-
EUA lança novos ataques contra Irã
-
EUA reativa guerra comercial com nova rodada de tarifas
-
EUA ameaça punir Irã após ataques de rebeldes do Iêmen
-
Oito mil novas espécies de insetos são identificadas por meio do DNA no Equador
-
Luka Modric renova com o Milan por mais uma temporada
-
Comic-Con começa nos EUA em meio a expectativa por retorno da Marvel
-
Presidente argentino Milei se reunirá com Flávio Bolsonaro no Brasil
-
Condenado à prisão perpétua homem que assassinou congressista estadual nos EUA
-
Ferrari quer parar Antonelli na Hungria antes da pausa da Fórmula 1
-
Néstor Lorenzo renova como técnico da seleção da Colômbia
-
As principais bases que abrigam Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio
-
Barcelona confirma ruptura de ligamento do joelho de Frenkie De Jong
-
Atacante grego Christos Tzolis troca Brugge pelo Arsenal em transferência recorde na Bélgica
-
TotalEnergies avalia sair de projeto russo de GNL
-
Garnacho assina com Aston Villa cedido por empréstimo pelo Chelsea
-
Brasil tem mínimo de mortes violentas em 14 anos, mas letalidade policial e feminicídios crescem
-
Grêmio anuncia contratação do atacante Jovane Cabral, revelação da Copa com Cabo Verde
-
Manchester City contrata volante Elliot Anderson por valor recorde para o clube
-
Em paraíso costeiro da Venezuela, sucata ajuda a sobreviver após terremotos
-
Barcelona anuncia contratação do atacante alemão Karim Adeyemi
-
Novo primeiro-ministro britânico anuncia medidas de apoio aos pubs
-
Federação da Noruega fará denúncia ao Comitê de Ética da Fifa pelo caso Balogun
-
EUA ameaça castigar Irã após ataques de rebeldes do Iêmen a navios
-
Comic-Con começa nesta quinta-feira na Califórnia
-
França apresentará novo técnico na próxima 3ª feira
-
BCE mantém juros inalterados, mas abre a porta para alta em setembro
-
Ministro israelense reza na Esplanada das Mesquitas, desafiando o status quo
-
Banco Mundial estima em cerca de US$ 19,5 bi danos dos terremotos na Venezuela
-
Trump condiciona acordo nuclear civil com Arábia Saudita a reconhecimento de Israel
-
IA alcança humanos e gabarita Olimpíada Internacional de Matemática
-
UE multa Google em € 890 milhões por violar normas digitais
-
Milhares de deslocados por incêndios florestais no sul da Europa
-
EUA anuncia acordo nuclear civil com Arábia Saudita
-
Sete mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Irã promete manter bombardeios no Oriente Médio enquanto EUA não interromper ataques
-
Milhares de pessoas afetadas por incêndios devastadores na Itália, França e Espanha
-
Câmara dos EUA aprova projeto anual de defesa recorde
UE multa Google em € 890 milhões por violar normas digitais
A União Europeia impôs, nesta quinta-feira (23), duas multas que somam 890 milhões de euros (5,13 bilhões de reais) à gigante tecnológica Google, uma decisão que ameaça as relações comerciais com os Estados Unidos.
Esse valor representa a sanção mais elevada aplicada por Bruxelas a uma empresa no âmbito do Regulamento sobre Mercados Digitais (DMA), uma poderosa lei europeia destinada a reprimir abusos de posição dominante por parte dos gigantes da tecnologia.
O Google foi sancionado em 460 milhões de euros (2,65 bilhões de reais) por favorecer seus próprios serviços nos resultados do buscador Google Search, afirmou a Comissão Europeia, braço executivo da UE.
A isso se soma uma segunda multa de 430 milhões de euros (2,48 bilhões de reais), por impedir desenvolvedores que utilizam a Play Store de acessarem outros pontos de venda.
A gigante americana respondeu que essa decisão vai afetar serviços muito apreciados pelos internautas.
"Para cumpri-la, somos obrigados a retirar funcionalidades de busca em tempo real que os europeus valorizam, como a visualização instantânea de preços e a disponibilidade direta de hotéis, voos e restaurantes, além de desativar proteções de segurança no Google Play", protestou Kent Walker, presidente de assuntos globais do Google, em declaração enviada à AFP.
Desde a implementação da DMA em 2024, a UE impôs multas de 200 e 500 milhões de euros (1,15 e 2,88 bilhões de reais) contra a Meta e a Apple em 2025.
O governo Trump já acusou Bruxelas de perseguir tecnológicas americanas e ameaçou impor tarifas como represália a essas sanções.
G.Frei--VB