-
São Paulo tem seu 'Big Brother' com IA que prende criminosos (e alguns inocentes)
-
Políticos dinamarqueses procuram eleitores até na sauna
-
Sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima abraçado por Obama morre aos 88 anos
-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
-
Em grande fase, João Pedro tem missão de liderar virada do Chelsea contra PSG na Champions
-
Trump critica falta de 'entusiasmo' de aliados para reabrir Estreito de Ormuz
-
Cuba abre economia a emigrados e permite investimentos de residentes nos EUA
-
João Fonseca poderá enfrentar Alcaraz na 2ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Afeganistão acusa Paquistão de matar civis em ataque a Cabul
-
'O melhor jogador do mundo', diz Arbeloa sobre Mbappé
-
Aliados da Otan rejeitam proposta de Trump de intervir no Estreito de Ormuz
-
Endrick é convocado para amistosos do Brasil contra França e Croácia; Neymar fica fora
-
'O jogo de volta é sempre diferente', alerta Luis Enrique antes de duelo com Chelsea
-
Presidente alemão pede fim da guerra no Oriente Médio para evitar consequências 'desastrosas'
-
Petróleo é negociado em baixa e bolsas se recuperam
-
Antonelli vê vitória no GP da China como 'ponto de partida' para ter sucesso na F1
-
Trump anuncia que sua chefe de gabinete, Susie Wiles, tem câncer de mama
-
HRW denuncia 'desaparecimento forçado' em El Salvador de imigrantes deportados pelos EUA
-
Risco de estagflação nos EUA é 'bastante alto', diz à AFP Stiglitz, Nobel de Economia
-
Arteta aposta no jovem Dowman: 'Está pronto para jogar regularmente'
-
Rotas alternativas ao Estreito de Ormuz são insuficientes para atender à demanda
-
Prefeitos dos EUA se opõem a centros de dados, enquanto cresce reação contra IA
-
Chelsea é multado em 10 milhões de libras por irregularidades financeiras
-
Rei da Espanha admite que houve 'muito abuso' na conquista da América
-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Irã afirma que levará a guerra 'tão longe quanto for necessário'
-
Irã afirma que levará a guerra 'tão longe quando for necessário'
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
Trump prepara contra-ataque em discurso à nação após revés na Suprema Corte
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tentará lançar um contra-ataque em seu discurso sobre o Estado da União ao Congresso nesta terça-feira (24), após um grande revés para suas políticas tarifárias determinado pela Suprema Corte.
Trump promete um discurso desafiador e "longo", em suas próprias palavras, para refutar aqueles que afirmam que sua estrela começou a se apagar.
O presidente também quer dar ao seu discurso um tom histórico, no ano do 250º aniversário da independência dos Estados Unidos, que promete uma grande celebração em 4 de julho, de acordo com a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
"Haverá alguns momentos emocionantes e comoventes, como houve no ano passado, e alguns momentos mais leves", disse Leavitt à Fox News nesta terça-feira.
O discurso está marcado para começar às 23h00 de Brasília e promete provocar um debate acalorado no plenário.
- Uma "era de ouro" que nunca chega -
Há um ano, Trump prometeu o início de uma "era de ouro" para seu país, frustrado pela inflação persistente, pela divisão política e pela crescente sombra da China.
Trump imprimiu um ritmo frenético ao seu segundo e último mandato, com golpes espetaculares no exterior, como a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, e negociações difíceis, como o precário cessar-fogo em Gaza.
Mas o presidente republicano chegou ao poder principalmente com o slogan "Estados Unidos primeiro", e essa promessa ainda não se concretizou.
O crescimento econômico em 2025, de 2,2%, foi menor que o do ano anterior; a inflação permanece alta (2,9% em dezembro, na comparação anual) e apenas o emprego apresenta um bom ritmo.
Há um ano, Trump decidiu apostar boa parte de sua agenda econômica nas tarifas.
A Suprema Corte acaba de derrubar essa política, que Trump justificou como uma "emergência nacional", e lembrou ao presidente que, se quiser alterar as tarifas, precisa pedir a colaboração do Congresso, onde as negociações com os democratas estão bloqueadas.
Trump declarou-se "envergonhado" e acusou os seis juízes da Suprema Corte que votaram contra suas tarifas de serem "vendidos".
- Ausências e estrelas -
Uma parte da bancada democrata no Congresso estará ausente do tradicional discurso anual, insatisfeita com as políticas de imigração linha-dura do presidente.
O Congresso retorna às sessões nesta terça-feira sem ter resolvido o impasse sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna.
No centro das negociações entre republicanos e democratas estão as agências de imigração, que podem continuar operando por enquanto porque seu orçamento foi aprovado no ano passado.
Os democratas exigem mudanças na forma como os agentes federais operam, como não cobrir o rosto e apresentar ordens judiciais, o que Trump parece não estar disposto a conceder.
"Vamos sediar a Copa do Mundo da Fifa em onze cidades; temos festivais e torneios (...) É evidente que precisamos da proteção de um Departamento de Segurança Nacional com financiamento completo", criticou nesta terça-feira o chefe da Câmara dos Representantes, o republicano Mike Johnson.
As pesquisas mostram resultados mistos em relação a Trump. Os principais índices de opinião indicam menos de 50% de aprovação, mas seus apoiadores permanecem firmes, enquanto os eleitores democratas parecem estar novamente mobilizados.
Se as eleições de meio de mandato, que renovarão parcialmente o Congresso em novembro deste ano, resultarem em uma vitória democrata, Trump enfrentará um final de mandato difícil.
No entanto, o republicano já demonstrou no passado que sabe como se reinventar em momentos de adversidade.
Os democratas convidaram vítimas do falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein para o discurso do presidente, que ordenou a divulgação de milhões de documentos, mas ainda não conseguiu se livrar da sombra do escândalo.
Trump respondeu convidando a seleção masculina de hóquei, que fez história no último fim de semana nos Jogos Olímpicos de Inverno ao derrotar o Canadá e conquistar a medalha de ouro.
M.Vogt--VB