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Economia argentina se recupera em 2025 com crescimento de 4,4%
A economia argentina cresceu 4,4% em 2025 e registrou uma recuperação, após a contração de 1,8% em 2024, segundo dados divulgados nesta terça-feira (24) pelo instituto nacional de estatística Indec.
Os números mostram uma retomada da atividade em dezembro, impulsionada principalmente pelo setor agrícola. O crescimento, no entanto, foi inferior às projeções do governo ultraliberal de Javier Milei, de 5%, e do Fundo Monetário Internacional (FMI), de 4,5%.
Após uma desaceleração severa da atividade desde meados do ano, chegando a uma contração em novembro (-0,1%), a economia argentina se recuperou em dezembro (+3,5%).
"Aos profetas do caos, este dado não vai agradar", escreveu Milei na rede social X. "A Argentina avança", acrescentou.
De acordo com o relatório mensal de estimativa econômica, o setor do agro — com uma expansão de 32,2% em 12 meses — e o de intermediação financeira — com 14,1% — foram os responsáveis pelo maior impacto positivo no crescimento. Mas quatro setores registraram quedas na comparação anual, entre eles a indústria manufatureira (-3,9%) e o comércio (-1,3%).
A Argentina registrou avanços importantes no nível macroeconômico desde que Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023. Reduziu a inflação de 211,4% naquele ano, quando Milei desvalorizou o peso pela metade, para 31,5% em 2025, o menor nível em oito anos.
O país também alcançou um superávit nas contas públicas por dois anos consecutivos, pela primeira vez desde 2008.
- Inviável -
O outro lado da moeda foi um ajuste orçamentário severo, com cortes acentuados nos gastos públicos. Além disso, a abertura das importações afetou a atividade industrial, com mais de 21.000 empresas fechadas nos últimos dois anos e a perda de cerca de 300.000 empregos, segundo fontes sindicais.
"É uma ilusão", disse à AFP o economista Pablo Tigani, um crítico do governo Milei, sobre os dados de crescimento do Estimador Mensal da Atividade Econômica do Indec. "Taxa de câmbio controlada, aumento da dívida pública, queda do consumo, primeira vez em 23 anos que diminui o investimento estrangeiro direto, inflação com recessão apoiada com repressões ao protesto. O programa não é viável", afirmou.
Em seu relatório atualizado de janeiro sobre a economia mundial, o FMI previu um crescimento de 4% para a Argentina em 2026 e 2027, mas o governo Milei projetou um crescimento de 5% para 2026 no orçamento aprovado pelo Congresso em dezembro, o primeiro de sua presidência.
Antes, uma minoria no Legislativo impedia a aprovação de orçamentos com grandes cortes, motivo pelo qual Milei prorrogava o de 2023. Após as eleições de meio de mandato, em outubro, o presidente argentino conseguiu avançar com a primeira "reforma estrutural" proposta, a chamada "modernização trabalhista", que espera sancionar na próxima sexta-feira, após o último trâmite parlamentar.
Em 1º de março, Milei fará no Congresso o discurso anual de abertura das sessões ordinárias do ano legislativo, no qual vai apresentar suas próximas medidas.
S.Gantenbein--VB