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Lady Gaga incendeia Rio de Janeiro em megashow gratuito
Das primeiras notas de "Blood Mary", Lady Gaga, que apareceu no palco com um vestido vermelho escarlate, incendiou uma multidão no sábado (3) na icônica praia de Copacabana, ao iniciar o seu megashow gratuito no Rio de Janeiro.
A diva pop americana, que não se apresentava no Brasil desde a turnê de 2012, seguiu com "Abracadabra", uma das faixas de seu último álbum, "Mayhem", lançado em março.
"Faltei vários dias de aula na faculdade, só pra vir nesse show", contou à AFP Walter Segundo, um estudante de 23 anos que viajou cerca de 3.000 quilômetros de São Luís, no Maranhão, até o Rio.
"A Lady Gaga é tudo pra mim, desde 2008 que eu sou fã dela", acrescentou.
Ao longo da semana, os "little monsters" (monstrinhos, em português), apelido carinhoso dos fãs da cantora de 39 anos, lotaram a "Cidade Maravilhosa".
A prefeitura do Rio divulgou um público de 2,1 milhões de pessoas, o que deve injetar US$ 100 milhões (R$ 564 milhões, na cotação atual) na economia local, quase 30% a mais do que o show gratuito de Madonna no mesmo local há um ano.
As autoridades municipais esperam perpetuar esta tradição de megashows gratuitos em maio para estimular o turismo em um período considerado de baixa temporada. O prefeito Eduardo Paes sugeriu que pretende trazer a banda de rock U2, sem especificar a data.
- Vigilância de drones -
Para a apresentação de sábado, as autoridades preparam um impressionante esquema de segurança, com mais de 5.000 policiais, drones e câmeras de reconhecimento facial.
Os participantes tiveram que esperar em uma longa fila para passar pelos pontos de controle da polícia com detectores de metais e ter acesso à praia em um dia de calor intenso.
Idolatrada pela comunidade LGBTQIA+, a cantora de "Bad Romance" estava programada para ser a atração principal do Rock in Rio em 2017, mas teve que cancelar no último minuto por motivos de saúde.
"Mayhem", o oitavo álbum de Lady Gaga, está repleto de sucessos como "Die with a Smile", gravado com Bruno Mars e premiado com um Grammy, o 14º da cantora e atriz.
Mas Alan Jones, um cabeleireiro de Santa Catarina disse que prefere "Born This Way" acima de tudo, que, segundo ele, foi inspiração para uma tatuagem de caveira azul que tem no braço esquerdo.
"Amo essa música. Porque foi quando eu me descobri (...) quando tava me aceitando. E foi a música que fez eu ser o que eu sou hoje", contou ele dias antes de completar 30 anos.
Alguns 'litte monsters' estavam na praia desde a manhã de sábado.
"Eu estou aqui desde as 7h40", disse Alisha Duarte, de 22 anos, que não hesitou em passar o dia inteiro sob o sol para ver sua artista favorita ao vivo.
"Tô sendo paciente até que por enquanto tá tranquilo. Acho que vai ficar mais difícil na parte da noite, quando começar a encher de muita gente, mas a gente vai sobreviver, a Gaga merece", completou ela na manhã de sábado.
L.Wyss--VB