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A Copa do Mundo de 2026, uma ocasião inigualável para Trump se destacar
O sorteio da Copa do Mundo de 2026 nesta sexta-feira (5) foi uma oportunidade de destaque para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recebeu um volumoso Prêmio da Paz da Fifa das mãos do chefe do futebol mundial, Gianni Infantino.
Embora o futebol — ou "soccer", como é conhecido nos Estados Unidos — não esteja entre os esportes favoritos de Trump, o mandatário de 79 anos não podia perder a chance de se misturar com estrelas e receber uma homenagem em sua própria casa.
Trump recebeu um prêmio que a Fifa inventou oportunamente pouco antes do Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá, para homenagear uma personalidade que atue em favor da concórdia mundial.
É "uma das grandes honras da minha vida", declarou o republicano de 79 anos, que neste ano liderou até oito negociações diplomáticas para encerrar conflitos armados ao redor do mundo.
- Negociações com México e Canadá -
O sorteio no Kennedy Center também foi uma boa oportunidade para se reunir pela primeira vez com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, cujo país organiza o Mundial junto com os Estados Unidos e o Canadá.
Ambos os países vizinhos dos Estados Unidos querem renegociar, em termos o mais favoráveis possível, o acordo de livre-comércio que vincula os três parceiros (ACEUM).
O tratado comercial da América do Norte "é muito importante para os três países (...), é a garantia da competitividade desta região", afirmou Sheinbaum ao anunciar sua decisão.
Até agora, Sheinbaum conseguiu convencer o magnata republicano a não impor uma tarifa generalizada às exportações mexicanas, que têm como destino os Estados Unidos em 80% dos casos.
Em troca, seu governo mobilizou militares na fronteira compartilhada e multiplicou as detenções para conter o tráfico de drogas para o país vizinho.
No entanto, exportações fundamentais para a economia mexicana, como as da indústria automotiva e siderúrgica, sofrem os efeitos das tarifas impostas pelo republicano.
- O "passe Fifa" -
O esporte que apaixona Trump é o golfe, mas ele também é fã de práticas mais enérgicas, como o futebol americano ou esportes de combate, como boxe ou artes marciais mistas.
Desde o momento em que os Estados Unidos entraram na disputa, em 2017, durante seu primeiro mandato, para organizar o Mundial de 2026, Trump começou a perceber o enorme potencial diplomático e de relações públicas que o evento representava.
O turismo internacional caiu consideravelmente nos Estados Unidos desde o início de seu segundo mandato, segundo dados oficiais, devido ao endurecimento dos controles nas fronteiras.
Segundo a imprensa americana, o genro do presidente, Jared Kushner, esteve muito envolvido para que essa candidatura conjunta com México e Canadá tivesse sucesso.
Kushner desempenha um papel crucial, embora informal, nos temas diplomáticos mais delicados de seu sogro, seja no Oriente Médio ou na guerra na Ucrânia.
Trump não hesitou em comunicar a Infantino que reincorporar a Rússia à Copa do Mundo seria uma “boa motivação” para que Moscou encerrasse o conflito na Ucrânia.
Trump quer transformar essa competição, assim como os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028, em vitrines de sua “era de ouro da América”.
Além de revitalizar o turismo, a realização desses eventos globais deve confirmar a validade de sua política nacionalista.
Resta que os torcedores, especialmente aqueles de países que não têm acordos bilaterais para turismo de curta duração (inferior a três meses) com os Estados Unidos, possam vir sem grandes dificuldades.
Trump anunciou a implementação de um “passe FIFA” que permitirá a qualquer portador de ingresso para uma partida da Copa do Mundo obter uma consulta para facilitar sua chegada.
No entanto, "seu ingresso não é um visto", advertiu o chefe da diplomacia dos EUA, Marco Rubio.
Durante a final do Mundial de Clubes, no meio do ano, em que o Chelsea derrotou o Paris Saint-Germain no MetLife Stadium, em East Rutherford, perto de Nova York, Trump exibiu orgulho na entrega do troféu e o manteve em exposição no Salão Oval por vários meses.
Ex-apresentador de reality shows, Trump recentemente fez grande alarde de seu encontro com Cristiano Ronaldo.
A superestrela portuguesa, que joga pelo clube saudita Al Nassr, foi convidada para um jantar de gala oferecido em homenagem ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman.
U.Maertens--VB