-
'Miliciano', 'corrupto': Lula e Flávio se insultam em primeiro debate eleitoral
-
Lazio vence Juventus e assume a liderança da Serie A
-
Trump declara apoio a Netanyahu antes de eleições acirradas em Israel
-
Avião procedente de Israel faz pouso de emergência após ameaça de bomba
-
Real Madrid goleia Sevilla (4-1) com dois gols de Mbappé e é 3º no Espanhol
-
Lula e Flávio se enfrentam em debate a uma semana do segundo turno
-
Lyon vence Nice (1-0) e assume liderança da Ligue 1
-
Zelensky conversa com enviados dos EUA para tentar aliviar tensão
-
Macron promete firmeza em meio a novos distúrbios na França
-
Com grande atuação de Rabiot, Milan vence Atalanta (3-2) e é 4º colocado na Serie A
-
Zelensky conversa com enviados de Trump em tentativa de aliviar tensões com os EUA
-
Arsenal vence Nottingham Forest (1-0) e segue na cola do líder City
-
Oposição venezuelana ratifica María Corina como líder política
-
Trump declara apoio a aliado Netanyahu antes de eleições acirradas em Israel
-
Incêndio em base militar mata quatro soldados no Canadá
-
Confrontos em Milão após protesto contra o custo de vida
-
Paris registra novos confrontos e saques após dia de protestos
-
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em debate a uma semana do 2º turno
-
Leverkusen vence Freiburg (2-1) e Bayern volta a liderar a Bundesliga
-
PSG perde lateral Nuno Mendes para duelo contra o Barça na Champions
-
Polícia usa gás lacrimogêneo para dispersar novo protesto em Paris
-
Dibu Martínez sofre fratura na mandíbula e ficará afastado por várias semanas
-
Rubio chega ao Uzbequistão para reforçar laços com a Ásia Central
-
Com virada épica, Davidovich vence Jódar e conquista Masters 1000 de Xangai
-
Um dia como qualquer outro em Kiev, sob os ataques russos
-
Nova geração de democratas desafia domínio republicano e lealdade a Trump no Texas
-
UE 'condena energicamente' ataque de colonos contra comitiva diplomática na Cisjordânia
-
Rússia e Ucrânia trocam ataques contra infraestruturas energéticas
-
'Como uma guerra': Paris amanhece atônita diante da violência
-
Papa saúda multidão no Vaticano pela primeira vez desde sua cirurgia de câncer
-
França avalia os danos após distúrbios 'sem precedentes' em protestos contra o custo de vida
-
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em seu primeiro debate a uma semana do 2º turno
Gigantes das redes sociais são acusados nos EUA de vigiar usuários
Os gigantes das redes sociais participaram de operações de "ampla vigilância" de seus usuários para lucrar com suas informações pessoais, aponta um relatório da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC).
O documento, baseado em consultas realizadas há quase quatro anos entre nove empresas, revelou que estas coletavam grandes quantidades de dados, às vezes por meio de terceiros, e que podiam reter indefinidamente as informações reunidas sobre usuários e não usuários de suas plataformas.
"O relatório expõe como as redes sociais e as empresas de transmissão de vídeo coletam enormes quantidades de dados pessoais dos americanos e os vendem por bilhões de dólares por ano", disse a presidente da FTC, Lina Khan, em um comunicado.
"O fracasso de várias empresas em proteger adequadamente crianças e adolescentes online é especialmente preocupante", destaca.
Khan afirmou que essas práticas expuseram as pessoas afetadas ao potencial roubo de identidade ou assédio e ameaçaram suas liberdades.
Segundo o relatório, os modelos de negócios, que normalmente envolvem publicidade direcionada, incentivaram a coleta em massa de dados dos usuários.
O Interactive Advertising Bureau (IAB) respondeu que os usuários da internet entendem que anúncios direcionados são necessários para acessar serviços online de forma gratuita e assegurou que seu grupo apoia "veementemente" uma lei nacional abrangente de privacidade de dados.
"Estamos decepcionados com a contínua caracterização que a FTC faz da indústria da publicidade digital como envolvida em uma 'vigilância comercial maciça'", comentou o diretor executivo do IAB, David Cohen, em resposta ao relatório.
"Nada poderia estar mais longe da verdade, pois inúmeros estudos demonstraram que os consumidores compreendem a troca de valores e agradecem a oportunidade de ter acesso a conteúdos e serviços gratuitos ou altamente subsidiados", acrescentou.
As descobertas se basearam em respostas a pedidos enviados no final de 2020 a empresas como Meta, YouTube, Snap, Amazon (proprietária do Twitch), ByteDance (empresa-mãe do TikTok) e Twitter (agora X).
"O Google tem as políticas de privacidade mais rígidas da nossa indústria: nunca vendemos informações pessoais das pessoas e não usamos informações sensíveis para veicular anúncios", disse à AFP o porta-voz do Google, Jose Castaneda.
O relatório constatou que as práticas de coleta de dados eram "lamentavelmente inadequadas" e que algumas empresas não eliminaram todos os dados que os usuários pediram para serem removidos.
J.Sauter--VB