-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Estreito de Ormuz em sete dias
-
Mulher que afirmou ter sido estuprada por Jay-Z diz que fez 'acusações falsas'
-
Mbappé sofre lesão no joelho e deixará concentração da França
-
Chapecoense retorna ao local da tragédia aérea dez anos depois
-
Itália perde em casa para Bélgica (2-0) no retorno de Mancini
-
Suprema Corte concede a Trump uso de banco de dados para verificar registros eleitorais
-
França vence Turquia (1-0) na estreia de Zidane
-
Sindicato de jogadores da NFL se preocupa com estado do gramado do Maracanã
-
Dificuldades e "muitas expectativas" no berço da indústria petrolífera da Venezuela
-
Tribunal de apelações dos EUA mantém veto do Pentágono à Anthropic
-
Combates se intensificam no norte da Etiópia
-
Foto de encontro com Xi publicada por Trump parece ter sido retocada com IA
-
Trump e Xi se despedem com poucos resultados, mas com novos encontros previstos
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam sete mortos em Kiev
-
Brasil encerra competição em San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Manchester City é considerado culpado de 114 infrações financeiras, diz The Athletic
-
Rússia reavalia posição sobre negociações de paz após ataques ucranianos, diz Putin
-
"Minha melhor oportunidade", diz Harry Kane sobre disputa da Bola de Ouro
-
Musiala e Havertz são cortados da seleção da Alemanha por lesão
-
México quer aumentar importações dos EUA para reduzir déficit e agradar Trump
-
Justiça dos EUA confirma legalidade do veto do Pentágono à Anthropic
-
ONU eleva para 214 número de empresas ligadas a assentamentos israelenses
-
Colômbia rompe relações diplomáticas com Irã
-
El Niño 'pode implicar em perda sociocultural', diz chef Alex Atala
-
Leão XIV é aclamado em Paris após alertar sobre os riscos da IA
-
El Niño força grandes chefs a adaptarem suas receitas
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam cinco mortos em Kiev
-
Taxistas afegãos voltam a reproduzir música, em desafio ao regime talibã
Charles III expressa satisfação em retornar à Austrália
O rei Charles III participou de um serviço religioso neste domingo(20) e expressou sua "grande alegria" em retornar à Austrália, em sua primeira aparição pública desde que chegou ao país.
O soberano de 75 anos chegou com a rainha Camilla na noite de sexta-feira a Sydney, mas passou o sábado descansando, seguindo um programa que equilibra a recuperação do câncer com os deveres reais.
Sua primeira aparição pública oficial foi na missa no Templo Anglicano de St Thomas, no norte de Sydney, uma estrutura de pedra construída como local de culto para os colonos britânicos.
Centenas de pessoas se reuniram ao redor do edifício aplaudindo, erguendo flores e agitando bandeiras. Duas mulheres mostraram uma placa com a frase "bom dia, majestades".
Lynton Martin, de 22 anos, dirigiu 22 horas desde Melbourne e chegou vestindo uma jaqueta estampada com a bandeira do Reino Unido para tentar ver o casal real.
"Queria mostrar que apoiamos e acolhemos o rei", disse o jovem à AFP. No ano passado, ele viajou a Londres para a coroação de Charles, um evento que descreveu como "espetacular".
Durante o serviço religioso, o bispo Christopher Edwards rezou pela paz e fim das guerras e pela prosperidade da cúpula da Commonwealth celebrada por Charles em Samoa, a primeira reunião da comunidade britânica de 54 nações da qual participa como rei.
- Agenda reduzida -
Mais tarde, Charles fez breves declarações ao conselho legislativo de Nova Gales do Sul, onde exaltou a "promessa e o poder da democracia representativa" e brincou sobre sua idade.
"Vim à Austrália pela primeira vez há quase 60 anos, o que é um pouco preocupante", declarou, arrancando risos da plateia.
"Só posso expressar a grande alegria que é vir à Austrália pela primeira vez como soberano e renovar o amor por este país e pelo seu povo que guardo há muito tempo", disse.
Charles passaria o resto do domingo na Admiralty House, uma mansão costeira que serve como residência em Sydney do governador-geral da Austrália, o representante da monarquia no país.
Os fãs terão mais uma chance de ver o rei na segunda-feira, quando irá à capital Canberra com a rainha Camilla para a parte mais intensa de sua programação.
Charles, que foi diagnosticado com câncer há oito meses, faz uma visita de nove dias à Austrália e Samoa.
Normalmente, as viagens da família real costumam ser acompanhadas de desfiles pelas ruas lotadas de apoiadores agitando bandeiras. Desta vez, a frágil saúde do monarca fez com que tivesse muito menos pompa.
O programa modesto também deve colaborar para atenuar as preocupações dos antimonarquistas com gastos excessivos e banquetes luxuosos.
Manifestantes isolados se reuniram perto da igreja no domingo para pedir a "descolonização" da Austrália.
Segundo uma pesquisa recente, cerca de um terço dos australianos é a favor da abolição da monarquia, um terço é a favor da sua manutenção e um terço não tem opinião sobre o assunto.
O fervor pela monarquia em 2024, porém, é muito menos importante do que durante a última visita real em 2011, quando milhares de pessoas receberam a rainha Elizabeth II, mãe de Charles.
G.Frei--VB