-
Líder opositora é impedida de retornar à Venezuela
-
Vale do Silício cria sua própria escola para substituir universidade
-
Trump e Delcy se reuniram em Nova York (Casa Branca)
-
EUA e Guatemala anunciam aliança de promotores para enfrentar 'narcopolíticos'
-
Presidente da Colômbia ordena militarização de Santa Marta
-
Fãs de 'Star Wars' prestigiam novo museu de George Lucas
-
Israel critica declaração da França na ONU
-
Escudo das Américas propõe 'medidas coletivas' contra grupos criminosos
-
Maradona teve morte súbita e covid-19 pode ter sido causa, diz testemunha em julgamento
-
Trump se mostra favorável a proibição da exportação de diesel americano
-
Houthis acusam Arábia Saudita de ataques e rei os chama de 'milícia terrorista'
-
Mbappé não participa de treino da seleção francesa devido a gripe
-
Colômbia e Peru agradecem na ONU criação do Escudo das Américas
-
Kast critica ONU por não estar "à altura dos desafios dos nossos tempos"
-
Frente à 'lei da selva', Macron pede que mundo se mantenha 'firme junto à ONU'
-
Senador pede investigação de casamento de Trump Jr., financiado por oligarca russo
-
Irã endureceu condições apresentadas aos EUA para encerrar a guerra, diz Guarda Revolucionária
-
Tufão Dujuan deixa sete mortos e 58.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
Anthropic lança nova versão de Claude em meio a debate sobre a IA
-
Na ONU, Trump ameaça Irã e relembra América Latina do poderio militar dos EUA
-
Atriz Hayden Panettiere morreu por mistura de fentanil e outras substâncias, segundo autoridades
-
UE renova sanções contra Moscou, mas concorda em isentar dois oligarcas russos
-
Presidente da LaLiga responde a críticas do Real Madrid contra arbitragem
-
Cuba critica Trump após ele afirmar na ONU que a ilha 'cairá'
-
Trump rejeita regulamentação internacional da IA
-
Valverde sofre entorse no tornozelo e está fora dos amistosos do Uruguai
-
Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas, apesar de investigado no escândalo do Banco Master
-
Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
-
Lula promete na ONU combater 'inimigos da democracia' a duas semanas das eleições
-
Irã endureceu condições para fim da guerra com EUA, diz porta-voz da Guarda Revolucionária
-
'Fui artilheiro nas grandes competições', diz Mbappé em 'campanha' pela Bola de Ouro
-
Houthis acusam Riade de ataques e são chamados de 'milícia terrorista' por rei saudita
-
Isack Hadjar voltará a correr no GP do Azerbaijão de F1
-
Gonzalo Plata, do Flamengo, é cortado da seleção do Equador por lesão
-
Gucci, Fendi e nova Moschino protagonizam a Semana de Moda de Milão
-
Furacão Polo atinge categoria máxima no Pacífico mexicano
-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
-
Ciclista afegã que se disfarçava de homem para treinar conquista medalha de prata nos Jogos Asiáticos
-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
Israel volta a bombardear Gaza e permanece em alerta por ameaça iraniana
As forças israelenses voltaram a bombardear a Faixa de Gaza, anunciou, nesta sexta-feira (12), o movimento palestino Hamas, em um momento de tensão elevada, depois que o Irã ameaçou responder ao ataque contra seu consulado na Síria, uma ação que atribui a Israel.
A tenaz ofensiva israelense em resposta ao ataque do Hamas de 7 de outubro prossegue, sem direito à trégua para Gaza, submetida a um cerco que deixa a população à beira da fome, segundo a ONU.
Ao mesmo tempo, Catar, Egito e Estados Unidos, que atuam como mediadores para alcançar uma trégua, aguardam as respostas de Israel e do Hamas à proposta mais recente para uma interrupção dos combates que permita, ainda, a libertação de reféns israelenses mantidos em cativeiro em Gaza.
O Hamas informou nesta sexta que dezenas de casas e prédios residenciais foram atacados com explosivos no campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza. As forças israelenses também bombardearam outros setores dessa área, acrescentou.
No bairro de Al Daraj, na Cidade de Gaza, 25 membros da família Al Tabatibi morreram no bombardeio que atingiu um edifício, segundo uma pessoa próxima.
"Bombardeios atingiram Nuseirat durante toda a noite. Só havia fogo e destruição, com mártires caídos nas ruas. Fugimos pela manhã e não temos para onde ir. É a sexta vez que somos deslocados. Gaza se tornou inabitável", declarou Mohamad Al-Rayes, de 61 anos, à AFP.
O Exército israelense relatou ataques contra "mais de 60 alvos terroristas" em Gaza, incluindo postos subterrâneos e infraestruturas militares.
- Ameaças 'críveis' e 'reais' -
Além do conflito em Gaza, aumenta a preocupação com uma eventual escalada regional, depois que o Irã acusou Israel de ser responsável pelo bombardeio contra seu consulado na capital da Síria em 1º de abril, uma ação que matou sete integrantes da Guarda Revolucionária, incluindo dois generais.
A Casa Branca afirmou, nesta sexta, que as ameaças de um ataque iraniano contra Israel são "críveis" e "reais", e os Estados Unidos restringiram os deslocamentos de seu pessoal neste país.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, falou na quinta-feira com o chefe do Pentágono, Lloyd Austin, sobre os preparativos para um ataque iraniano contra Israel.
"Se o Irã atacar de seu território, Israel vai responder e atacar o Irã", alertou o chanceler israelense, Israel Katz.
O presidente americano, Joe Biden, reforçou seu apoio veemente a Israel, apesar das tensões entre o governante democrata e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por divergências sobre a gestão da guerra em Gaza.
O general Michael Erik Kurilla, comandante do Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom) viajou para Israel na quinta-feira.
Enquanto isso, o líder supremo do Irã - arqui-inimigo de Israel e aliado do Hamas -, Ali Khamenei, reiterou na quarta-feira que Israel "será punido".
Neste contexto, o movimento libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, anunciou, nesta sexta", ter disparado "dezenas de foguetes" contra posições israelenses, afirmando que se tratava de uma resposta aos ataques israelenses no sul do Líbano.
Por sua vez, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, pediu aos seus pares da China, Turquia e Arábia Saudita que tentem dissuadir Teerã.
- Negociações e pressão -
O conflito no território palestino começou em 7 de outubro, após o ataque do Hamas contra o sul de Israel, que deixou 1.170 mortos, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados israelenses.
Em resposta, Israel prometeu "aniquilar" o Hamas e lançou uma ofensiva que já deixou 33.634 mortos em Gaza, na maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do território, governado pelo Hamas.
O movimento islamista tomou 250 reféns durante seu ataque, dos quais 129 permanecem em Gaza, incluindo 34 que se acredita que morreram, segundo as autoridades israelenses.
Basem Naim, funcionário de alto escalão do Hamas, afirmou na quinta-feira que o grupo precisa de "tempo e segurança suficientes" para localizar os reféns, questão crucial para as negociações da trégua.
O papa Francisco afirmou nesta sexta sentir-se "angustiado" com o conflito e pediu "um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza", "que os reféns sejam libertados" e mais ajuda para os civis.
A comunidade internacional exige há meses a abertura de novas rotas diretas para levar ajuda ao norte da Faixa de Gaza, onde a crise humanitária é mais grave.
O Exército israelense anunciou, nesta sexta, a abertura de uma nova passagem fronteiriça com o norte. Segundo meios de comunicação, fica perto da localidade israelense de Zikim, não muito longe de Erez, uma passagem que está fechada atualmente.
U.Maertens--VB