-
Tribunal de apelações dos EUA mantém veto do Pentágono à Anthropic
-
Combates se intensificam no norte da Etiópia
-
Foto de encontro com Xi publicada por Trump parece ter sido retocada com IA
-
Trump e Xi se despedem com poucos resultados, mas com novos encontros previstos
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam sete mortos em Kiev
-
Brasil encerra competição em San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Manchester City é considerado culpado de 114 infrações financeiras, diz The Athletic
-
Rússia reavalia posição sobre negociações de paz após ataques ucranianos, diz Putin
-
"Minha melhor oportunidade", diz Harry Kane sobre disputa da Bola de Ouro
-
Musiala e Havertz são cortados da seleção da Alemanha por lesão
-
México quer aumentar importações dos EUA para reduzir déficit e agradar Trump
-
Justiça dos EUA confirma legalidade do veto do Pentágono à Anthropic
-
ONU eleva para 214 número de empresas ligadas a assentamentos israelenses
-
Colômbia rompe relações diplomáticas com Irã
-
El Niño 'pode implicar em perda sociocultural', diz chef Alex Atala
-
Leão XIV é aclamado em Paris após alertar sobre os riscos da IA
-
El Niño força grandes chefs a adaptarem suas receitas
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam cinco mortos em Kiev
-
Taxistas afegãos voltam a reproduzir música, em desafio ao regime talibã
-
Bob Pettit, primeiro MVP da NBA, morre aos 93 anos
-
Brasil fecha competição de San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Rayan salva empate para Brasil contra Austrália e Ancelotti pede paciência
-
Conselho de Segurança da ONU condena ataques dos houthis contra Arábia Saudita
-
Russell garante a pole position no GP do Azerbaijão de F1
-
'Terror social' de Ricardo Alves Jr. estreia no Festival de San Sebastián
-
Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA
-
Putin acredita que não pode 'recuar', afirma jornalista russo exilado
-
Rayan salva empate para o Brasil no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo
-
Leão XIV alerta na França contra os 'desvios' da ciência e da IA
-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
Zelensky afirma que Trump concordou em conceder a Kiev licenças para mísseis Patriot
-
Leão XIV chega à França para primeira visita de um papa em 18 anos
-
Guerra na Etiópia se intensifica em meio a combates e cortes na internet
-
Papa Leão XIV chega à França para visita há muito esperada
-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
-
EUA 'deve decidir' se quer encerrar guerra, diz presidente iraniano
-
EUA tenta apoiar Musk em batalha legal contra UE
-
Seleção holandesa de Xavi arranca empate com Alemanha de Klopp na Liga das Nações
-
Em tom combativo, Netanyahu dispara contra seus críticos na ONU
-
Portugal estreia na Liga das Nações com vitória sobre País de Gales
-
Com 2 de Haaland, Noruega vence Dinamarca (3-2) na Liga das Nações
EUA e Reino Unido prometem resposta rápida a demandas militares da Ucrânia
Os chefes das diplomacias dos Estados Unidos e do Reino Unido prometeram, nesta quarta-feira (11), em Kiev, tratar com celeridade as reivindicações da Ucrânia sobre poder usar mísseis ocidentais em suas operações militares contra a Rússia.
A visita do secretário de Estado americano, Antony Blinken, e do secretário do Foreing Office - o Ministério das Relações Exteriores britânico -, David Lammy, ocorre em um momento delicado para a Ucrânia, confrontada no leste com a pressão das tropas russas apesar da ofensiva surpresa que lançou no começo de agosto em território russo.
A Ucrânia reivindica insistentemente a autorização para atacar com mísseis de longo alcance, proporcionados pelas potências ocidentais, alvos mais distantes na Rússia, acusada de ter recebido mísseis balísticos do Irã.
"Estamos trabalhando com urgência para continuar garantindo que a Ucrânia tenha o que é preciso para se defender de forma eficaz", declarou Blinken, durante uma coletiva de imprensa, acrescentando que o assunto será abordado na sexta-feira pelo presidente americano, Joe Biden, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
"Nós nos ajustamos e adaptamos à evolução das necessidades, à evolução do campo de batalha, e não tenho nenhuma dúvida de que o continuaremos fazendo à medida que a situação evoluir", afirmou.
"Nosso apoio não se fragilizará, nossa unidade não se romperá", ressaltou Blinken, dizendo que sua visita era um sinal de compromisso com a "vitória" da Ucrânia na guerra iniciada em fevereiro de 2022, quando as tropas russas invadiram a ex-república soviética.
O chanceler ucraniano, Andrii Sibiga, pediu "suspender todas as restrições ao uso de armas americanas e britânicas contra alvos militares legítimos na Rússia".
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou que manteve conversas "substanciais" com Blinken e Lammy sobre "todas as questões essenciais".
"É importante que se escutem os argumentos ucranianos", ressaltou.
Pouco antes, o presidente havia dito que existe um plano para derrotar militarmente a Rússia e que este "depende principalmente do apoio dos Estados Unidos".
Blinken também anunciou, nesta quarta-feira, uma nova ajuda de US$ 717 milhões (R$ cerca de 4 bilhões) para o setor de energia ucraniano, devastado pelos bombardeios russos, o fornecimento de água potável e a desminagem.
- "Centenas" de mísseis antiaéreos -
O novo governo trabalhista enviará este ano para a Ucrânia "centenas de milhares de mísseis de defesa antiaérea adicionais, dezenas de milhares de munições de artilharia adicionais e mais veículos blindados", anunciou Lammy.
O chanceler britânico também reiterou o compromisso de seu governo em enviar uma ajuda econômica de 600 milhões de libras (R$ 4,4 bilhões) para Kiev.
A Ucrânia comemorou na terça-feira o anúncio de um acordo do Fundo Monetário Internacional (FMI), que abre a porta para uma nova parcela de ajuda de 1,1 bilhão de dólares (R$ 6,21 bilhões).
Os aliados ocidentais de Kiev se negaram até o momento a que a Ucrânia use suas armas para atacar o território russo em profundidade, por receio de uma escalada que resulte em um conflito direto com Moscou.
O Departamento de Defesa americano considera, ainda, que esta autorização não seria de forma alguma "decisiva" para mudar o rumo da guerra.
Biden, que quer evitar um conflito direto entre seu país e a Rússia, as duas principais potências nucleares mundiais, admitiu, no entanto, que os Estados Unidos "estão pensando" na possibilidade de consentir com as demandas ucranianas.
Na Rússia, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, alertou que seu país dará uma resposta "apropriada" se isto ocorrer.
- Mísseis iranianos -
"Os russos (...) atingem cada vez mais instalações próximas da fronteira" da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), declarou o chefe da diplomacia ucraniana.
A Lituânia, um importante apoiador da Ucrânia, considerou que os aviões da Otan deslocados nos países bálticos devem derrubar os drones russos nos espaços aéreos do bloco, após vários incidentes envolvendo aeronaves de Moscou.
O debate sobre as restrições ao uso de armas ocorre depois que Washington acusou o Irã, esta semana, de entregar mísseis de curto alcance à Rússia, que poderia usá-los para bombardear o território ucraniano nas próximas semanas.
Segundo a imprensa britânica, Biden, que se reunirá com Starmer na sexta-feira nos Estados Unidos, poderia suspender o veto de Washington para que a Ucrânia use mísseis Storm Shadow de longo alcance em território russo.
Uma das principais demandas da Ucrânia é flexibilizar as restrições ao uso dos sistemas de mísseis táticos ATACMS americanos, que podem atingir alvos a 300 km de distância.
Os Estados Unidos seguem sendo o principal fornecedor de equipamento militar da Ucrânia.
G.Schmid--VB