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Trump coloca o pé no acelerador em sua campanha anti-imigração
Por bem ou por mal: este parece ser o lema do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em menos de três semanas, o republicano lançou uma campanha anti-imigração e forçou, por meio de ameaças, alguns países latino-americanos a colaborarem com suas medidas.
O magnata de 78 anos tem pressa para cumprir sua principal promessa de campanha: expulsar os migrantes em situação irregular, a quem chamou de "selvagens", "criminosos" ou "animais" que "envenenam o sangue" do país.
Ele tem à sua disposição toda a máquina governamental, à frente da qual colocou leais aliados dispostos a cumprir ordens, incluindo o Pentágono e os departamentos de Estado, Justiça e Segurança Interna.
Seu chefe da diplomacia, Marco Rubio, resumiu tudo em uma frase em um artigo no Wall Street Journal antes de partir para uma viagem rumo ao Panamá, Costa Rica, El Salvador, Guatemala e República Dominicana.
"Alguns países cooperam conosco com entusiasmo, outros nem tanto. Os primeiros serão recompensados. Quanto aos segundos, o presidente Trump já demonstrou que está mais do que disposto a usar a considerável influência dos Estados Unidos para proteger nossos interesses", escreveu.
Dito e feito. O secretário de Estado fez vários progressos nesta viagem, centrada na segurança das fronteiras, na luta contra a migração ilegal e na influência da China no Canal do Panamá, cujo controle Trump ameaça "recuperar".
O Panamá cancelou o acordo econômico da Nova Rota da Seda com Pequim, mas não cedeu nas tarifas do canal, apesar de Rubio considerar "absurdo" que os navios da marinha dos Estados Unidos paguem para atravessá-lo.
A Costa Rica prometeu endurecer a luta contra o crime organizado, Guatemala aceitou mais voos de migrantes deportados, incluindo estrangeiros, e El Salvador propôs receber em um megapresídio deportados condenados de qualquer nacionalidade e prisioneiros americanos.
Chad Wolf, diretor do America First Policy Institute, uma organização conservadora que promove a agenda trumpista e que ocupou um alto cargo durante o primeiro mandato de Trump (2017 a 2021), considera que a palavra-chave é "velocidade".
- "Pouco convencionais" -
Para alcançar os objetivos de Trump, "vão ter que se mover em um ritmo que acredito que o governo federal não está acostumado a lidar, e para fazer isso, terão que fazer algumas coisas pouco convencionais", declarou nesta semana em um fórum no Wilson Center, nos Estados Unidos.
Embora o governo dure quatro anos, Trump tem menos de dois pela frente, já que em um ano e meio estará em campanha para as eleições de meio de mandato.
Para ir rápido, a administração republicana recorre à ameaça das tarifas, uma das palavras favoritas de Trump.
O México teve que fazer concessões, como enviar 10.000 militares à sua fronteira com os Estados Unidos para combater o tráfico de fentanil, com objetivo de ganhar tempo e evitar tarifas de 25% sobre suas exportações. O Canadá também cedeu, e a China, na falta de acordo, recebeu nesta semana uma tarifa adicional de 10% sobre seus produtos.
A Colômbia se negou a deixar aviões militares com migrantes expulsos por Washington aterrissarem, mas optou por negociar um acordo para evitar tarifas aduaneiras.
Segundo a administração republicana, até o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que Washington considera ilegítimo, aceitou receber voos de migrantes deportados. Caracas ainda não confirmou.
Desde que voltou à Casa Branca em 20 de janeiro, o magnata tem avançado a passos largos em todas as frentes com decretos, e a migração não escapa à regra.
Trump cancelou as vias legais estabelecidas por seu antecessor democrata Joe Biden, como o aplicativo de telefone CBP One, lançou operações de imigração em várias cidades, revogou uma ordem que impedia a expulsão de centenas de milhares de venezuelanos e declarou os cartéis e gangues como organizações terroristas.
- Freio judicial -
A lista continua crescendo quase diariamente. Sua última medida foi enviar migrantes para a base americana de Guantánamo, em Cuba, por onde passaram centenas de prisioneiros acusados de terrorismo, embora o local também tenha sido usado para confinar solicitantes de asilo.
Os tribunais parecem ser o único obstáculo para seus planos.
Uma juíza federal já bloqueou um decreto de Trump que restringia a cidadania por nascimento nos Estados Unidos.
"Muitas das ordens executivas que a primeira administração Trump tomou e as que estão sendo feitas agora terminarão sendo litigadas e provavelmente bloqueadas, e isso torna muito difícil alcançar os objetivos", reconheceu Blas Núñez-Neto, ex-subsecretário do Departamento de Segurança Interna (DHS) no Wilson Center.
U.Maertens--VB