-
Personalidade de Elon Musk, no centro da batalha jurídica contra a OpenAI
-
Sabalenka e Zverev avançam em Madri, Rybakina e Gauff caem nas oitavas
-
Colisão entre trens perto de Jacarta deixa ao menos cinco mortos
-
Acordo de paz na Colômbia também deve proteger as florestas, diz ex-presidente
-
Casemiro marca e aproxima Manchester United da Liga dos Campeões
-
Sabalenka e Zverev avançam em Madri, Gauff cai nas oitavas
-
Rei Charles III chega aos EUA para reforçar vínculos com Trump
-
Colômbia registra ataque de guerrilha mais letal em décadas
-
PSG-Bayern, um duelo de titãs por uma vaga na final da Champions
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
-
Modric é operado de fratura no osso da face e poderá jogar a Copa
-
UE quer obrigar Google a abrir Android para concorrentes de IA
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso de diálogos de paz no Paquistão
-
Taylor Swift quer registrar sua voz como marca para se proteger da IA
-
Risco de corrida armamentista nuclear marca reunião da ONU sobre proliferação
-
Dinheiro vivo ou escambo: o agitado mercado de animais de El Salvador
-
Human Rights Watch teme uma Copa 'da exclusão e do medo' nos EUA
-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Fatores para a proliferação nuclear estão 'se acelerando', diz chefe da ONU
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Colômbia registra 31 ataques da guerrilha desde a sexta-feira
-
Americana relata sofrimento em investigação francesa contra Al Fayed
-
BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele
-
Mali se recupera de onda de ataques jihadistas no fim de semana
-
Ministra colombiana reivindica 'novo poder' com países dispostos a deixar o petróleo
-
Parque bíblico ameaça demolir bairro palestino em Jerusalém Oriental
-
Real Madrid confirma lesão de Mbappé na coxa esquerda
-
Xavi Simons anuncia que está fora da Copa do Mundo
-
Startup japonesa pede aprovação para tratamento de insuficiência renal crônica em gatos
-
OMS inicia semana crucial de negociações sobre vacinas e patógenos
-
Gasto militar seguiu crescendo em 2025 com multiplicação de guerras e tensões
-
Chanceler do Irã culpa EUA por fracasso das negociações de paz
-
Suspeito de atirar contra cerimônia de gala com a presença de Trump comparece à Justiça
-
Coreia do Norte inaugura monumento em homenagem a soldados mortos na guerra da Rússia contra Ucrânia
-
Trabalhador morre em acidente durante montagem de palco da Shakira em Copacabana
-
João Fonseca perde para Jódar, que avança às oitavas do Masters 1000 de Madri
-
Líderes condenam incidente armado em jantar dos correspondentes com Trump em Washington
-
Porto vence Estrela da Amadora (2-1) e fica a um passo do título em Portugal
-
Suspeito de ataque em jantar dos correspondentes nos EUA é engenheiro e fã de videogames
-
Rybakina vence Zheng de virada e avança às oitavas do WTA 1000 de Madri
-
Chanceler do Irã segue para Rússia, sem perspectivas de diálogo com EUA
-
Marselha empata com Nice (1-1) e fica mais longe da Champions; Lille e Rennes não desistem
-
"Não posso me comparar" a Nadal ou Federer, afirma Sinner
-
Ministro das Relações Exteriores do Irã viaja a Moscou após reuniões em Paquistão e Omã
-
Partido do presidente palestino lidera eleições municipais na Cisjordânia
-
Wembanyama é liberado para jogar pelos Spurs após concussão
-
Atentado à bomba deixa 20 mortos na Colômbia a um mês das eleições
-
Inter cede empate na visita ao Torino (2-2) em seu caminho rumo ao Scudetto
-
Borussia Dortmund goleia Freiburg (4-0) e garante vaga na Champions
-
Lesionado, Pablo Barrios vai desfalcar o Atlético contra o Arsenal na semifinal da Champions
Rei Charles III se reúne com Trump em tentativa de recompor relações
O rei Charles III foi recebido nesta segunda-feira (27) pelo presidente Donald Trump na Casa Branca, no início de uma visita de Estado marcada por tensões transatlânticas e um novo suposto atentado contra o presidente dos Estados Unidos.
Por trás da calorosa recepção diante das câmeras, esconde-se uma divisão cada vez mais profunda na chamada "relação especial" entre Washington e Londres, devido à guerra de Trump no Irã.
Na tarde ensolarada na capital americana, Charles III e Trump trocaram apertos de mão e, aparentemente, comentários amistosos junto ao Pórtico Sul da Casa Branca, inaudíveis para os jornalistas.
Os Trump ofereceram ao casal real um chá e, mais tarde, uma visita às colmeias da Casa Branca.
A visita de quatro dias foi planejada para celebrar os laços históricos entre os dois aliados próximos, por ocasião do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos do antepassado do monarca britânico, George III.
Mas acabou levando Charles, de 77 anos, a realizar uma ofensiva de charme diplomático depois que Trump, de 79, criticou duramente a recusa de Londres em ajudar Washington no conflito com o Irã.
A viagem real também não foi cancelada apesar de um ataque a tiros no jantar de correspondentes da Casa Branca, ao qual Trump compareceu no sábado. Um suspeito acusado de tentar assassinar o presidente compareceu a um tribunal nesta segunda-feira.
Como resultado, uma visita já meticulosamente planejada, com compromissos limitados com a imprensa para evitar momentos improvisados, ocorre agora sob medidas de segurança ainda mais rigorosas.
Na terça-feira, os Trump se reunirão com Charles e Camilla no Salão Oval e oferecerão um jantar de Estado. Charles também se tornará o primeiro monarca britânico a discursar no Congresso desde que sua mãe, a falecida rainha Elizabeth II, o fez em 1991.
O casal real britânico chegará em Nova York na quarta-feira, onde visitará o memorial dos Atentados de 11 de setembro de 2001, antes de partir na quinta-feira para Bermudas, na primeira visita de Charles como monarca a um território britânico ultramarino.
— "Elefante na sala" —
A visita de Charles III e Camilla "honrará a relação especial e de longa data entre os Estados Unidos e o Reino Unido", afirmou na segunda-feira a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
Mas a viagem provocou forte polêmica, já que a ofensiva do presidente americano contra o Irã abriu uma fissura incomum entre Londres e Washington.
Trump criticou repetidamente o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, por sua oposição à guerra, bem como pelas políticas de imigração e energia de seu governo.
Starmer "não é Winston Churchill", afirmou Trump, em referência ao premiê em tempos de guerra que cunhou a expressão "relação especial".
Starmer criticou publicamente a guerra, mas defendeu a visita de Estado.
Para Trump, a visita do rei pode ajudar a reparar as relações transatlânticas.
"Ele é meu amigo há muito tempo (...) representa sua nação como ninguém mais pode fazer", disse o presidente à Fox News no domingo.
A viagem representa um desafio pessoal para Charles, que tem lutado contra o câncer nos últimos anos. Mas o rei já demonstrou suas habilidades diplomáticas durante a visita de Estado de Trump ao Reino Unido em setembro.
Em geral, ele é "muito bom" ao lidar com esse tipo de situação, afirmou Craig Prescott, especialista em monarquia da Royal Holloway, University of London.
Segundo Prescott, é provável que Charles aborde a guerra — "o grande elefante na sala" — de forma indireta diante do Congresso.
Enquanto isso, o escândalo envolvendo o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein ameaça ofuscar a viagem.
Charles enfrentou uma grave crise por causa da amizade de seu irmão, o ex-príncipe Andrew, com o bilionário, que morreu na prisão em 2019.
P.Keller--VB