-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
British American Tobacco pagará mais de R$ 3 bi por violar sanções dos EUA à Coreia do Norte
O grupo British American Tobacco (BAT), fabricante de cigarros, concordou em pagar mais de 600 milhões de dólares (o equivalente a mais de 3 bilhões de reais em valores atuais), após ser acusado de violar sanções americanas impostas à Coreia do Norte, anunciou o Departamento de Justiça nesta terça-feira (25).
"A British American Tobacco e sua filial participaram de um elaborado plano para se esquivar das sanções dos Estados Unidos e vender produtos de tabaco à Coreia do Norte através de uma sucursal em Singapura", disse o procurador-geral adjunto, Matthew Olsen.
"Trata-se da maior sanção imposta à Coreia do Norte na história do Departamento de Justiça, e a última advertência às empresas de todo o mundo sobre os custos e as consequências de violar as sanções americanas", declarou Olsen.
O Departamento de Justiça contabilizou o valor total em 629 milhões de dólares (3,1 bilhões de reais em valores atuais); o BAT disse que era de 635 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões), sem explicar a diferença.
A empresa, que já reservou 540 milhões de dólares (aproximadamente R$ 5,4 bilhões na cotação de hoje) para cobrir o acordo, disse que não teria nenhuma impacto em sua orientação financeira para os investidores em 2023.
"Lamentamos profundamente a má conduta derivada das atividades comerciais históricas que levaram a estes acordos e reconhecemos que não atendemos aos mais altos padrões esperados de nós", disse o diretor-executivo do BAT, Jack Bowles.
As investigações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro, se concentraram nas atividades comerciais do BAT com a Coreia do Norte entre 2007 e 2017. A empresa disse que encerrou todas essas atividades em 2017.
As Nações Unidas impuseram sanções à Coreia do Norte depois que Pyongyang realizou um teste nuclear em 2006. Os Estados Unidos impuseram, unilateralmente, restrições ainda mais severas às relações comerciais com o país.
C.Kovalenko--BTB