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Drones, mísseis e armas a laser: o que a China revelou em seu desfile militar
A China apresentou drones submarinos, mísseis de grande porte e novas armas a laser em um grande desfile militar em Pequim nesta quarta-feira (3), uma demonstração de força em um momento de tensões crescentes com os Estados Unidos.
Especialistas militares acompanharam de perto o evento, que contou com a presença do presidente russo, Vladimir Putin, e do líder norte-coreano, Kim Jong Un.
Em seu discurso de abertura neste desfile militar em comemoração ao 80º aniversário da vitória da China sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial, o presidente Xi Jinping alertou que seu país é "imparável".
Estas são algumas das armas exibidas no desfile.
- Mísseis nucleares de alcance global -
O gigante asiático revelou seu mais novo modelo do míssil balístico intercontinental DF-5C, um avanço notável na tecnologia militar chinesa.
Esta arma nuclear de combustível líquido, que faz parte da família de projéteis "Dongfeng", de fabricação nacional, foi exibida nas plataformas de grandes veículos militares camuflados.
O Global Times, um tabloide nacionalista, afirmou que o DF-5C é capaz de atingir qualquer ponto da Terra.
"Ele está em alerta permanente para efetivamente dissuadir, prevenir guerras pela força e ajudar a estabilizar o mundo", afirmou.
- Drones submarinos -
O desfile também contou com dois novos veículos subaquáticos não tripulados de grande porte, em formato de torpedo, o AJX002 e o HSU100, transportados em caminhões longos.
O primeiro é "presumivelmente um modelo de reconhecimento", segundo o analista de defesa Alex Luck.
"O segundo era mais misterioso, mas dizem que possui capacidade de lançar minas não tripuladas", disse o especialista à AFP.
Embora a China ainda esteja atrás dos Estados Unidos em poder naval de superfície, de acordo com o site Naval News, o país possui o maior programa de "veículos subaquáticos não tripulados extragrandes" (XLUUV) do mundo, com pelo menos cinco tipos em operação.
- "Águias" antinavio -
Quatro novos mísseis antinavio, com vários metros de comprimento e montados na traseira de veículos, também desfilaram pela Praça da Paz Celestial.
Eram os YJ-15, YJ-17, YJ-19 e YJ-20. "YJ" é a abreviação de "Ying Ji", que significa "ataque de águia" em chinês.
Esses projéteis podem ser lançados de navios ou aeronaves e são criados para infligir danos críticos a embarcações de grande porte. Os modelos YJ-17, YJ-19 e YJ-20 podem ser hipersônicos, o que significa que podem voar a pelo menos cinco vezes a velocidade do som.
- Armas a laser -
Antes do desfile, uma arma poderosa causou comoção, sendo anunciada por uma conta na rede social X ligada ao Exército chinês como "o sistema de defesa aérea a laser mais poderoso do mundo".
Nesta quarta-feira, vários LY-1s, grandes dispositivos brancos com telas azuis brilhantes, foram vistos sendo transportados em veículos militares.
"Vimos essa configuração pela primeira vez no ano passado, por volta de agosto, mas não com imagens nítidas", disse Luck, acrescentando que o LY-1 "parece estar, no mínimo, em testes avançados".
As chamadas "armas de energia direcionada", também em desenvolvimento ativo pelos Estados Unidos, podem causar danos significativos com alta precisão e baixo custo por disparo.
- Veículos não tripulados -
Além de drones subaquáticos, diversos veículos não tripulados, incluindo embarcações de superfície, também foram exibidos.
Este tipo de embarcação pode "entrar e sair de portos com tripulação opcional" e provavelmente se destina à guerra contra minas, particularmente à remoção de minas, de acordo com Luck.
Diversas aeronaves não tripuladas e veículos terrestres também estavam em exposição, complementando uma ampla gama de capacidades de drones, incluindo evacuação, transporte de carga e munição e reconhecimento.
- Radar -
A tecnologia de radar de alerta antecipado ganhou destaque. Aeronaves equipadas com radar sobrevoaram a região, demonstrando as capacidades de vigilância do país.
O avião de alerta antecipado KJ-600 fez sua estreia pública. Foi projetado para uso em porta-aviões e deve entrar em serviço no navio chinês Fujian nos próximos meses, segundo o jornal estatal China Daily.
I.Stoeckli--VB