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Segunda morte por repressão policial em Minneapolis eleva pressão sobre Trump
O governo de Donald Trump enfrenta, neste domingo (25), crescente pressão contra sua ofensiva anti-imigração em Minneapolis, depois que agentes federais assassinaram um segundo cidadão americano na cidade, e foram divulgadas imagens que parecem contradizer a versão oficial do ocorrido.
Alex Pretti, um enfermeiro de 37 anos que trabalhava em um hospital para veteranos de guerra, morreu no sábado após um confronto com agentes federais em Minneapolis, durante uma manifestação contra as operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).
Sua morte agrava as tensões no país desde o falecimento de Renee Good, uma americana morta a tiros em 7 de janeiro por um agente do ICE também nessa cidade de Minnesota.
O governo Trump alegou rapidamente, como fez após a morte de Good, que Pretti tinha a intenção de ferir os agentes federais com uma pistola que teriam encontrado com ele.
No entanto, um vídeo que circula nas redes sociais e foi verificado por veículos de imprensa americanos mostrou que Pretti nunca sacou uma arma, e que os agentes fizeram cerca de 10 disparos segundos depois de o derrubarem no chão.
Os pais de Pretti acusaram o governo republicano de propagar “mentiras repugnantes” sobre seu filho. “Ele estava claramente desarmado quando foi atacado pelos agentes covardes e assassinos do ICE”, afirmaram em comunicado.
Questionada sobre essas declarações, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, disse compartilhar a dor dos pais.
Embora tenha continuado defendendo as ações dos agentes, seu tom foi diferente do de sábado, quando disse em coletiva de imprensa que Pretti havia atacado as forças da ordem. Neste domingo, acrescentou que haverá mais clareza com o avanço das investigações.
O vice-procurador-geral Todd Blanche também afirmou que era necessária uma investigação para compreender o que ocorreu.
Indagado se os agentes já haviam retirado a pistola de Pretti quando atiraram, Blanche declarou à NBC: “Não sei. E ninguém mais sabe, também. Por isso estamos investigando”.
Vários senadores do Partido Republicano exigiram uma apuração exaustiva e cooperação com as autoridades locais.
O governo Trump excluiu os investigadores locais após a morte de Good.
- Ordem judicial -
Milhares de agentes federais de imigração estão mobilizados há semanas em Minneapolis, depois de relatos sobre uma suposta fraude por parte de imigrantes somalis, acusações com conotações raciais que Trump tem amplificado repetidamente.
O governador de Minnesota, o democrata Tim Walz, insistiu neste domingo para que Trump encerre a operação anti-imigração.
“Minnesota acredita na lei e na ordem. Acreditamos na paz. E acreditamos que Trump deve retirar de Minnesota seus 3.000 agentes sem treinamento antes que matem outro americano nas ruas”, escreveu no X.
As autoridades locais apresentaram uma ação contra o governo federal para obter uma ordem judicial que suspenda a operação, com uma primeira audiência marcada para segunda-feira.
No fim da noite de sábado, um juiz federal ordenou que a administração Trump não destrua nem altere qualquer evidência relacionada à morte de Pretti.
O ex-presidente americano Barack Obama classificou, neste domingo, a morte de Pretti como uma “tragédia dilacerante” e “um alerta” de que muitos valores fundamentais dos Estados Unidos estão cada vez mais “sob ataque”.
“Cabe a cada um de nós, como cidadãos, levantar a voz contra a injustiça, proteger nossas liberdades fundamentais e exigir responsabilidade de nosso governo”, escreveu o democrata em comunicado conjunto com sua esposa Michelle Obama, no qual criticou também os funcionários de Trump, que “parecem empenhados em agravar a situação”.
"O prefeito e o governador estão incitando a insurreição com sua retórica pomposa, perigosa e arrogante", acusou Trump no sábado, pedindo que deixem o ICE "fazer o seu trabalho".
Pesquisas recentes têm mostrado eleitores cada vez mais incomodados com as operações anti-imigração do governo dos Estados Unidos.
A indignação em Minnesota reacendeu esta semana com o caso de Liam Conejo Ramos, de cinco anos, e seu pai, Adrian Conejo Arias, de nacionalidade equatoriana, detidos na terça-feira quando chegavam em casa.
Apesar da morte de Pretti, Gregory Bovino, alto funcionário da Patrulha de Fronteira responsável pela campanha anti-imigração, afirmou neste domingo à CNN que “as vítimas são os agentes”.
Bovino elogiou “o treinamento fantástico” e o “excelente trabalho” realizado, que teria impedido “possíveis disparos contra as forças da ordem”.
A.Kunz--VB