-
Estudo alerta para 'corrida armamentista nuclear' após recorde de gastos em 2025
-
Governo suspende vacina da dengue após mortes suspeitas
-
Smartphones podem se responsáveis por queda da taxa de natalidade, apontam estudos
-
Com hat-trick de Olise, França vence Irlanda do Norte (3-1) em amistoso
-
Árbitro somali é afastado da Copa do Mundo após ter entrada nos EUA negada
-
Milei defende IA desregulada após alerta de historiador Harari
-
AstraZeneca obtém resultados animadores com comprimido contra obesidade
-
Presidente da Bolívia denuncia que 'narcoterroristas' promovem protestos
-
México promete abertura de Copa do Mundo de 'paz', em meio a protestos
-
Apple relança sua IA com ajuda do Google
-
Giroud renova com o Lille até 2027 e vai trabalhar com Davide Ancelotti
-
Lateral holandês Jurriën Timber é cortado da Copa por lesão e substituído por Lutsharel Geertruida
-
'Temos que abandonar os combustíveis fósseis', diz à AFP chefe de negociações da COP31
-
Após exames, recuperação de Neymar tem 'boa evolução', diz CBF
-
Platini processa Infantino por tráfico de influência e denúncia falsa
-
Bruno Guimarães pede respeito aos jogadores da Seleção após críticas
-
Irã e Israel anunciam cessar das hostilidades, mas ameaças persistem
-
'Estou bem e estou em casa', diz Eriksen após desmaio em amistoso da Dinamarca
-
Aumenta pressão na França para combater abusos sexuais contra crianças
-
Árbitro somali escalado para Copa do Mundo tem entrada nos EUA negada
-
EUA anuncia restrição de vistos para mais de 100 membros do governo da Nicarágua
-
'Guerra ou paz?': iranianos exaustos diante da possível retomada do conflito
-
Fabio Grosso é o novo técnico da Fiorentina
-
Após veto de cidade espanhola, RD Congo e Chile farão amistoso na França
-
'Foi espancado até a morte!': abuso militar no combate ao narcotráfico no Equador
-
Zagueiro francês Ibrahima Konaté assina com Real Madrid até 2030
-
Após 'saga' do Irã, Copa do Mundo volta as atenções para a saúde de suas estrelas
-
Diretor-geral da OMS elogia esforços de Uganda contra o ebola
-
Eriksen deve deixar hospital 'em breve', anuncia Federação Dinamarquesa de Futebol
-
Lassana Diarra chega a acordo com Fifa sobre direitos de transferência
-
Irã anuncia interrupção dos ataques contra Israel após apelo de Trump
-
UE aprova primeiro tratamento contra câncer com injetor portátil
-
Terremoto deixa mais de 30 mortos nas Filipinas
-
Mulheres são alvo de onda de prisões por suas vestimentas em Herat, no Afeganistão
-
SCANDIC COIN e a cotação na Coinbase como ponte para activos reais?
-
Papa condena a 'praga' dos abusos sexuais contra bispos espanhóis e pede 'reparação'
-
Xi visita Coreia do Norte e promete levar relações a um 'novo patamar'
-
SCANDIC COIN作為實體資產代幣SNC在交易所上市後漲幅達數百百分比
-
Israel e Irã anunciam retomada dos ataques após dois meses de trégua
-
Papa Leão XIV pede uma resposta mundial ao 'trágico drama migratório'
-
Primeiro-ministro armênio vence eleições após guinada em direção ao Ocidente
-
Terremoto nos sul das Filipinias deixa 15 mortos
-
Resultado da eleição presidencial no Peru segue incerto após apuração de 80% das urnas
-
Fujimori lidera em pesquisa de boca de urna do segundo turno presidencial no Peru
-
Adversário do Brasil na estreia da Copa, Marrocos empata com Noruega em amistoso
-
Bayern de Munique aconselha Real Madrid a não fazer proposta por Olise
-
Robin van Persie é demitido do comando técnico do Feyenoord
-
Jogador dinamarquês Christian Eriksen desmaia durante amistoso contra a Ucrânia
-
Alexander Zverev é campeão de Roland Garros, seu primeiro título de Grand Slam
-
Guarda-costeira taiwanesa se mobiliza ante operação da China
Trump insiste em controle de Gaza e enfrenta oposição da Jordânia
O presidente americano, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira (11) em sua ideia de deslocar os palestinos e colocar a Faixa de Gaza sob "a autoridade americana", mas o rei da Jordânia, Abdullah II, expressou sua oposição.
"Ressaltei que meu compromisso principal é com a Jordânia, com a sua estabilidade e com o bem-estar dos jordanianos", publicou Abdullah nas redes sociais, após se reunir com Trump na Casa Branca. O monarca disse a Trump que o Egito vai apresentar um plano sobre como os países da região poderiam "trabalhar" com o presidente americano, e que os países árabes vão discuti-lo em Riade.
"Acredito que uma das coisas que podemos fazer imediatamente é levar 2 mil crianças, crianças com câncer que estão em estado muito grave, isso é possível", ofereceu Abdullah a Trump.
Trump classificou a iniciativa como um "gesto bonito" e disse que não estava ciente dela antes da chegada do monarca jordaniano e de seu filho, o príncipe Hussein, à Casa Branca.
O presidente republicano pareceu recuar em sua sugestão de reter a ajuda à Jordânia e ao Egito caso eles se recusassem a receber mais de 2 milhões de palestinos de Gaza, mas insistiu em seu plano de colocar a Faixa de Gaza sob "a autoridade americana".
- 'Não temos que comprar' -
"Não temos que comprar. Vamos ter a Faixa de Gaza", afirmou Trump. "Vamos tomá-la, mantê-la, valorizá-la."
O presidente americano, que fez fortuna como magnata do mercado imobiliário, negou que queira desenvolver pessoalmente propriedades no território palestino: "Não, tive uma grande carreira no setor imobiliário."
Trump surpreendeu o mundo ao anunciar na semana passada uma proposta para que os Estados Unidos assumam "o controle" da Faixa de Gaza, a fim de reconstruir aquele território, devastado pela guerra. Segundo ele, trata-se de realocar os palestinos em outros lugares, sem um plano para seu retorno, e transformar o território em "uma Riviera do Oriente Médio".
- 'Pose de durão' -
O cessar-fogo na Faixa de Gaza parece cada vez mais frágil, depois que Trump advertiu ontem que as portas "do inferno" serão abertas caso o Hamas não liberte todos os reféns até o meio-dia de sábado.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, alertou nesta terça-feira que Israel retomaria "combates intensos" em Gaza se o Hamas não cumprir o prazo.
Trump disse duvidar que o grupo islamista palestino atenda à exigência. "Pessoalmente, não acredito que vão cumprir o prazo", afirmou. "Acho que querem fazer pose de durões, mas veremos se realmente são durões", comentou.
O rei jordaniano e o príncipe-herdeiro se reuniram antes com o assessor de segurança nacional de Trump, Mike Waltz. A visita de Abdullah II, um aliado-chave dos Estados Unidos, precede a do presidente egípcio, Abdel Fatah al Sisi, que deve viajar a Washington nesta semana.
Analistas apontam um problema existencial, principalmente para a Jordânia. Metade da população do reino hachemita, de 11 milhões de pessoas, é de origem palestina, e desde a criação de Israel, em 1948, muitos palestinos buscaram refúgio em território jordaniano.
Em 1970, no episódio conhecido como "Setembro Negro", eclodiram confrontos entre o exército jordaniano e grupos palestinos liderados pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que acabaram sendo expulsos.
H.Kuenzler--VB