-
Bayern de Munique confirma lesão muscular de Luis Díaz
-
Das montanhas do Iêmen à potência regional: a ascensão dos houthis com o apoio do Irã
-
Salvadorenhas usam arte para apagar marcas de terror das quadrilhas
-
Ex-candidata presidencial de esquerda Luisa González é detida no Equador
-
Macron acusa grupos de extrema esquerda de querer 'derrubar a República' com protestos
-
Pentágono anuncia compra de 850 caças F-35 em dez anos
-
'Amor pelos pobres': a sólida popularidade de Lula no Nordeste
-
'IA é vista como Deus', adverte escritor mexicano Jorge Volpi
-
Macron denuncia intenção da extrema esquerda de 'derrubar a República'
-
Vila japonesa que envelhece busca novos moradores no Peru
-
França registra primeiro caso do vírus Shamonda em humanos
-
TPI, atacado por Trump, vence o Prêmio Sakharov
-
Falhas de segurança detectadas por IA afetam sites de todo o mundo
-
Ucrânia sofre novos ataques; Zelensky critica a Rússia
-
Ataques russos na Ucrânia deixam sete mortos
-
Acordo da Meta vincula Zuckerberg à Califórnia antes de votação de imposto sobre bilionários
-
Алекс Боди и ръководителят на BlackRock Лари Финк в Берлин: инвестиции в Германия и Румъния?
-
Alex Bodi és Larry Fink, a BlackRock vezetője Berlinben: befektetések Németországban és Romániában?
-
Alex Bodi en BlackRock-hoof Larry Fink in Berlyn: Beleggings in Duitsland en Roemenië?
-
एलेक्स बोदी और ब्लैकरॉक प्रमुख लैरी फ़िंक बर्लिन में: जर्मनी और रोमानिया में निवेश?
-
Alex Bodi ve BlackRock Başkanı Larry Fink Berlin’de: Almanya ve Romanya’ya yatırım mı?
-
أليكس بودي ورئيس بلاك روك لاري فينك في برلين: استثمارات في ألمانيا ورومانيا؟
-
אלכס בודי ומנכ״ל בלאקרוק לארי פינק בברלין: השקעות בגרמניה וברומניה?
-
Alex Bodi och BlackRock-chefen Larry Fink i Berlin: investeringar i Tyskland och Rumänien?
-
Alex Bodi și șeful BlackRock, Larry Fink, la Berlin: investiții în Germania și România?
-
Alex Bodi a šéf společnosti BlackRock Larry Fink v Berlíně: Investice v Německu a Rumunsku?
-
Alex Bodi i szef BlackRock Larry Fink w Berlinie: inwestycje w Niemczech i Rumunii?
-
Алекс Боді та керівник BlackRock Ларрі Фінк у Берліні: інвестиції в Німеччині та Румунії?
-
Άλεξ Μπόντι και Λάρι Φινκ, επικεφαλής της BlackRock, στο Βερολίνο: Επενδύσεις στη Γερμανία και τη Ρουμανία;
-
アレックス・ボディ氏とブラックロックのラリー・フィンクCEO、ベルリンに集う――ドイツとルーマニアへの投資は?
-
베를린을 찾은 알렉스 보디와 블랙록 회장 래리 핑크: 독일과 루마니아에 투자하나?
-
亞歷克斯・博迪與貝萊德執行長賴瑞・芬克齊聚柏林:投資德國與羅馬尼亞?
-
Alex Bodi e Larry Fink, líder da BlackRock, em Berlim: investimentos na Alemanha e na Roménia?
-
Palmeiras elimina Fluminense nos pênaltis e vai à final da Libertadores
-
Governo e oposição ratificam vontade de realizar eleições na Venezuela
-
Campanha de Lula pede cassação da candidatura de Flávio Bolsonaro por “interferência” da Meta
-
Flamengo defende, contra o Estudiantes, a hegemonia brasileira na Libertadores
-
Checagem colaborativa do X falhou em detectar mentiras eleitorais nos EUA, diz estudo
-
Atlético-MG perde para City Torque (2-0) mas vai enfrentar Boca na final da Sul-Americana
-
EUA ordena que funcionários de sua embaixada na Arábia Saudita deixem o país
-
Chefe da NFL diz estar tranquilo quanto a jogo em Paris, apesar dos distúrbios
-
Falhas descobertas por IA levam governos e empresas a tirar sites do ar
-
Senado aprova poderes para Keiko ditar leis contra o crime no Peru
-
Uma nova iniciativa global busca modernizar a mobilidade internacional de profissionais da saúde
-
P&G, Nestlé, Mars, AstraZeneca, ITC e Bekaert recebem os prêmios OMP Supply Chain Awards
-
EUA ordena que funcionários evacuem embaixada na Arábia Saudita
-
Walmart dá boas-vindas aos agentes de IA para compras
-
Meta terá que pagar US$ 25 bilhões por caso relacionado à Cambridge Analytica
-
Rússia se mostra aberta a negociar com Ucrânia, mas reduz otimismo de Trump
-
Aston Villa vence Viking (3-1) e mantém campanha 100% na Liga dos Campeões
Ebola e hantavírus confirmam que mundo continua despreparado, diz especialista em pandemias
Os surtos letais de hantavírus e ebola mostram que, embora a resposta às crises de saúde pública tenha melhorado, o mundo continua sem compreender plenamente os riscos de uma pandemia, advertiu uma especialista no tema.
Mais de seis anos após a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia de covid-19, os esforços globais para reformar a resposta a emergências sanitárias tiveram um impacto positivo na reação aos atuais surtos de hantavírus e ebola, afirmou Helen Clark, ex-primeira-ministra da Nova Zelândia e copresidente do Painel Independente de Preparação e Resposta a Pandemias.
Nesta quarta-feira (20), a OMS indicou que a epidemia de ebola na República Democrática do Congo (RDC) não representa "uma emergência pandêmica", mas constitui um risco "elevado" em nível nacional e regional.
"As novas normas sanitárias estão funcionando", disse Clark à AFP em Genebra.
Assim que o alerta foi emitido, na sexta-feira passada, para o novo surto de ebola na RDC — e semanas depois do anúncio de um surto de hantavírus a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, no Oceano Atlântico —, "a resposta foi bastante boa", avaliou.
"Nosso problema agora vai muito além disso", afirmou Clark, ressaltando que ainda há muito trabalho a fazer para identificar os riscos e compreender como "esses surtos surgem".
"Acho que precisamos de muito mais conhecimento sobre preparação baseada em risco", declarou, defendendo maior atenção à identificação dos riscos existentes, ao que "poderia surgir" e à necessidade de "estar preparado para enfrentar isso".
"Questões básicas de vigilância, de detecção precoce... ainda não chegamos lá", acrescentou.
Como exemplo, Clark observou que a espécie de hantavírus responsável pelo surto no cruzeiro — que desencadeou um alerta sanitário internacional após a morte de três pessoas — era conhecida por ser endêmica na região da Argentina de onde partiu a embarcação.
"Mas não está claro quanto os navios que partem regularmente dali sabiam sobre isso", disse.
Ao mesmo tempo, o surto da variante Bundibugyo do ebola, que se suspeita ter causado mais de 130 mortes na República Democrática do Congo, aparentemente passou despercebido durante semanas, porque os testes realizados buscavam outra variante do vírus e davam resultado negativo.
"Como isso pôde acontecer durante quatro ou seis semanas (...), espalhando-se, sem que tivéssemos os resultados dos testes necessários para demonstrar que se tratava de uma variante específica?", questionou a especialista.
A ex-chefe de governo defendeu uma investigação sobre "a cadeia de acontecimentos e o que podemos aprender com ela, o que ela revela sobre as capacidades de que precisamos".
- "Tempestade perfeita" -
Clark também destacou que o surto de ebola evidenciou o forte impacto dos cortes globais de ajuda internacional nos esforços de prevenção de doenças.
"Há uma tempestade perfeita", advertiu, lembrando que alguns países foram solicitados "de repente" a realizar muito mais investimentos em seus sistemas de saúde, anteriormente financiados por doadores internacionais.
"Com toda a boa vontade do mundo, os países mais pobres e frágeis simplesmente não têm dinheiro em caixa para fazer isso. Por isso, muitas áreas estão sendo negligenciadas", afirmou.
Clark insistiu que "a solidariedade global continua extremamente importante".
"Estamos falando de bens públicos globais", declarou, observando que já foi confirmado um caso de ebola em um cidadão americano infectado na RDC e que o hantavírus "apareceu repentinamente em lugares onde desembarcaram pessoas vindas do navio".
"Estamos todos juntos nisso. Portanto, precisamos encontrar formas de financiar a preparação e a resposta que reflitam nossos interesses compartilhados", concluiu.
E.Gasser--VB