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Príncipe Harry recorre à Justiça britânica em novo julgamento contra tabloide
O príncipe Harry chegou nesta segunda-feira (19) pela manhã ao Tribunal Superior de Londres, onde deverá depor na quinta-feira, no julgamento de sua última ação judicial pendente contra jornais, agora contra o Daily Mail, que ele acusa de obter informações sobre sua vida de forma ilegal.
Harry e outras seis pessoas, entre elas o cantor Elton John, moveram uma ação contra a Associated Newspapers Ltd (ANL), editora dos tabloides Daily Mail e The Mail on Sunday, por supostas violações de privacidade.
O príncipe, de 41 anos, filho mais novo do rei Charles III, que vive na Califórnia com a esposa Meghan e os dois filhos, chegou ao tribunal com um terno escuro e sorridente, pouco depois das 10h00 no horário local (7h00 no horário de Brasília).
Harry participará dos três primeiros dias deste julgamento, iniciado nesta segunda-feira, e só deverá depor na quinta-feira, em um processo que pode durar nove semanas.
A atriz Elizabeth Hurley deve depor na semana seguinte, e o cantor Elton John apenas no início de fevereiro.
- Último julgamento de Harry -
Segundo pessoas de seu entorno, trata-se do último processo movido pelo príncipe contra editores de tabloides e suas práticas ilícitas.
Harry raramente vai ao Reino Unido desde que deixou suas funções reais em 2020 e se mudou para os Estados Unidos com a esposa Meghan, onde vivem com os dois filhos.
No processo contra a ANL, Harry e os outros seis autores acusam os jornais do grupo de atos ilegais como interceptação de ligações telefônicas e uso de identidades falsas para obter informações médicas.
O grupo nega as acusações, que no passado classificou como "absurdas".
Os advogados dos autores afirmaram que os supostos atos ilegais ocorreram entre 1993 e 2011, embora alguns possam ter se estendido até 2018.
Harry, que responsabiliza os paparazzi pela morte de sua mãe, Diana, em 1997, em Paris, não esconde sua animosidade em relação à poderosa imprensa sensacionalista britânica.
As práticas ilícitas dos tabloides "tiveram tanto impacto em sua vida que ele quer ir até o fim. Ele está realmente comprometido com essa causa", afirmou à AFP Mark Stephens, advogado especializado em mídia.
Harry iniciou várias batalhas judiciais contra tabloides britânicos por acusações de invasão de privacidade, incluindo interceptações de telefones.
Em 2023, ele se tornou o primeiro membro da realeza britânica a depor em um tribunal em mais de um século, ao testemunhar em uma ação contra o Mirror Group Newspapers (MGN).
- Outros litígios contra tabloides -
O Tribunal Superior de Londres decidiu que Harry foi vítima de interceptação teefônica por jornalistas que trabalhavam para esse grupo e determinou uma indenização de 140.600 libras (cerca de 188 mil dólares, aproximadamente R$1,01 milhão) por perdas e danos.
Em janeiro de 2025, Harry chegou a um acordo financeiro com o editor Rupert Murdoch.
O News Group Newspapers (NGN), de Murdoch, apresentou desculpas a Harry "pela espionagem telefônica, vigilância e uso indevido de informações privadas por jornalistas e investigadores privados" contratados pelo grupo, informou o advogado do príncipe, acrescentando que ele receberá "uma indenização substancial".
Durante sua última visita ao Reino Unido, em setembro, Harry se reuniu com o pai, o rei Charles III, em uma tentativa de retomar contato com a família.
Mas, segundo a imprensa britânica, desta vez ele não pretende ver o pai, de 77 anos, que enfrenta um câncer cuja natureza não foi revelada.
De acordo com a imprensa britânica, Harry mantém atualmente contato regular com o pai, o que não parece ocorrer com o irmão William, filho mais velho de Charles III e herdeiro do trono, com quem as relações são mais tensas.
O recurso do príncipe contra a decisão de reduzir sua proteção policial no Reino Unido sempre que viaja da Califórnia foi rejeitado em maio pelo Tribunal de Apelação de Londres.
Segundo Harry, essa decisão o impede, por motivos de segurança, de viajar ao Reino Unido acompanhado da esposa Meghan e dos dois filhos.
E.Burkhard--VB