-
ONU dialoga com EUA sobre entrada de combustível em Cuba para sua missão humanitária
-
Flick e Joan García concordam: Barça precisa mostrar que aprendeu com seus erros
-
Lula insta África do Sul a cooperar na defesa: 'Qualquer dia alguém invade a gente'
-
Técnico do Iraque pede que repescagem para Copa do Mundo seja adiada
-
Congresso dividido antecipa batalha pela presidência na Colômbia
-
São Paulo anuncia saída do técnico argentino Hernán Crespo
-
Anthropic processa o governo dos EUA por disputa sobre o uso de sua IA
-
Empresas mexicanas denunciam medidas dos EUA que corroem T-MEC
-
Mulher é presa por atirar contra mansão de Rihanna em Los Angeles
-
Sem Marcelo Moreno, Bolívia anuncia convocados para repescagem da Copa do Mundo
-
Detidos por lançar explosivos em protesto em NY são acusados de terrorismo
-
Começa julgamento contra Gerry Adams por denúncias de vítimas do IRA
-
Trump diz que Austrália concederá asilo a algumas jogadoras da seleção de futebol do Irã
-
Guerra no Oriente Médio põe à prova aliança entre Trump e Infantino
-
Live Nation chega a acordo com governo dos EUA em caso antimonopólio
-
Guerra no Oriente Médio faz petróleo disparar e gera perdas nas bolsas
-
G7 considera liberar reservas estratégicas de petróleo, mas 'ainda não'
-
Fórmula 1 organiza primeiro GP da temporada com sucesso, apesar da guerra no Oriente Médio
-
A estratégia ucraniana para neutralizar os drones iranianos
-
Ex-Farc reafirmam 'compromisso' com a paz em despedida como partido político na Colômbia
-
Benicio del Toro diz que seu personagem indicado ao Oscar tem 'muito' de si
-
Xavi diz que presidente do Barcelona vetou retorno de Messi em 2023
-
Otan derruba segundo míssil iraniano no espaço aéreo da Turquia
-
Governo da Bélgica denuncia 'ato antissemita' após explosão diante de sinagoga em Liege
-
Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã e influente sucessor de seu pai
-
Como uma estrada no deserto da Califórnia redefiniu 'Uma Batalha Após a Outra'
-
Demanda europeia mantém o comércio de armas em alta, aponta estudo
-
Cotação do petróleo dispara após eleição do filho de Khamenei como novo líder do Irã
-
Mulheres 50+ ganham visibilidade na moda
-
Bolsas registram quedas expressivas e cotação do petróleo dispara com a guerra no Oriente Médio
-
Redução da presença militar chinesa perto de Taiwan provoca dúvidas
-
Esquerda de Petro será uma das principais forças no Congresso da Colômbia
-
João Fonseca atropela Tommy Paul e vai enfrentar Sinner nas oitavas de Indian Wells
-
Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher
-
Ex-presidente da Colômbia nega vínculos com caso Epstein
-
Milan vence Inter e diminui distância para rival no Italiano; Roma sai do G4
-
Genesis GV60 Magma antes do lançamento
-
Irã nomeia filho de Khamenei como novo líder supremo
-
Mojtaba Khamenei, um sucessor influente de seu pai
-
Radares de velocidade: uma fraude descarada ou uma necessidade?
-
Alemanha: o «boom» dos carros elétricos continua frágil
-
Talento local e disciplina japonesa: a mistura do Brasil no Clássico Mundial de Beisebol
-
Alemanha: A fúria dos combustíveis e o ano eleitoral de 2026
-
Polícia diz que explosivo improvisado foi lançado perto de protesto antimuçulmano em Nova York
-
Villarreal vence Elche e segue na cola do Atlético de Madrid no Espanhol
-
Sunderland e Fulham caem nas oitavas de final da Copa da Inglaterra
-
Trump alerta que novo líder iraniano 'não vai durar muito' sem a sua aprovação
-
Depósitos de combustível incendiados mergulham Teerã na escuridão
-
Lucas Pinheiro Braathen termina em 3º no slalom de Kranjska Gora
-
Lens vence Mets e fica a um ponto do líder PSG
Sabalenka defende expansão dos jogos de Grand Slam para 5 sets; Swiatek e outras se opõem à ideia
A bielorrussa Aryna Sabalenka, número um do mundo, manifestou seu apoio nesta terça-feira (3) à proposta de que as partidas femininas sejam disputadas em melhor de cinco sets nas fases finais dos torneios do Grand Slam.
Em uma coletiva de imprensa em Indian Wells, no deserto da Califórnia, onde o torneio WTA 1000 começa na quarta-feira, Sabalenka afirmou acreditar que estender as partidas para cinco sets beneficiaria seu jogo.
"Sim, vamos fazer isso", disse a quatro vezes campeã do Grand Slam ao ser questionada sobre a ideia, que foi apresentada pelo futuro presidente da Associação de Tênis dos Estados Unidos (USTA), Craig Tiley, durante o Aberto da Austrália no início deste ano.
"Sinto que eu provavelmente teria vencido mais Grand Slams", acrescentou Sabalenka. "Fisicamente, sou muito forte e tenho certeza de que meu corpo aguenta. Então, vamos nessa".
Tiley, ex-diretor do Aberto da Austrália e nomeado novo presidente da USTA na semana passada, disse em entrevista ao The New York Times no mês passado que a mudança para cinco sets deveria ser discutida a partir das quartas de final femininas dos Grand Slams.
"Todas as pesquisas mostram que o interesse aumenta conforme a partida avança", disse Tiley. "Como esporte, precisamos evoluir".
Mas, enquanto Sabalenka apoiava a mudança, outras jogadoras se mostraram mais cautelosas.
- Vozes contrárias -
"Quero dizer, provavelmente me beneficiaria, porque fisicamente estou no mesmo nível das melhores, mas provavelmente não gostaria que acontecesse", disse aos repórteres a atual campeã de Roland Garros, a americana Coco Gauff.
"E se acontecesse, eu preferiria que fosse para todo o torneio, não apenas a partir das quartas de final. Acho que mudar o formato no meio do torneio prejudica a igualdade de condições", acrescentou.
Enquanto isso, a polonesa Iga Swiatek, número dois do ranking mundial, se opôs veementemente à ideia e questionou a sugestão de que isso aumentaria a audiência.
"Honestamente, acho uma abordagem estranha em um mundo onde tudo está ficando mais rápido", disse ela. "Então, sinceramente, não sei se o público gostaria disso".
"Além disso, não sei se conseguiríamos manter esse nível por cinco sets. É fato que os homens são fisicamente mais fortes e conseguem aguentar melhor", acrescentou Swiatek.
A tenista polonesa alertou que as exigências físicas também obrigariam as jogadoras a ajustar seus calendários, o que poderia resultar em menos torneios.
"Nunca treinamos de uma forma que nos preparasse para isso, então teríamos que mudar, eu acho, todo o nosso calendário, porque os Grand Slams seriam tão difíceis que, sinceramente, não acho que teríamos tempo para nos preparar para outros torneios", afirmou.
"Acho que isso mudaria muita coisa. E não para melhor, eu acho."
Por sua vez, a quinta colocada no ranking mundial, a americana Jessica Pegula, concordou com as palavras de Swiatek e afirmou que, embora cinco sets estejam dentro das capacidades físicas das mulheres, uma mudança poderia ser contraproducente.
"Acho que temos atletas femininas incríveis e, honestamente, acho que poderíamos fazer isso", disse a americana.
"Não acho que não possamos. Simplesmente não acho que devamos", explicou Pegula.
"Nesse sentido, nem sei como os torneios seriam organizados. Teríamos que adicionar semanas. Não conseguimos cumprir nem o calendário atual. Então, não tenho certeza de como isso funcionaria para a experiência dos fãs", concluiu.
A.Kunz--VB