-
Protestos em Nova York contra ICE por balear dominicano
-
Real Madrid retorna a LaLiga com Mbappé em destaque
-
Ministério Público processa Shell por enchentes de 2024 e pede R$ 541 milhões
-
Trump comemora acordo sobre diesel com a Rússia antes de eleições nos EUA
-
EUA ainda não decidiu se execução de condenado será transmitida ao vivo
-
Serie A encontra nas novas regras um antídoto para os empates sem gols
-
Fumaça de incêndios leva Manaus a fechar escolas
-
"Tenho total confiança no clube", diz técnico do City, Enzo Maresca
-
Ataques dos houthis contra aeroporto de Riade matam três sauditas
-
Lens vence por 2 a 1 e tira liderança do Lyon
-
Sanções dos EUA, uma "prova de resiliência" para o TPI
-
Borussia Dortmund cede empate no fim contra o Werder Bremen (2-2)
-
Terremoto de magnitude 7,7 provoca pânico e danos em prédios no Panamá
-
Mourinho diz que críticas a Mbappé são 'ridículas'
-
Flick confirma desfalque de Raphinha contra Getafe e Galatasaray
-
Aumenta pressão para que Pentágono não transmita execução ao vivo
-
Qinwen e Mertens completam semifinais do WTA 1000 de Pequim
-
Copiloto da Flydubai planejava atentado em Israel inspirado no 11 de Setembro
-
EUA anuncia sanções ao TPI após Nobel da Paz para Navi Pillay, ex-juíza do tribunal
-
Mike Ditka, lenda do futebol americano, morre aos 86 anos
-
Verstappen confirma seu retorno com pole para corrida sprint do GP de Singapura
-
Decisão do Pentágono de transmitir execução ao vivo gera indignação crescente
-
Secretário de Segurança Interna critica prefeito de Nova York por pedir extinção do ICE
-
Djokovic sente cansaço e é eliminado em sua estreia no Masters 1000 de Xangai
-
Seleção da Turquia demite técnico Vincenzo Montella
-
Federação Italiana de Futebol vai eleger seu presidente em 14 de dezembro
-
UE retira Panamá de sua lista de paraísos fiscais
-
Governo do Iêmen lança 'operação' para retomar território estratégico para os houthis
-
China aceita 'moderar' suas exportações de veículos híbridos para a UE, segundo comissário europeu
-
EUA lidera novas negociações de paz para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Justiça argentina restabelece limites para a venda de terras a estrangeiros
-
Protestos estudantis geram cenas de caos em Bruxelas
-
Rubio insta opositores venezuelanos a participar da negociação com o governo
-
Trump cria painel para investigar governadora do Fed
-
EUA impõe sanções ao TPI após Nobel a sua ex-magistrada Pillay
-
Documentário retrata a vida privada de figura do Vale do Silício condenada por fraude
-
Preços do diesel e dos fertilizantes põem à prova apoio de agricultores dos EUA aos republicanos
-
China e União Europeia reforçam diálogo comercial e alcançam acordos sobre veículos híbridos
-
Ex-príncipe Andrew é indenizado em 300 mil libras por deixar residência de Windsor
-
Jair Bolsonaro buscará revanche caso seu filho assuma o poder
-
Partido de Machado pede a revogação 'imediata' da inabilitação política de sua líder na Venezuela
-
Pillay dedica seu Nobel da Paz aos 'sobreviventes de crimes internacionais'
-
EUA transmitirá ao vivo execução de condenado por ataque militar
-
Dois quadros de Renoir roubados de museu na França são encontrados
-
França prende mais de 5 mil menores em protestos estudantis
-
Irã descarta negociar com os EUA sob pressões e ameaças
-
Navi Pillay, a ativista sul-africana de direitos humanos que conquistou o Prêmio Nobel da Paz
-
Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para visitar Israel
-
ONU denuncia como 'tortura' a execução ao vivo anunciada nos EUA
-
Polícia de imigração fere a tiros dominicano em Nova York
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
Um terremoto de magnitude 7,7 sacudiu o Panamá na sexta-feira (9) e deixou pelo menos 27 feridos após o desabamento de alguns edifícios no centro do país, além de provocar pânico na capital.
"Foi horrível, algo que não tínhamos vivido. Minha filha ficou presa na escola. Graças a Deus estamos bem", contou à AFP Juana Alveo, de 38 anos, que trabalha como caixa em uma loja em Penonomé, a 150 quilômetros da Cidade do Panamá.
O terremoto ocorreu às 12h56 locais, com epicentro a 10 km de Pitaloza Arriba, na província de Herrera (centro-sul do país), segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
Os maiores danos foram registrados nas províncias de Los Santos, Herrera, Veraguas e Coclé.
O diretor do Centro de Operações de Emergências, René García, informou à AFP que "até o momento não há registros de vítimas fatais".
Segundo um comunicado do Sistema Nacional de Proteção Civil (Sinaproc), 27 pessoas ficaram levemente feridas em todo o país. O terremoto provocou danos em residências, centros educacionais, hospitais, igrejas, prédios governamentais, pontes e rodovias.
"O desastre que estamos enfrentando é grande", afirmou o presidente do Panamá, José Raúl Mulino, a jornalistas, ao destacar que há estradas "totalmente destruídas" ou "completamente colapsadas".
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, informou na rede social X que seu departamento "está mobilizando rapidamente recursos e funcionários para fornecer assistência".
As autoridades do Canal do Panamá anunciaram que a via, por onde passa 5% do comércio marítimo internacional, opera com "normalidade".
O aeroporto de Tocumen, um importante centro de conexão aérea da América Latina, foi fechado temporariamente e vários voos foram desviados.
Tonosí, uma localidade de 9.000 habitantes a 360 quilômetros da Cidade do Panamá, é uma das áreas mais afetadas.
O ministro da Saúde, Fernando Boyd, informou que a localidade ficou incomunicável por via terrestre.
O terremoto, sentido por quase um minuto, sacudiu a Cidade do Panamá, onde milhares de pessoas saíram dos prédios, tomadas pelo medo.
O USGS revisou a magnitude do terremoto para 7,7, após uma estimativa inicial de 8 e uma segunda de 7,6.
Terremotos na capital do Panamá não são comuns. Eles ocorrem principalmente na província de Chiriquí, na fronteira com a Costa Rica, onde o tremor de sexta-feira também foi sentido.
Segundo as autoridades, mais de 100 tremores secundários foram registrados.
Os presidentes da Colômbia, Abelardo de la Espriella; do Equador, Daniel Noboa; da Guatemala, Bernardo Arévalo; e outros governos manifestaram solidariedade ao Panamá e se declararam dispostos a enviar ajuda, se necessário.
O Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) doou 250.000 dólares ao Panamá para "atenção humanitária imediata" e disponibilizou outros 50 milhões de dólares "com uma linha de financiamento" para emergências.
U.Maertens--VB