-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
Hospitais africanos correm o risco de ficar sem o principal anestésico usado em cirurgias pediátricas, cujos estoques podem se esgotar em 2027, alertou uma organização beneficente.
Na África Subsaariana, o halotano continua sendo o anestésico mais usado em cirurgias infantis, principalmente porque custa entre sete e dez vezes menos que o sevoflurano, medicamento que o substituiu na maior parte do mundo.
O último fabricante de halotano encerrou suas atividades na Índia em 2023, e as reservas estão se esgotando rapidamente em toda a África.
"Não sabemos exatamente quando, mas poderíamos ficar sem halotano até o fim de 2027", afirmou a médica Elizabeth Igaga, anestesiologista em Uganda.
Igaga é responsável pela segurança de programas da Smile Train, ONG que realiza mais de 100 mil cirurgias por ano para corrigir fissura labiopalatina, 90% delas em crianças.
- "Pânico" -
O anúncio de que o halotano deixaria de ser produzido "provocou pânico nacional" na Zâmbia, afirmou o médico Sompwe Mwansa, presidente da Sociedade de Anestesistas do país.
A Federação Mundial de Sociedades de Anestesiologistas pediu em 2024 aos governos africanos que destinassem orçamento com urgência para a transição.
A mudança representa milhões de dólares (dezenas de milhões de reais) adicionais para países com orçamentos de saúde já apertados, situação agravada pelos cortes na ajuda internacional procedente de países ocidentais nos últimos 18 meses.
"É muito possível que isso resulte em uma redução da nossa capacidade cirúrgica", advertiu Mwansa. "É muito preocupante", acrescentou.
A Smile Train ajuda na transição, mas defende que os governos africanos assumam a responsabilidade pelo problema.
"Estamos felizes em apoiar, mas também precisamos que eles façam a parte deles", afirmou Igaga.
R.Kloeti--VB