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Ao menos 12 migrantes morrem em naufrágio entre França e Reino Unido
Pelo menos 12 migrantes morreram nesta terça-feira (3) no naufrágio de sua embarcação quando tentavam chegar de maneira irregular à costa inglesa a partir do norte da França, no drama mais mortal de 2024 no Canal da Mancha.
"Terrível naufrágio (...) ao longo da costa de Wimereux", escreveu o ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, na rede social X, anunciando um balanço "provisório" de 12 mortos e dois desaparecidos.
Horas depois, o ministro em fim de mandato pediu um "tratado migratório entre a Grã-Bretanha e a União Europeia" para pôr fim às travessias de migrantes.
"Menos de oito pessoas tinham coletes salva-vida fornecidos pelos traficantes", lamentou, ressaltando a determinação daqueles que cruzam o canal para "se reunir com uma família e trabalhar em condições que às vezes não são aceitáveis na França".
O governo britânico, por sua vez, lamentou a morte "horrível e profundamente trágica" destes migrantes.
Um barco fretado pelo Estado, o Minck, avistou a embarcação em dificuldades com mais de 60 pessoas a bordo e foi ao seu resgate quando ela se rompeu, disse à AFP o tenente Étienne Baggio.
Embarcações militares, pesqueiras e helicópteros dos bombeiros e da Marinha, entre outros, foram mobilizados, disse Baggio.
O promotor de Boulogne-sur-Mer, Guirec le Bras, informou que os migrantes náufragos eram "essencialmente eritreus" e que entre os mortos, metade deles menores, havia dez mulheres e dois homens.
As travessias de migrantes em barcos precários são frequentes nesta época do ano, final do verão na Europa. Seu objetivo é chegar ao Reino Unido, mas muitas vezes não conseguem.
Até este naufrágio, o mais mortal de 2024, 25 pessoas já tinham perdido a vida desde o início do ano, superando em muito as 12 mortes de 2023.
Desde o início de 2024, 21.615 migrantes fizeram esta perigosa viagem, segundo dados oficiais britânicos.
Após chegar ao poder, em julho, o novo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, do Partido Trabalhista, prometeu acelerar os pedidos de asilo e reforçar as fronteiras e o combate aos traficantes de pessoas.
O assassinato de três meninas em 29 de julho desencadeou violentos distúrbios da extrema direita no Reino Unido, em meio a rumores parcialmente desmentidos que descreviam o suspeito do ataque como um solicitante de asilo muçulmano.
Na semana passada, o governo britânico prometeu aumentar significativamente a deportação de migrantes com pedidos de asilo recusados e de pessoas que permanecem ilegalmente.
A.Ruegg--VB