-
Colonos israelenses atacam aldeia na Cisjordânia e incendeiam duas casas
-
Trump defende "autorregulação" da inteligência artificial diante de líderes do setor
-
Scaloni diz que há 'predisposição de ambas as partes' para continuar na Argentina
-
Queda de braço entre Fifa e Uefa ganha novo capítulo
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater crise habitacional
-
Investigação descarta explosivos em possível plano de ataque a base britânica
-
Roubo de celulares no Brasil, um pesadelo de segurança em cada bolso
-
Mãe americana que matou os 3 filhos busca absolvição após ter julgamento anulado
-
OpenAI lança modelo de IA mais barato após descartar outro considerado inseguro
-
Malásia começa a repatriar milhares de migrantes de Mianmar
-
'O futebol não precisa de imperadores', diz presidente da Uefa sobre Infantino
-
Advogada de centro-direita é a primeira mulher chefe de Governo do Marrocos
-
Tensão social aumenta na França com greve de funcionários e protesto estudantil
-
Premier League considera Manchester City culpado de infrações financeiras 'graves'
-
Pacífico mexicano resiste à passagem do furacão Polo
-
Lula sanciona lei de incentivo ao futebol feminino a um ano da Copa do Mundo no Brasil
-
Emissário russo se reuniu com funcionários dos EUA para tratar da Ucrânia
-
Burnham vai propor 'diferentes opções' para as relações entre Reino Unido e UE
-
Com coleção folk e floral, Anderson reafirma seu estilo na Dior
-
ONU prorroga por seis meses missão da força antigangues no Haiti
-
UE espera preços da energia 'muito elevados' neste inverno
-
Às vésperas das eleições, Lula se inspira em Bad Bunny para criticar Trump
-
Aston Martin confirma Alonso e Stroll como pilotos para temporada 2027
-
Diretor da Torre Eiffel deixará cargo por afastar funcionárias durante visita
-
Desemprego no Brasil se mantém em mínimo histórico às vésperas da eleição
-
Aluno mata professora em ataque com faca na Eslováquia
-
Ancelotti testa jogadores e Brasil vence a Austrália por 4-2 em amistoso
-
Homem que passou décadas no corredor da morte nos EUA é libertado
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater a crise habitacional
-
Deserções em queda livre na Coreia do Norte
-
Irã ameaça com mais ataques e aguarda resposta dos Estados Unidos sobre Ormuz
-
Mistério no Reino Unido após libertação de suspeitos de planejar atacar base militar
-
Executivos da IA se reúnem com Trump na Casa Branca
-
Cortes ameaçam suspender ajuda a mais de 8 milhões de refugiados, alerta ONU
-
Fifa acusa Uefa de campanha de desinformação sobre projeto frustrado de capital privado
-
Coreia do Sul denuncia 'violação do armistício' em zona desmilitarizada com o Norte
-
Senado americano aprova reforma histórica do esporte universitário
-
Furacão Polo atinge o México
-
Irã afirma que aguarda resposta dos Estados Unidos sobre plano para reabrir Ormuz
-
França vence Bélgica (1-0) na Liga das Nações com golaço de Olise
-
Infantino abre portas para fundos adicionais aos 211 membros da Fifa
-
Papa pede que se leve "a sério" as preocupações sobre a IA
-
Itália reage e goleia Turquia na 1ª vitória desde o retorno de Mancini
UE desbloqueará enormes recursos para a Hungria que estavam congelados sob o governo Orban
A presidente da Comissão Europeia anunciou, nesta sexta-feira (29), a liberação de mais de 16 bilhões de euros (aproximadamente 94 bilhões de reais) em fundos destinados à Hungria, que haviam sido congelados durante o governo de Viktor Orban.
Ursula von der Leyen especificou que a liberação está condicionada à implementação de reformas pelo novo primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar.
"Seu governo avança de forma rápida e decisiva", declarou a presidente da Comissão, o braço Executivo da UE, durante uma coletiva de imprensa em Bruxelas, na presença do novo primeiro-ministro húngaro.
A alta autoridade elogiou as reformas realizadas em benefício "da Hungria (...) e da União Europeia".
A vitória de Magyar nas eleições húngaras em meados de abril trouxe enorme alívio a Bruxelas, que havia sido obrigada a lidar durante 16 anos com o nacionalista Orban, um primeiro-ministro próximo a Vladimir Putin e Donald Trump que bloqueou inúmeras iniciativas de apoio à Ucrânia.
Magyar, um conservador, foi recebido de braços abertos pelos chefes das instituições europeias, que celebraram um "novo ímpeto" para a Europa.
"Faz apenas algumas semanas, mas já sentimos uma forte brisa de mudança soprando pela Hungria", observou Von der Leyen.
No entanto, uma questão crucial entre Budapeste e Bruxelas permaneceu sem solução: os bilhões de euros destinados à Hungria e congelados pela UE.
Esses fundos foram bloqueados como parte de vários processos iniciados contra as políticas de Orban, particularmente aquelas relacionadas aos direitos das pessoas LGBTQIAPN+ e dos solicitantes de asilo.
Magyar havia tornado a recuperação desses fundos uma prioridade absoluta e descreveu a liberação dos 16 bilhões de euros, anunciada nesta sexta-feira, como "histórica".
"Se me derem essa quantia toda vez que venho aqui, corro o risco de vir com mais frequência", brincou.
Von der Leyen esclareceu que a liberação desses fundos dependia da implementação de reformas pelo governo húngaro.
"Estabelecemos um marco sólido para garantir que a Hungria resolva as questões relacionadas à corrupção e ao Estado de Direito", observou ela.
R.Braegger--VB