-
Presidente da LaLiga critica atitude de Vini Jr e Mbappé com camisa em apoio a Ceuta
-
Indicados às principais categorias do Grammy Latino
-
'Estamos perdendo o controle', diz à AFP pioneiro da IA Yoshua Bengio
-
Chefe da ONU pede 'coordenação global' sobre os riscos da IA
-
Israel ameaça 'terminar o trabalho' em Gaza e expulsar palestinos
-
Modelo de Bukele também seduz o Brasil com vistas às eleições presidenciais
-
Alta dos combustíveis provoca protestos em todo o mundo
-
OMS vê 'sinais promissores' no combate ao ebola na RDC
-
Presidente do Egito rejeita deslocamento da população palestina de Gaza
-
Em 'Resident Evil', Zach Cregger leva o espírito dos videogames ao cinema
-
Seleção Brasileira feminina jogará amistosos contra Argentina e Japão
-
Anitta concorre a Álbum do Ano no Grammy Latino
-
UE propõe proibir redes sociais aos menores de 13 anos
-
IA ameaça aumentar desigualdades de gênero no mercado de trabalho, segundo relatório
-
Seca causada pelo El Niño assola a América Central
-
Vilarejo inglês vota pela independência em protesto contra centro para imigrantes
-
Greta Thunberg critica Ed Sheeran por controvérsia sobre comentários pró-palestinos
-
Renault investirá mais € 319 milhões no Brasil com a chinesa Geely
-
Anistia Internacional acusa Irã de 'crimes contra a humanidade' durante protestos de 2022
-
Líder da UE propõe status de 'membro associado' para o Canadá
-
Líbano quer acordo com Israel e desarmar o Hezbollah sem confronto, diz presidente
-
Desabamento de edifício em Gaza deixa 20 mortos e dezenas de desaparecidos
-
Papa faz alerta contra a dependência dos algoritmos
-
UE propõe proibição das redes sociais aos menores de 13 anos
-
Três mortos em acidente de helicóptero de notícias em Los Angeles
-
CEO da Meta rejeita apelos para desacelerar o desenvolvimento da IA
-
Arábia Saudita acusa houthis de ataque contra Meca
-
EUA prepara pacote de armas bilionário para Israel (imprensa)
-
Assassinatos de ativistas ambientais dobraram em 2025 no Brasil (Global Witness)
-
Fluminense perde para Platense (2-1), mas avança à semifinal da Libertadores
-
Artistas abandonam turnê de Ed Sheeran em apoio a rapper pró-Palestina
-
Técnico da Venezuela deixa Soteldo e Savarino fora de amistosos na Ásia
-
Real Madrid vence Elche com gol salvador de Espí
-
Salvadorenhos denunciam perda de direitos sob governo Bukele
-
Presidente da Finlândia afirma à AFP que Trump "fez bem à Otan"
-
Democratas acusam diretor do FBI de intimidar jornalistas
-
Liverpool elimina Tottenham na Copa da Liga Inglesa; Arsenal também avança
-
Riade e Cairo exigem livre navegação no Mar Vermelho ante bloqueio de rebeldes do Iêmen
-
Messi se despedirá da Argentina em amistoso em outubro, em Buenos Aires
-
México autoriza entrada de militares dos EUA para treinamento
-
Trump anuncia fechamento do Kennedy Center após juiz vetar rebatizá-lo com seu nome
-
Promotores não pedirão pena de morte para filho do cineasta Rob Reiner
-
Lens demite técnico Dino Toppmöller após seis jogos
-
Guerra com Irã custou US$ 38 bi aos EUA, diz Escritório do Orçamento do Congresso
-
Alex Saab, ex-aliado de Maduro, se declara culpado de lavagem de dinheiro nos EUA
-
James Rodríguez anuncia aposentadoria da seleção da Colômbia
-
Helen Mirren mergulha na psicologia de Patricia Highsmith em 'A Talent For Murder'
-
Argentina anuncia primeiros amistosos após saída de Messi
-
Empresa de IA Mistral critica atores que buscam 'fortalecer sua posição no mercado'
-
Juiz decide que nome de Trump não pode ser reincorporado ao Kennedy Center
Ataque à casa de prefeito marca a quinta noite de distúrbios na França
O ataque com um veículo à casa de um prefeito do subúrbio parisiense marcou a quinta noite consecutiva de distúrbios na França, causados pela morte de um jovem de 17 anos pela polícia, embora a violência tenha sido menos intensa do que nas noites anteriores.
A França vive uma onda de violência desde a publicação do vídeo da morte de Nahel, um jovem que foi morto a tiros à queima-roupa por um policial durante um controle de tráfego, na terça-feira, em Nanterre, perto de Paris.
A raiva se transformou em distúrbios na França e em indignação para além de suas fronteiras, especialmente na Argélia, país de origem da família do jovem morto.
O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou uma reunião sobre a situação, neste domingo à noite, com sua primeira-ministra e os ministros do Interior e da Justiça.
Um dos incidentes mais graves ocorreu em uma pequena localidade nos subúrbios de Paris, L'Haÿ-les-Roses, onde um carro colidiu com a casa do prefeito na madrugada deste domingo e depois pegou fogo.
A esposa e um de seus dois filhos pequenos ficaram levemente feridos, enquanto o prefeito, Vincent Jeanbrun, do partido de direita Os Republicanos, estava na prefeitura coordenando a resposta aos distúrbios.
De acordo com o Ministério Público, os primeiros indícios são de que "o veículo foi lançado com a intenção de incendiar a casa".
A primeira-ministra Elisabeth Borne classificou o ataque como "intolerável" e a Associação de Prefeitos da França (AMF) convocou uma manifestação na segunda-feira ao meio-dia (7h em Brasília), em frente às prefeituras de todo o país.
Segundo o presidente da associação, David Lisnard, desde terça-feira "150 prefeituras ou prédios municipais foram atacados".
- Um chamado à calma -
Pela terceira noite consecutiva, o ministro do Interior, Gérald Darmanin, mobilizou 45.000 policiais e gendarmes em todo país.
Na noite de sábado, foram mobilizados até 7.000 em Paris e nos subúrbios da capital, com reforços significativos em Marselha (sul) e Lyon (leste), as principais cidades afetadas no dia anterior pelos confrontos, destruições e saques.
O Ministério do Interior anunciou um total de 719 detenções em todo o país na madrugada de domingo, frente aos 1.300 de sábado. "Uma noite mais tranquila, graças à ação decidida das forças de segurança", disse Darmanin.
Apesar disso, cerca de 45 policiais e gendarmes ficaram feridos, 577 veículos e 74 edifícios foram incendiados e 871 incêndios foram registrados em vias públicas, informou o ministério.
"Chega, parem de vandalizar", pediu a avó de Nahel em entrevista, hoje, à rede BFMTV, um dia após o enterro de seu neto em Nanterre.
"Não quebrem as janelas, não destruam as escolas, os ônibus... são as mães que usam o ônibus", acrescentou.
- Preocupação no exterior -
Macron, que no sábado decidiu adiar sua visita de Estado à Alemanha, enfrenta sua segunda grande crise em poucos meses, após os protestos contra a reforma da Previdência.
O chefe de Governo alemão, Olaf Scholz, disse estar "preocupado" neste domingo, embora tenha se mostrado "totalmente convencido de que o chefe de Estado francês encontrará os meios para que a situação melhore rapidamente".
A violência na França, que sediará a Copa do Mundo de Rúgbi este ano e os Jogos Olímpicos em 2024, preocupa o exterior.
Vários países aconselharam seus cidadãos a não viajarem para as áreas afetadas pela violência.
A ONU alertou, na sexta-feira, para os "profundos" problemas de "racismo e discriminação racial" entre as forças de segurança francesas, considerações que o governo considerou "totalmente infundadas".
A violência e a raiva dos jovens das áreas populares lembram os distúrbios que abalaram a França em 2005, após a morte de dois adolescentes perseguidos pela polícia.
Em Paris e em Marselha, a polícia mobilizou importantes dispositivos de segurança nas regiões centrais.
Na tentativa de conter a espiral de violência, muitas cidades francesas impuseram toque de recolher e proibiram a circulação de ônibus e VLTs a partir das 21h.
O adolescente morto foi enterrado no sábado em Nanterre, perto de Paris.
O policial que atirou, de 38 anos, está detido desde terça-feira, acusado de homicídio doloso.
C.Kovalenko--BTB