-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Mulheres são alvo de onda de prisões por suas vestimentas em Herat, no Afeganistão
Vários moradores da cidade afegã de Herat disseram à AFP que presenciaram a polícia da moral do governo talibã detendo diversas mulheres como parte de uma repressão a suas roupas, o que atraiu críticas da ONU.
A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama) expressou no domingo (7) sua "preocupação com as múltiplas detenções e prisões de mulheres em Herat, Afeganistão, por supostas violações dos códigos de vestimenta".
As autoridades talibãs governam com base em uma interpretação rigorosa da lei islâmica e têm endurecido gradualmente as restrições às mulheres desde que retornaram ao poder, em agosto de 2021.
Em todo o país, as mulheres são obrigadas a estar totalmente cobertas ao saírem de casa. Muitas usam um vestido longo e folgado (abaya) juntamente com um véu islâmico e um lenço na cabeça.
Em Herat, no oeste do Afeganistão, alguns moradores testemunharam a detenção de várias mulheres no sábado por não usarem o chador ou a burca, que cobrem todo o corpo. Eles falaram à AFP sob condição de anonimato por motivos de segurança.
"Vi dois funcionários do ministério, um deles portando um chicote, forçando duas mulheres que não usavam chador a entrar em um veículo", disse uma mulher de 23 anos, referindo-se a funcionários do Ministério da Propagação da Virtude e da Prevenção do Vício (PVPV).
Segundo ela, as mulheres estavam totalmente cobertas, inclusive com o véu islâmico.
Outra mulher relatou ter visto funcionários do ministério parando veículos e revistando as roupas dos passageiros, além de prender várias mulheres e colocá-las em vans.
"A maioria das presas eram mulheres que não usavam chador", afirmou essa jovem de 27 anos.
Em contato com a AFP, o ministério respondeu que "não há nada de incomum em Herat". O código de vestimenta "é um mandamento divino e uma lei vigente, e temos a obrigação de cumpri-lo", declarou.
D.Schlegel--VB