-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Técnico do Tottenham coloca continuidade de Richarlison no clube em dúvida
-
Grécia combate vários incêndios
-
Energia elétrica retorna a Havana e oeste de Cuba após falha na rede
-
Lula busca reeleição sob a sombra de Trump
-
Lula, a figura central da esquerda em uma corrida contra o tempo
-
Trump afirma que EUA e Israel adiarão ataques contra o Irã
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
Presidente da Tunísia demite primeira-ministra
O presidente da Tunísia, Kais Saied, decidiu "encerrar as funções" da primeira-ministra Najla Bouden, primeira mulher a chefiar o governo do país, segundo comunicado divulgado na noite desta terça-feira (1º).
A presidência não informou o motivo da demissão e nomeou para o cargo Ahmed Hachani, que trabalhava no Banco Central da Tunísia.
O novo chefe de governo, desconhecido da maior parte da opinião pública, prestou juramento imediatamente ante Saied, segundo vídeo divulgado pela presidência.
Najla havia sido nomeada por Saied em 11 de outubro de 2021, dois meses e meio depois que o presidente concedeu a si próprio plenos poderes, ao demitir o chefe de governo e paralisar o Parlamento. Desde então, Saied governa por decreto.
O presidente também alterou a Constituição em referendo em 2022, a fim de reduzir os poderes do Parlamento em favor de um sistema presidencialista.
Nos últimos meses, Saied ordenou a demissão de vários ministros, incluindo o das Relações Exteriores, sem dar explicações. Desde fevereiro, foram presos vários opositores e personalidades, entre eles o líder do partido islâmico conservador Ennahdha, Rached Ghannouchi, um dos maiores críticos do presidente.
A crise política se soma às dificuldades econômicas graves de um país fortemente endividado, com crescimento estagnado, aumento da pobreza e desemprego elevado.
L.Dubois--BTB