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Candidato de esquerda se aproxima do segundo turno no Peru
O candidato de esquerda radical Roberto Sánchez subiu nesta quarta-feira (15) para o segundo lugar na contagem parcial das eleições presidenciais peruanas, e se posiciona como possível adversário da candidata de direita Keiko Fujimori no segundo turno, em junho.
Em meio a gritos de fraude e denúncias contra as autoridades por falhas de logística que levaram à prorrogação das eleições, os dois favoritos pediram que os resultados sejam respeitados.
O Peru está mergulhado em uma crise política há uma década. Com uma sucessão de oito presidentes, seis dos quais não conseguiram concluir seus mandatos devido a processos ou ameaças de impeachment, a população perdeu a fé em seus políticos.
Com 91,5% das atas apuradas, a filha do ex-presidente Alberto Fujimori aparece com 17% dos votos, à frente de Sánchez (12%), que supera por uma pequena margem o ultraconservador Rafael López Aliaga (11,8%). Este último questionou a votação e convocou seus apoiadores a protestar.
"Cabe aceitar esses resultados, e estamos tranquilos. O correto é que, se há discrepâncias e suspeitas, que provas contundentes sejam apresentadas", disse hoje Sánchez, um psicólogo de 57 anos, herdeiro político do ex-presidente Pedro Castillo (2021-2022).
Os votos de fora de Lima levam mais tempo para serem processados. O apoio mais forte ao candidato do partido Juntos pelo Peru encontra-se no sul andino e nas áreas rurais.
Em entrevista concedida ontem à AFP, Sánchez pediu às "forças democráticas, à comunidade internacional", que monitorassem a apuração. Já Keiko declarou: "Hoje, mais do que nunca, é necessário responsabilidade e maturidade política. Não podemos gerar mais caos."
- 'Desejo de mudança' -
Roberto Sánchez foi ministro do Comércio Exterior e Turismo durante o governo de Pedro Castillo, sendo o único a permanecer no cargo após as cinco reformas ministeriais que marcaram o turbulento governo de 17 meses.
Usando um chapéu de camponês, ele emulou ao longo de sua campanha a imagem do líder sindical Castillo, um professor de escola rural que chegou à Presidência. Hoje preso e condenado a mais de 11 anos por tentativa de dissolver o Congresso, Castillo continua popular entre os setores mais pobres dos Andes.
"Ele será libertado pelo nosso governo, de acordo com a prerrogativa presidencial que confere" o poder de conceder indulto, afirmou Sánchez à AFP.
O candidato do Juntos pelo Peru prometeu uma "nova Constituição" e o estabelecimento de um "Estado plurinacional" para governar com os povos indígenas, como fez Evo Morales na Bolívia.
"Há um imenso desejo de mudança" entre as populações marginalizadas, disse ele à AFP.
Sánchez representa "um voto rural (...), com certas identificações menos brancas, mais questionadoras, mais à esquerda, mais exigentes e mais inclusivas", afirma o cientista político Jorge Aragón.
Segundo o analista, o esquerdista seria um adversário mais difícil para Keiko Fujimori em um segundo turno do que López Aliaga. Se isso acontecesse, "de certa forma, a eleição de 2021 se repetiria", na qual a candidata de direita perdeu para Castillo.
- 'Nulidade' -
As eleições presidenciais foram afetadas no último domingo por problemas com a distribuição de cédulas e urnas, o que gerou atrasos na abertura de dezenas de seções eleitorais em Lima.
Quase 50 mil pessoas não conseguiram votar, o que obrigou as autoridades a convocá-las novamente às urnas na segunda-feira.
O ultraconservador López Aliaga, ex-prefeito de Lima e admirador de Trump, criticou as eleições e pediu às autoridades que as anulassem, alegando fraude.
"Dou 24 horas para que declarem a nulidade absoluta dessa fraude eleitoral", disse López Aliaga, diante de centenas de apoiadores que se reuniram ontem diante do principal tribunal eleitoral de Lima.
Uma missão de observadores da União Europeia relatou não ter encontrado evidências que corroborassem "uma narrativa de fraude".
A.Kunz--VB