Aronoff, advogado da Alley Cat Allies.
Enquanto seu destino é resolvido nos tribunais, os gatos do Morro seguem lá. É impossível caminhar pelo bairro, margeado pela Baía de San Juan, sem se encontrar com eles. Há brancos, pretos, ruivos e tigrados.
Alguns observam os visitantes com receio; outros, mais atrevidos, se aproximam deles e recebem suas carícias.
Desde que surgiu a polêmica, muitos vizinhos, comerciantes e turistas se opuseram à remoção desses animais.
"Não me irritam, pelo contrário, me ajudam no negócio", diz Lucas Osorio, dono de uma loja na Velha San Juan. "Além disso, não há ratos aqui, nem pragas".
I.Stoeckli--VB