-
AIEA se reúne preocupada com segurança nuclear na Ucrânia
-
Colômbia retoma voos de deportação dos EUA antes do encontro entre Petro e Trump
-
Lula é operado de catarata e tem alta após cirurgia 'sem intercorrências'
-
Djokovic vence Sinner em jogo de 5 sets e vai enfrentar Alcaraz na final do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Indicados às principais categorias do Grammy
-
África do Sul e Israel anunciam expulsão de representantes diplomáticos
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
-
Forças curdas anunciam acordo 'global' com o governo da Síria
-
Chanceler iraniano se diz disposto a negociação nuclear 'em pé de igualdade'
-
Trump indica Kevin Warsh para ser o próximo presidente do Fed
-
Zona do euro registra crescimento de 1,5% em 2025 apesar da tensão com EUA
-
IA ajuda médicos a detectar câncer de mama em exames, aponta estudo
-
Repescagem da Champions terá Monaco-PSG e reencontro de Benfica com Real Madrid
-
Panamá anula concessão a uma empresa de Hong Kong em seu canal; China promete proteger suas companhias
-
'Difícil sobreviver': idosos de Kiev tremem de frio sem luz nem aquecimento após ataques russos
-
Desemprego registra leve queda na zona do euro em dezembro
-
EUA a caminho de novo 'shutdown' em meio a críticas democratas por mortes de manifestantes
-
Alcaraz supera Zverev em batalha de mais 5 horas e avança à final do Aberto da Austrália
-
Premiê britânico insiste em reforçar laços com a China apesar das advertências de Trump
-
Trump ameaça com tarifas países que venderem petróleo a Cuba
-
Argentina decreta emergência por incêndios na Patagônia
-
Trump suspende parcialmente o embargo petrolífero à Venezuela após abertura em nova lei
-
Nubank recebe aprovação inicial para operar como banco nos EUA
-
Lágrimas de LeBron acendem especulações sobre despedida das quadras
-
Bayern visita Hamburgo com missão de evitar que título da Bundesliga fique em aberto
-
EUA deve manter distância de aposta separatista de Alberta, diz premiê do Canadá
-
Venezuela abre sua indústria petrolífera a investimentos privados sob pressão dos EUA
-
Mano Menezes assume como novo técnico da seleção peruana
-
Eliminado da Champions e prejudicado por lesões, Napoli foca na Serie A
-
Porto, Betis e Roma avançam às oitavas da Liga Europa; Feyenoord é eliminado
-
'Czar da fronteira' de Trump promete continuar ofensiva anti-imigração em Minneapolis
-
Justiça do Rio proíbe SAF do Botafogo de vender jogadores
-
EUA perto de novo 'shutdown' em meio a críticas de democratas por mortes em Minneapolis
-
Médicos sem Fronteiras alerta para aumento da violência sexual na capital do Haiti
-
Lula fará cirurgia de catarata em um olho nesta 6ª feira
-
Cruz Vermelha informa que transferiu corpos de 15 palestinos para Gaza
-
Ataques russos com drones deixam seis mortos na Ucrânia
-
China bane 73 pessoas do futebol por manipulação de resultados
-
Timo Werner assina com San Jose Earthquakes da MLS
-
Com lesão no tornozelo, Kvaratskhelia vai desfalcar PSG de oito a dez dias
-
Emissário de Trump promete seguir com ações anti-imigração em Minneapolis
-
Trump anuncia que mandou reabrir o espaço aéreo da Venezuela
-
Colômbia restringe importação de drones diante dos ataques de guerrilheiros
-
Igrejas cristãs da Colômbia rejeitam declarações de Petro sobre sexualidade de Jesus Cristo
-
Boxeador Gervonta Davis é preso em Miami por agressão e sequestro
-
Grupo petroquímico Dow cortará 4.500 postos de trabalho
-
Google apresenta AlphaGenome, um novo passo na compreensão do genoma humano
-
Lego e tarifas: México anseia negociação comercial com EUA
-
Rybakina vence Pegula e vai enfrentar Sabalenka na final do Aberto da Austrália
A estratégia dos EUA para evitar o 'default'
Os Estados Unidos podem ficar sem condições de honrar seus compromissos a partir de 1° de junho, em meio a uma disputa entre a Casa Branca e os republicanos do Congresso, que não chegam a um acordo para aumentar o teto de endividamento do país. O que pode acontecer nesse dia?
- 1° de junho -
O dia "D" será quando o Departamento do Tesouro começa a ficar sem recursos. Isso poderia ocorrer desde 1° de junho, segundo a secretária do Tesouro, Janet Yellen.
A data exata de um potencial 'default' é difícil de prever, se não impossível. É "praticamente certo" que a corda não poderá esticar muito além do início de junho, afirmou sem detalhes a secretária.
O governo federal alcançou em meados de janeiro seu teto de endividamento, de 31,4 bilhões de dólares (o equivalente a quase 157 bilhões de reais na cotação atual). Para continuar cumprindo suas obrigações, o Tesouro adotou uma série de medidas.
- 15 de junho -
Em 15 de junho, será o próximo pagamento de juros da dívida.
Se o Tesouro não pagar, a maior economia do mundo pode avançar para um 'default'.
Nas duas primeiras semanas do mês de junho, 302 bilhões de dólares (1,5 trilhão de reais) deverão ser arrecados, mas apenas 199 bilhões (994 bilhões de reais) irão para os cofres públicos, segundo números do 'think thank' Bipartisan Policy Center.
A diferença seria de 103 bilhões de dólares (514 bilhões de reais).
- Prioridades -
Deverão ser pagas as aposentadorias, mas não os gastos com saúde? O dinheiro deve ser utilizado para a dívida e os salários não serão pagos? Ou serão pagos parcialmente?
"Se o teto de endividamento não aumentar, decisões difíceis serão tomadas", destacou Yellen nas últimas semanas.
Quando esse momento chegar, haverá duas possibilidades, segundo Gregory Daco, economista-chefe do EY Parthenon, em entrevista à AFP: "priorizar alguns pagamentos" ou "reduzir todos os gastos em 30%" para que se ajustem à arrecadação.
- Malabarismos-
Para tentar cumprir o máximo de compromissos, o governo avalia modificar a forma como transfere o dinheiro, segundo informações do The Wall Street Journal publicadas na quinta-feira.
Os pagamentos podem ser feitos até a véspera da data de execução, embora normalmente seja feito com vários dias de antecedência. Outra hipótese seria atrasar os pagamentos até que haja dinheiro suficiente em caixa.
Até agora, o Departamento do Tesouro não deixou nenhuma instrução, confirmou à AFP uma fonte próxima ao assunto.
J.Bergmann--BTB