-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
Rússia denuncia campanha de 'neutralização' de seus melhores atletas para Jogos de 2024
A Rússia denunciou nesta sexta-feira (15) uma campanha de "neutralização" de seus melhores atletas, cuja participação nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 está sujeita a critérios "humilhantes" do Comitê Olímpico Internacional (COI), segundo Moscou.
O COI autorizou na semana passada a participação de atletas russos e bielorrussos nos Jogos de Paris 2024 (26 de julho a 11 de agosto) sob várias condições: participar sob bandeira neutra, fora as provas por equipes, se não tiverem apoiado ativamente a ofensiva da Rússia sobre a Ucrânia e se passarem pelo processo de classificação.
No momento, somente 11 atletas cumprem esses critérios, oito russos e três bielorrussos, enquanto a delegação ucraniana já conta com 60, informou o COI em seu anúncio.
"Com seus critérios e parâmetros inventados que não só vão contra a Carta Olímpica, mas também desvalorizam completamente seus princípios, o COI lançou uma campanha internacional de 'neutralização' de nossos atletas", reagiu em entrevista coletiva nesta sexta-feira o presidente do Comitê Olímpico Russo, Stanislav Pozdniakov.
"Estas condições artificiais e com motivações políticas eliminam a grande maioria dos nossos melhores atletas e colocam os que se classificam em uma situação de desigualdade, excluindo uma competição honesta", acrescentou.
Além disso, Pozdniakov disse que o número de 11 classificados é "humilhante" e destacou que "milhares de atletas" tinham sido "fisicamente privados de seu sonho".
O dirigente também pediu aos atletas russos classificados de acordo com os critérios do COI que "examinem minuciosamente todas as nuances das condições propostas" para que não se tornem "reféns dos interesses de outros".
Na quinta-feira, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, também criticou a decisão do COI, avaliando que o comitê assumia o risco de "enterrar o movimento olímpico".
Além disso, Putin afirmou que quer "analisar detalhadamente as condições" antes de tomar uma decisão final sobre a participação ou o boicote dos atletas russos aos Jogos de Paris.
D.Bachmann--VB