-
Ciberataque afeta refrigeração de sete supermercados Intermarché
-
Melhores TVs com Roku OS para comprar em 2026: análise de modelos e especificações
-
Apple alerta que preços de iPhones podem subir em 2027 devido à crise de chips
-
Mercados e economia: os principais acontecimentos de 2 de novembro
-
Volkswagen Virtus 2027: veja preços, versões e equipamentos do sedã compacto
-
Boca Livre e Edu Lobo encerram domingo da FLIM com apresentação gratuita
-
Leapmotor B03X chega ao Brasil com duas versões para evitar erro do B10
-
Finados leva famílias ao Cemitério São Gonçalo
-
Niterói amplia ações do Novembro Azul contra tabu dos exames preventivos
-
Atacante Jesús de Miguel morre após colisão fatal com goleiro no futebol espanhol
-
Túmulo de Paulinho Milagreiro mantém tradição de fé em Niterói
-
Sinistralidade do seguro de crédito interno dispara para 292,4% em agosto
-
Três pessoas baleadas em diferentes bairros de São Gonçalo na tarde de domingo
-
Adolescente de 14 anos morre afogado em lago de São Gonçalo
-
Concurso da Guarda Municipal mantém inscrições abertas até 18 de novembro
-
Exposição itinerante do Museu do Aljube chega a Palmela e Pinhal Novo
-
Novas regras para atendimento ao consumidor entram em vigor
-
Ministra anuncia apoio de até 15 mil euros para compra de carros elétricos a famílias carenciadas
-
Duas pessoas morrem em acidente de asa-delta em São Conrado
-
Megafone debate mobilidade e direitos na Área Metropolitana de Lisboa
-
Gabigol contesta queda do Santos e questiona arbitragem após derrota
-
Andrey Santos explica opção pelo Vasco após conversas com o Palmeiras
-
Madrugada de quarta-feira será a mais fria da semana com mínimas perto dos 0 ºC
-
Novo formato mantém acesso à Série B em aberto na reta final
-
Google desmantela rede criminosa com backdoors em caixas Android TV
-
Matheus Bidu atua com hérnia pelo Corinthians e fará cirurgia no fim de 2026
-
Queda de asa-delta em São Conrado provoca duas mortes
-
Flávio Bolsonaro reaparece em culto na Flórida após deixar o Brasil
-
Defesa de Daniel Vorcaro leva caso à Comissão Interamericana contra o Brasil
Houthis do Iêmen denunciam represálias sauditas após ofensiva que feriu dezenas
Os rebeldes do Iêmen afirmaram que a Arábia Saudita respondeu, nesta terça-feira (8), com bombardeios aos ataques dos houthis contra instalações petrolíferas, que deixaram dezenas de feridos, em meio à escalada dos combates devido à ofensiva insurgente em direção ao Estreito de Bab al-Mandeb, no Mar Vermelho.
Mais de 500 pessoas morreram desde que os rebeldes houthis lançaram uma ofensiva na semana passada para avançar em direção ao Mar Vermelho, segundo uma contagem da AFP baseada em fontes de ambos os lados.
Este país empobrecido da Península Arábica mergulhou novamente na guerra em julho após mais de quatro anos de trégua entre os houthis e o governo iemenita, apoiado pela Arábia Saudita.
Em meio ao impasse entre os Estados Unidos e o Irã, aliado dos houthis, pelo controle do tráfego marítimo no Oriente Médio, os combates foram retomados no Iêmen.
As hostilidades se intensificaram depois que os rebeldes lançaram, na semana passada, uma nova ofensiva com o objetivo, entre outros, de avançar em direção às áreas que margeiam o estratégico Estreito de Bab al-Mandeb.
O número de mortos inclui pelo menos 216 soldados do governo e 278 combatentes houthis, além de 29 civis, segundo fontes de ambos os lados, que pediram anonimato.
Os rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, atacaram vários alvos no sudoeste da Arábia Saudita, incluindo instalações pertencentes à gigante petrolífera Aramco, onde 73 pessoas ficaram feridas, informaram ambos os lados nesta terça-feira.
Segundo o Ansarollah, um veículo de comunicação próximo aos houthis, os rebeldes usaram drones e mísseis para atacar o aeroporto internacional de Abha, a base aérea Rei Khalid e instalações da petrolífera saudita Aramco em Abha e Jizan.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou os ataques dos rebeldes, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que “a mão iraniana” está por trás das ações lançadas pelos houthis.
"Os houthis, em muitos aspectos, são agentes e representantes dos iranianos. Creio que por trás de parte disso está claramente a mão iraniana", declarou Rubio.
O porta-voz dos houthis, Yahya Saree, reivindicou a autoria do ataque pouco depois, alegando "uma operação militar de grande escala e amplo alcance", utilizando "dezenas de mísseis balísticos e drones", em resposta a "121 bombardeios" realizados por Riade no Iêmen nos últimos três dias.
Os bombardeios atingiram "locais civis e econômicos" e resultaram em 73 civis feridos, afirmou em comunicado a coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, acrescentando que tomará "todas as medidas e ações necessárias para responder à origem da ameaça e neutralizar o perigo que ela representa".
- Preço do petróleo sobe -
Os houthis, que lançaram uma ofensiva no Iêmen nos últimos dias, acusaram Riade, na segunda-feira, de atacar várias partes do país em uma guerra cada vez mais intensa.
Segundo a agência de notícias Saba, ligada ao movimento rebelde, mísseis e aviões sauditas atingiram a província de Jawf, no norte do país, as províncias centrais de Al Bayda e Marib, e a província de Taiz, no sudoeste.
Os ataques afetaram, entre outros locais, a prisão de Al Hazm, na província de Jawf, onde 11 pessoas morreram, incluindo uma criança que havia ido visitar um parente, de acordo com a mesma fonte.
O Estreito de Bab el-Mandeb, uma rota comercial estratégica que liga a Ásia à Europa através do Mar Vermelho e do Canal de Suez, ganhou ainda mais importância desde o início da guerra no Oriente Médio e o bloqueio iraniano do Estreito de Ormuz, do outro lado da Península Arábica.
O Iêmen é o país mais recente a ser arrastado para o conflito regional desencadeado pela ofensiva conjunta dos EUA e de Israel contra o Irã no final de fevereiro. Os rebeldes houthis declararam um bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita e começaram a atacar navios sauditas em julho.
Isso impactou as exportações de petróleo do reino, um importante produtor global, cujas vendas já haviam sido afetadas pelo bloqueio iraniano do Estreito de Ormuz. Com essas últimas ofensivas, o preço do petróleo se aproxima dos US$ 100 por barril.
A escalada dos combates forçou quase 20.000 pessoas a abandonar suas casas, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM).
O Iêmen está mergulhado em uma guerra civil desde 2014, quando os houthis lançaram uma grande ofensiva a partir de seu reduto em Saada, no norte, e tomaram o controle de grandes áreas do país, incluindo a capital, Saná.
L.Stucki--VB