-
Com golaço de Vini, Real Madrid sofre, mas vence Rayo Vallecano no Espanhol
-
Família mexicana permanece trancada em sua casa em Minneapolis por medo do ICE
-
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
-
Paquistão procura autores de ataques separatistas que deixaram quase 200 mortos
-
Costa Rica elege presidente com candidata de direita como favorita
-
Irã compara protestos a 'golpe' e faz alerta contra guerra regional
-
Alcaraz bate Djokovic e é campeão do Aberto da Austrália
-
Israel reabre a passagem de Rafah de maneira limitada
-
Irã diz querer evitar guerra e privilegiar diplomacia
-
Juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigração
-
Baarcelona vence Elche e se mantén na liderança do Espanhol
-
Líder Arsenal goleia Leeds United; Chelsea vira sobre West Ham
-
Bayern empata com Hamburgo e volta a tropeçar no Campeonato Alemão
-
Após decepção na Champions, Napoli reage e vence Fiorentina no Italiano
-
Olympique de Marselha tropeça com Paris FC e se distancia da briga pelo título francês
-
Chefe diplomática dos EUA chega à Venezuela no relançamento da relação pós-Maduro
-
Paul George, ala do Philadelphia 76ers, é suspenso por 25 jogos por doping
-
Líder Arsenal volta a vencer no Inglês com goleada sobre Leeds United
-
Apagão deixa Kiev temporariamente sem metrô e água
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 32 mortos
-
Marcha silenciosa na Dinamarca contra críticas de Trump à Otan no Afeganistão
-
Chefe da missão diplomática americana quer retomar relação com a Venezuela
-
Helicoide, símbolo da 'tortura' na Venezuela
-
Restauração de afresco em Roma gera polêmica por suposta semelhança com Meloni
-
Apagão deixa Kiev sem metrô e água
-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam mais de 70 mortos no Paquistão
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Vítimas de Epstein afirmam que agressores permanecem protegidos apesar da publicação de novos documentos
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Bruce Springsteen interpreta canção contra polícia de imigração em Minneapolis
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
Bombardeios dos EUA na Nigéria tiveram como alvo extremistas do EI e Lakurawa
Os bombardeios dos Estados Unidos na Nigéria esta semana tiveram como alvo combatentes do grupo extremista Estado Islâmico (EI) do Sahel que estavam no país para colaborar com a organização Lakurawa e com "bandidos", informou à AFP, neste sábado (27), um porta-voz do presidente nigeriano.
As forças dos Estados Unidos bombardearam alvos do EI no país africano depois que Washington afirmou, nos últimos meses, que os cristãos enfrentavam uma "ameaça existencial" equivalente a um "genocídio", no país.
Os alvos exatos dos ataques, executados durante a noite de quinta-feira, não estavam claros.
Washington e Abuja já haviam afirmado que os ataques foram direcionados contra combatentes vinculados ao Estado Islâmico, sem revelar detalhes sobre quais dos muitos grupos armados da Nigéria foram alvejados.
"Os alvos foram o EI, a organização armada Lakurawa e os 'bandidos'", afirmou à AFP Daniel Bwala, porta-voz do presidente nigeriano, Bola Tinubu.
"O grupo EI encontrou seu caminho pelo Sahel para ir ao socorro da Lakurawa e de bandidos com suprimentos e treinamento", disse.
O grupo Estado Islâmico – Província do Sahel (ISSP, na sigla em inglês) opera no vizinho Níger, assim como em Burkina Faso e Mali, onde protagoniza uma insurgência violenta contra os governos destes países.
A Nigéria enfrenta há muito tempo seu próprio conflito jihadista, mas analistas estão preocupados com a expansão dos grupos armados do Sahel em direção ao país.
"O ataque aconteceu em um local onde, historicamente, os bandidos e os Lakurawa costumam atuar", explicou Bwala.
"As informações compiladas pelo governo americano também indicam que está ocorrendo uma movimentação em larga escala do EI do Sahel para esta região", acrescentou.
Os ataques provocaram vítimas, mas as identidades ainda não foram determinadas, acrescentou Bwala.
O local onde os ataques ocorreram, no estado de Sokoto, noroeste da Nigéria, gerou questionamentos para os analistas, pois os grupos jihadistas da Nigéria costumam ficar concentrados no nordeste.
Recentemente, investigadores apontaram vínculos entre alguns membros do grupo armado Lakurawa, presente no estado de Sokoto, e um braço do EI.
Outros analistas, no entanto, questionaram os vínculos. A investigação sobre o grupo Lakurawa é complicada, já que o termo tem sido utilizado para descrever vários combatentes armados no noroeste do país.
- Disputa diplomática -
Na região noroeste da Nigéria, grupos criminosos conhecidos como 'bandidos' representam a maior preocupação de segurança.
Os 'bandidos' saqueiam vilarejos, sequestram moradores para pedir resgates e extorquem agricultores e garimpeiros em amplas áreas rurais fora do controle do governo.
Na sexta-feira, o ministro da Informação da Nigéria, Mohammed Idris, afirmou que os ataques atingiram "dois importantes redutos terroristas do Estado Islâmico" no distrito de Tangaza, no estado de Sokoto.
Os ataques, que segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foram adiados até 25 de dezembro para "dar um presente de Natal" aos combatentes, aconteceram após uma disputa diplomática entre Washington e Abuja.
Analistas independentes e o governo da Nigéria não aceitam classificar a violência no país como resultado de perseguição religiosa, uma narrativa promovida pela direita cristã nos Estados Unidos e na Europa.
A Nigéria está dividida em partes quase iguais entre a maioria muçulmana no norte e uma grande população de cristãos no sul.
G.Schmid--VB