-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
Messi, de sua primeira Copa do Mundo a sua oitava Bola de Ouro
Em pouco mais de dez meses, Lionel Messi ergueu dois troféus, sua primeira Copa do Mundo conquistada com a Argentina no Catar, em dezembro de 2022, e a Bola de Ouro desta segunda-feira (30) em Paris, a oitava para um jogador que aos 36 anos mantém seu status oficial de 'melhor do mundo'.
O seu regresso à capital francesa não poderia ter sido mais triunfante. Depois de uma última temporada discreta no Paris Saint-Germain, na qual, embora tenha vencido a Ligue 1, se despediu na segunda fase da Liga dos Campeões, e ainda recebeu algumas vaias da torcida no Parque dos Príncipes, o jogador da cidade de Rosario foi ovacionado pelo teatro Châtelet, apesar de ter derrotado a França na final do Mundial.
Porque poucas vezes os sete jogos da Copa tiveram tanto peso na conquista do mais prestigiado prêmio individual do futebol mundial, que celebrou nesta segunda-feira a sua 67ª edição.
- Copa do Mundo decisiva -
A alteração do regulamento que estabelece o início e o fim da temporada entre agosto e julho, como período de contabilização do desempenho dos jogadores em detrimento do ano natural, permitiu a inclusão da Copa do Mundo do Catar.
"Não seria lógico não dar a Bola de Ouro ao melhor jogador da história, num ano em que venceu a Copa do Mundo", disse o belga Eden Hazard no domingo no programa de televisão francês Téléfoot.
Messi contribuiu para a terceira estrela no peito da seleção 'Albiceleste' com sete gols, dois deles na final, e marcando em seis dos sete jogos disputados pela seleção argentina.
Embora na temporada 2022-2023 tenha conquistado uma nova Ligue 1 com o PSG, ele não conseguiu se despedir do futebol europeu vencendo uma quinta Liga dos Campeões, apesar de jogar ao lado de Neymar e Kylian Mbappé, vice-campeão mundial.
Já na Bola de Ouro anterior, a sétima em sua galeria, em 2021, a Copa América conquistada com sua seleção, que pôs fim a várias décadas de decepções, teve peso decisivo na votação.
- 14 anos de diferença -
Mais de 14 anos se passaram desde seu primeiro prêmio de melhor jogador do mundo, e mais de duas décadas desde que o Barcelona tomou conhecimento de uma criança com um dom especial para jogar futebol, que só precisava de um tratamento hormonal caro para se desenvolver fisicamente, algo que seu clube, o Newell's Old Boys, não tinha condições de pagar.
O Barça aceitou o desafio e o resto é história.
Quatro Champions Leagues, dez Ligas, sete Copas do Rei, três Mundiais de Clubes, oito Supercopas da Espanha e três Supercopas Europeias.
Depois de estrear no Barça sob o comando de Frank Rijkaard, Messi adquiriu a aura de estrela planetária com Pep Guardiola à beira do campo, e bem acompanhado por Andrés Iniesta, Xavi Hernández e, mais recentemente, por Luis Suárez e Neymar.
Com a equipe 'culé' marcou 672 gols em 778 jogos, através de uma transição bem-sucedida do atacante para a função de 'falso 9' com presença em todos os setores do ataque.
Seus sucessos no Barça contrastaram com as recorrentes decepções com a Albiceleste - derrotas nas finais de Copa América em 2007, 2015 e 2016 e da Copa do Mundo de 2014 -, que continuaram a alimentar comparações com Diego Maradona, no qual nem sempre saía vencedor.
Sua atuação no PSG parecia distanciá-lo de qualquer chance de reencontrar a Bola de Ouro, mas então veio a Copa do Mundo do Catar para que as palavras do técnico que talvez o conheça melhor façam mais sentido.
"A Bola de Ouro deveria ter duas categorias, uma para Messi e outra para os demais", disse Pep Guardiola.
K.Sutter--VB