-
Debate sobre habitação reacende confronto político em torno da liberdade
-
Coesão nacional depende de políticas públicas e compromisso coletivo
-
Palmelense protagoniza gesto de desportivismo em partida no Seixal
-
Presidente do Racing Power é acusada de agredir agente de arbitragem
-
João Nívea pede maior competitividade e atitude ao Vitória FC
-
Diplomata brasileiro leva experiência de Gaza para missão consular em Lisboa
-
Tecnologia pressiona Wall Street apesar da forte queda do petróleo
-
Receitas trimestrais da Apple avançam 12% para 114,5 mil milhões de dólares
-
Brent para janeiro recua 7,63% e fecha a 104,77 dólares
-
Flamengo alerta para perda de R$ 430 milhões em audiência no STF sobre proibição de bets
-
Prejuízo da Anthropic aumenta para 104 mil milhões de dólares até setembro
-
Jornal Económico apresenta a primeira página de 3 de novembro
-
Deslocamento forçado exige respostas de longo prazo e investimento coletivo
-
Indicadores levantam dúvida sobre valorização da TAP desde 2024
-
Autarquias expõem receios do MPLA sobre mudanças na ordem de poder
-
Trump classifica intercalares como decisivas e afasta novo ataque ao Irão
-
Lucro da Corticeira Amorim recua 22% até setembro
-
Petróleo cai mais de 7% com sinais de avanço diplomático no Médio Oriente
-
Ministério Público terá de levar limite horário de protestos ao Constitucional
-
Seguro relaciona coesão social à confiança nas instituições democráticas
-
Cinco náufragos, incluindo duas crianças, são resgatados após três meses à deriva no Pacífico
-
Apple supera estimativas de receita e lucro no primeiro teste de John Ternus
-
Ciberataque afeta refrigeração de sete supermercados Intermarché
-
Melhores TVs com Roku OS para comprar em 2026: análise de modelos e especificações
-
Apple alerta que preços de iPhones podem subir em 2027 devido à crise de chips
-
Mercados e economia: os principais acontecimentos de 2 de novembro
-
Volkswagen Virtus 2027: veja preços, versões e equipamentos do sedã compacto
-
Boca Livre e Edu Lobo encerram domingo da FLIM com apresentação gratuita
-
Leapmotor B03X chega ao Brasil com duas versões para evitar erro do B10
-
Finados leva famílias ao Cemitério São Gonçalo
-
Niterói amplia ações do Novembro Azul contra tabu dos exames preventivos
-
Atacante Jesús de Miguel morre após colisão fatal com goleiro no futebol espanhol
-
Túmulo de Paulinho Milagreiro mantém tradição de fé em Niterói
-
Sinistralidade do seguro de crédito interno dispara para 292,4% em agosto
-
Três pessoas baleadas em diferentes bairros de São Gonçalo na tarde de domingo
-
Adolescente de 14 anos morre afogado em lago de São Gonçalo
-
Concurso da Guarda Municipal mantém inscrições abertas até 18 de novembro
-
Exposição itinerante do Museu do Aljube chega a Palmela e Pinhal Novo
-
Novas regras para atendimento ao consumidor entram em vigor
-
Ministra anuncia apoio de até 15 mil euros para compra de carros elétricos a famílias carenciadas
-
Duas pessoas morrem em acidente de asa-delta em São Conrado
-
Megafone debate mobilidade e direitos na Área Metropolitana de Lisboa
-
Gabigol contesta queda do Santos e questiona arbitragem após derrota
-
Andrey Santos explica opção pelo Vasco após conversas com o Palmeiras
-
Madrugada de quarta-feira será a mais fria da semana com mínimas perto dos 0 ºC
-
Novo formato mantém acesso à Série B em aberto na reta final
-
Google desmantela rede criminosa com backdoors em caixas Android TV
-
Matheus Bidu atua com hérnia pelo Corinthians e fará cirurgia no fim de 2026
-
Queda de asa-delta em São Conrado provoca duas mortes
-
Flávio Bolsonaro reaparece em culto na Flórida após deixar o Brasil
Doze países anunciam sanções ao comércio com colônias israelenses na Cisjordânia
Doze países, incluindo Espanha, França e Reino Unido, anunciaram, nesta terça-feira (8), sanções ao comércio de bens com os assentamentos "ilegais" de Israel na Cisjordânia, em protesto à violência dos colonos contra os palestinos e a expansão dessas comunidades.
Canadá, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Islândia, Noruega, Polônia, Portugal e Suécia também aplicarão medidas contra o comércio com estes assentamentos, indicaram os ministros das Relações Exteriores dos doze países em uma declaração conjunta.
Em represália às sanções impostas por países ocidentais, por iniciativa do Reino Unido, Israel ordenou nesta terça-feira o fechamento do consulado britânico em Jerusalém.
A decisão das doze nações ocorre após várias semanas de intensificação dos ataques de colonos israelenses contra localidades palestinas na Cisjordânia, situação que provocou ampla condenação internacional.
Irlanda e Espanha já haviam adotado medidas contra o comércio com as colônias israelenses e, diante da ausência de uma decisão semelhante a nível da União Europeia, principal parceiro comercial de Israel, outros países, como a França, decidiram agir em âmbito nacional.
"A situação está se deteriorando rapidamente em um contexto de níveis sem precedentes de violência de colonos e expansão dos assentamentos", alertaram os chanceleres dos doze países.
O presidente francês, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, disseram nesta terça-feira que os assentamentos israelenses na Cisjordânia ocupada minam as perspectivas de uma solução de dois Estados.
"A expansão sistemática dos assentamentos na Cisjordânia, assim como o drástico aumento da violência por parte dos colonos, representam uma ameaça direta e urgente a essa visão de paz", disseram os líderes em comunicado conjunto.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira que os Estados Unidos não vão aderir às sanções.
"Obviamente, não vamos fazer o que o Reino Unido fez", declarou Rubio a jornalistas antes de partir em uma viagem à América Latina, acrescentando: "Não queremos ver nada desestabilizador acontecendo neste momento na Cisjordânia, com tudo o que está acontecendo na região".
Entre os projetos israelenses destacados pelos ministros está o do assentamento E1, aprovado por Israel no ano passado após décadas de congelamento, que prevê a construção de 1.200 moradias na Cisjordânia e isolaria ainda mais Jerusalém Oriental do restante do território ocupado.
- "À beira da explosão" -
Durante um discurso no Parlamento britânico, o ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Ed Miliband, acusou Israel de fazer "vista grossa" à "limpeza étnica" perpetrada por colonos israelenses.
"Posso anunciar hoje que vamos instaurar uma proibição de importação de produtos procedentes de assentamentos ilegais situados nos territórios ocupados", acrescentou Miliband.
O chanceler israelense, Gideon Saar, reagiu, por sua vez, afirmando que "as acusações formuladas" pelo seu homólogo britânico perante o Parlamento "são falsas".
Em um comunicado publicado na rede social X, o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, disse que Paris colocará "fim ao comércio com as colônias israelenses na Palestina (...) porque a Cisjordânia está à beira da explosão".
Cerca de três milhões de palestinos vivem ao lado de mais de 500.000 israelenses instalados em assentamentos na Cisjordânia, sem contar Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel.
Segundo um levantamento da AFP baseado em dados do Ministério da Saúde palestino, pelo menos 1.105 palestinos morreram na Cisjordânia pelas forças israelenses ou por colonos desde o início da guerra em Gaza.
De acordo com o direito internacional, todas as colônias israelenses neste território ocupado desde 1967 são ilegais.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu continuar com a expansão dos assentamentos na Cisjordânia apesar da crescente pressão internacional.
R.Flueckiger--VB