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Argentina busca acordo de US$ 20 bilhões com o FMI
A Argentina solicitou um empréstimo de US$ 20 bilhões (R$ 114,5 bilhões) ao Fundo Monetário Internacional (FMI), que ainda precisa ser aprovado pelo conselho de administração da instituição financeira, anunciou o ministro da Economia argentino, Luis Caputo, nesta quinta-feira (27).
"O valor é de US$ 20 bilhões", disse o ministro, que também anunciou que a Argentina está negociando "um pacote adicional" com outras organizações, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para fortalecer suas reservas em meio à forte pressão cambial sobre o peso.
O governo divulgou os números do acordo preliminar para conter a corrida contra o peso, que drenou as reservas em mais de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,8 bilhões) na semana passada.
O ministro revelou que a divulgação do valor foi acertada após conversas com o órgão que visam contribuir para a amenização do câmbio, já que as reservas do Banco Central fecharam na quarta-feira em US$ 26,426 bilhões (R$ 151 bilhões), informou o órgão.
O novo empréstimo será adicionado a um acordo existente de US$ 44 bilhões assinado em 2018 (R$ 170 bilhões na cotação da época), que representava a maior dívida do país sul-americano com a organização internacional.
- "Tentativa de desestabilizar" -
A divulgação do valor de um acordo antes que ele seja submetido ao conselho do FMI para aprovação é incomum.
O ministro considerou que a corrida contra o peso não se explica pela fragilidade das reservas do Banco Central, mas sim por uma "tentativa de desestabilizar o governo do presidente Javier Milei", pela qual culpou a "oposição".
"Falando ontem (quarta-feira) com a diretora do FMI (Kristalina Georgieva), eu disse a ela que, como pode levar algumas semanas até que o conselho seja convocado, e considerando que os rumores são os mais prováveis de fazer isso, seria pelo menos bom se pudesse dizer o valor que concordamos e que a equipe submeterá para aprovação do conselho, que é quem decide", disse Caputo.
Sobre o destino dos recursos, o ministro afirmou que "não serão usados para financiar despesas, mas sim para recapitalizar o patrimônio do Banco Central".
"Quando você olha para as reservas brutas e adiciona o que está vindo (do FMI), essas reservas aumentarão em cerca de US$ 50 bilhões (R$ 286 bilhões)", disse Caputo.
Com esses novos fundos, "vamos acabar com o estresse do dólar na Argentina", acrescentou.
A pressão sobre o peso e seu eventual impacto nos preços representam um risco para o governo do ultraliberal Javier Milei, que fez do controle da inflação sua principal conquista, reduzindo-a de 211% em 2023 para 118% no ano passado, embora ao custo de uma severa política de austeridade fiscal.
"Estamos convencidos de que a Argentina vai 'virar o jogo', evitamos a crise", afirmou o ministro Caputo.
Apesar do compromisso do governo de suspender os controles cambiais em vigor na Argentina desde 2018, a escassez de moedas impediu que avançasse nesse sentido.
Na Argentina, cinco tipos de cotação do dólar coexistem com um mercado clandestino próspero, no qual a chamada moeda "blue" foi negociada acima de 1.300 pesos (R$ 7) por dólar na quarta-feira, enquanto a taxa de câmbio oficial ficou em 1.091 pesos (R$ 5,8), a maior diferença em mais de seis meses.
C.Koch--VB