-
Guerra no Oriente Médio: os números de vítimas em toda a região
-
James Rodríguez garante que fará sua estreia na MLS pelo Minnesota no domingo
-
West Ham vence Brentford nos pênaltis e vai às quartas da Copa da Inglaterra
-
Trump diz que fim da guerra com o Irã está próximo
-
Manchester City e Liverpool vão se enfrentar nas quartas da Copa da Inglaterra
-
Blazy oferece uma viagem no tempo através do icônico tailleur da Chanel
-
Petróleo modera sua alta e Wall Street se recupera graças a Trump
-
Técnico do Equador diz ter 'quase' 20 jogadores definidos para a Copa do Mundo
-
Djokovic avança às oitavas de Indian Wells pela primeira vez desde 2017
-
Austrália concede asilo a jogadoras da seleção de futebol do Irã
-
Botafogo anuncia contratação do zagueiro venezuelano Nahuel Ferraresi
-
Com Neymar indisponível, Ancelotti vai a jogo do Santos antes de anunciar convocados
-
EUA patrulha espaço aéreo da Venezuela com caças
-
MLS bane dois jogadores por participarem de apostas esportivas
-
ONU dialoga com EUA sobre entrada de combustível em Cuba para sua missão humanitária
-
Flick e Joan García concordam: Barça precisa mostrar que aprendeu com seus erros
-
Lula insta África do Sul a cooperar na defesa: 'Qualquer dia alguém invade a gente'
-
Técnico do Iraque pede que repescagem para Copa do Mundo seja adiada
-
Congresso dividido antecipa batalha pela presidência na Colômbia
-
São Paulo anuncia saída do técnico argentino Hernán Crespo
-
Anthropic processa o governo dos EUA por disputa sobre o uso de sua IA
-
Empresas mexicanas denunciam medidas dos EUA que corroem T-MEC
-
Mulher é presa por atirar contra mansão de Rihanna em Los Angeles
-
Sem Marcelo Moreno, Bolívia anuncia convocados para repescagem da Copa do Mundo
-
Detidos por lançar explosivos em protesto em NY são acusados de terrorismo
-
Começa julgamento contra Gerry Adams por denúncias de vítimas do IRA
-
Trump diz que Austrália concederá asilo a algumas jogadoras da seleção de futebol do Irã
-
Guerra no Oriente Médio põe à prova aliança entre Trump e Infantino
-
Live Nation chega a acordo com governo dos EUA em caso antimonopólio
-
Guerra no Oriente Médio faz petróleo disparar e gera perdas nas bolsas
-
G7 considera liberar reservas estratégicas de petróleo, mas 'ainda não'
-
Fórmula 1 organiza primeiro GP da temporada com sucesso, apesar da guerra no Oriente Médio
-
A estratégia ucraniana para neutralizar os drones iranianos
-
Ex-Farc reafirmam 'compromisso' com a paz em despedida como partido político na Colômbia
-
Benicio del Toro diz que seu personagem indicado ao Oscar tem 'muito' de si
-
Xavi diz que presidente do Barcelona vetou retorno de Messi em 2023
-
Otan derruba segundo míssil iraniano no espaço aéreo da Turquia
-
Governo da Bélgica denuncia 'ato antissemita' após explosão diante de sinagoga em Liege
-
Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã e influente sucessor de seu pai
-
Como uma estrada no deserto da Califórnia redefiniu 'Uma Batalha Após a Outra'
-
Demanda europeia mantém o comércio de armas em alta, aponta estudo
-
Cotação do petróleo dispara após eleição do filho de Khamenei como novo líder do Irã
-
Mulheres 50+ ganham visibilidade na moda
-
Bolsas registram quedas expressivas e cotação do petróleo dispara com a guerra no Oriente Médio
-
Redução da presença militar chinesa perto de Taiwan provoca dúvidas
-
Esquerda de Petro será uma das principais forças no Congresso da Colômbia
-
João Fonseca atropela Tommy Paul e vai enfrentar Sinner nas oitavas de Indian Wells
-
Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher
-
Ex-presidente da Colômbia nega vínculos com caso Epstein
-
Milan vence Inter e diminui distância para rival no Italiano; Roma sai do G4
Blinken chega a Israel e Netanyahu pede pressão sobre o Hamas para alcançar trégua em Gaza
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez um apelo neste domingo (18) à comunidade internacional para que pressione o Hamas a alcançar uma trégua em Gaza, na véspera de um encontro com o secretário de Estado americano Antony Blinken, que chegou a Israel nesta tarde.
Esta é a nona viagem do chefe da diplomacia dos Estados Unidos ao Oriente Médio desde o início da guerra há mais de 10 meses neste pequeno território palestino, desencadeada após um ataque mortal do movimento islamista Hamas no sul de Israel em 7 de outubro.
Blinken se reunirá separadamente na segunda-feira com Netanyahu, o ministro da Defesa, Yoav Gallant, e o presidente, Isaac Herzog, antes de viajar ao Egito na terça-feira, disse um funcionário que o acompanha na viagem.
Neste domingo, Netanyahu fez um apelo por uma "forte pressão" sobre o Hamas e "não sobre o governo israelense", denunciando a "rejeição obstinada" do movimento palestino a uma possível trégua.
"Há coisas nas quais podemos ser flexíveis e outras nas quais não podemos", reiterou, afirmando que "além dos esforços consideráveis para trazer nossos reféns de volta, permanecemos firmes nos princípios (...) essenciais para a segurança de Israel".
Os países mediadores, Estados Unidos, Catar e Egito, mencionaram progressos nas negociações, após uma primeira rodada na quinta e sexta-feira em Doha, e os negociadores israelenses compartilharam seu "otimismo moderado".
"O sentimento, em particular entre aqueles que fizeram parte da mediação em Doha, é que os diferentes pontos de bloqueio que existiam antes podem ser superados e que os esforços continuarão", declarou uma autoridade americana que acompanha Blinken.
O presidente dos EUA, Joe Biden, garantiu na sexta-feira que tal acordo estava "mais perto do que nunca". Mas para o movimento islamista palestino, que se recusou a participar nas negociações, sua declaração é uma "ilusão".
"Não estamos diante de um acordo ou negociações reais, mas sim da imposição de ditames americanos", disse Sami Abu Zohri, membro do gabinete político do Hamas.
Os EUA apresentaram na sexta-feira uma nova proposta de acordo, mas o grupo islamista rejeita qualquer proposição revista e exige a aplicação do plano anunciado por Biden no fim de maio.
- "Concluir o acordo" -
Em sua visita a Israel, Blinken buscará "concluir o acordo de cessar-fogo e a libertação dos reféns e detidos", disse o Departamento de Estado.
O plano apresentado por Biden em 31 de maio prevê uma primeira fase de seis semanas de trégua com uma retirada israelense das zonas densamente povoadas de Gaza e uma troca de reféns por prisioneiros palestinos detidos em Israel.
Na segunda fase, a proposta inclui a retirada total das tropas de Israel de Gaza.
Com uma trégua no território palestino, os mediadores também buscam reduzir a tensão no restante do Oriente Médio.
O Irã e seus aliados, incluindo o Hezbollah, prometeram vingar a morte do líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em um ataque atribuído a Israel em 31 de julho em Teerã, um dia após a morte do chefe militar do movimento islamista libanês em um bombardeio israelense perto de Beirute.
A guerra em Gaza eclodiu em 7 de outubro, quando militantes islamistas mataram 1.198 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.
Também sequestraram 251 pessoas no sul de Israel, das quais 111 permanecem em Gaza, embora 39 tenham sido declaradas mortas pelo Exército israelense.
A ofensiva de Israel em Gaza deixou pelo menos 40.099 mortos, segundo o Ministério da Saúde do governo do Hamas, que não detalha quantos são civis ou combatentes.
- "Os tanques estão se aproximando" -
Em Gaza, a ofensiva israelense não foi interrompida durante as negociações.
A Defesa Civil do território palestino, governado pelo Hamas desde 2007, reportou no domingo 11 mortes em bombardeios em Jabaliya, no norte, e em Deir al Balah, no centro.
"Essas mulheres e crianças fazem parte da resistência? Lutavam enquanto dormiam? São mulheres e crianças e agora estão no necrotério", disse Ahmed Abu Jeir, testemunha de um bombardeio que matou uma mãe e seus seis filhos em Deir al Balah.
Imagens da AFP mostraram palestinos fugindo de um acampamento improvisado na região de Khan Yunis, a pé, de carro ou em carroças, depois que tanques israelenses tomaram posição em uma colina próxima.
"Os tanques estão se aproximando, estamos com muito medo, realmente não sabemos para onde ir", declarou Lina Saleha no campo de deslocados de Al Mawasi, perto de Khan Yunis.
Na Cisjordânia ocupada, um guarda israelense morreu neste domingo em um ataque a um assentamento judaico, anunciou um hospital israelense onde ele foi internado.
Uma porta-voz das colônias judaicas no norte da Cisjordânia havia afirmado anteriormente que "um trabalhador palestino" havia "batido com um martelo na cabeça de um guarda de segurança, roubado sua arma e fugido", em uma colônia perto de um povoado palestino que foi alvo de um ataque mortal de colonos na noite de quinta-feira.
A guerra em Gaza causou uma situação humanitária desastrosa no território palestino, onde a maioria dos seus 2,4 milhões de habitantes foram deslocados.
burs-lb/ami/bc/zm/mb/yr/jb
E.Burkhard--VB