-
Inglaterra e Gana empatam sem gols, mas ficam perto dos 16-avos da Copa
-
'Todos apoiam Achraf Hakimi', garante goleiro marroquino Munir El Kajoui
-
Sem mísseis, Irã seria 'igual a Gaza', diz presidente
-
'Eu sempre chego', responde CR7 aos que diziam que ele 'estava aposentado'
-
Técnico de Portugal destaca reação após início difícil na Copa
-
Oito pessoas são condenadas à prisão por ataque a centro de detenção de imigrantes nos EUA
-
Congresso dos EUA aprova texto simbólico sobre retirada de tropas mobilizadas contra Irã
-
Trump comparecerá à final da Copa do Mundo e entregará troféu ao campeão
-
Deschamps volta à França após morte de sua mãe e não comandará equipe contra Noruega
-
Rodovias da Bolívia são desobstruídas após sete semanas de bloqueios
-
Técnico da Escócia busca, contra o Brasil, classificação inédita para 2ª fase de uma Copa
-
'Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me recuperar', diz Raphinha
-
Apresentadora americana pede ajuda após relatos da morte de sua mãe sequestrada
-
CR7 faz dois e Portugal goleia Uzbequistão (5-0) na Copa do Mundo
-
Argentina volta aos treinos sem seus titulares na véspera do aniversário de Messi
-
Começa evacuação de 11 mil marinheiros bloqueados em Ormuz
-
Empresária americana Michele Kang chega a acordo para compra do Lyon
-
João Fonseca sente desconforto no ombro a seis dias de Wimbledon
-
Histórias de diversidade marcam a Copa do Mundo da diáspora
-
Marco Rubio chega ao Golfo para tranquilizar seus aliados abalados pela guerra
-
Brilho de Messi na Copa do Mundo será suficiente para a Argentina?
-
Ações de tecnológicas despencam e arrastam principais bolsas mundiais
-
EUA impõe sanções contra cinco empresas cubanas e nora de Raúl Castro
-
Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a marcar em seis Copas do Mundo
-
Pausa de 30 minutos, 13 quilômetros: o protocolo em caso de tempestade na Copa do Mundo
-
Brasil e Escócia voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo
-
Semana de Moda Masculina começa em plena onda de calor em Paris
-
FIA anuncia mudanças nos motores da Fórmula 1 em 2027 e 2028
-
Delegação do governo talibã negocia com UE a repatriação de afegãos
-
Marco Rubio viaja ao Golfo para tranquilizar seus aliados abalados pela guerra
-
Torcedor morre na Jordânia após tumulto durante jogo da Copa do Mundo
-
Com nova vitória na Colômbia, a direita avança na América Latina
-
Barcelona exerce opção de compra da jovem promessa egípcia Hamza Abdelkarim
-
Turistas ficam presos em mirante durante operação contra o tráfico no Rio
-
Gattuso assina com a Lazio após fiasco na seleção italiana
-
Apesar dos problemas internos e externos, Trump soma aliados na América Latina
-
Expedição vai recuperar o corpo de 'Botas Verdes', icônica vítima do Everest
-
Gnabry retoma os treinos com o Bayern de Munique
-
Zelensky ausente de conferência-chave sobre Ucrânia na Polônia
-
Endrick e Rayan pedem espaço em um Brasil que aguarda Neymar
-
Bolsas mundiais operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Possível retorno do Reino Unido volta ao radar da UE, mas enfrenta resistência
-
Brexit completa 10 anos entre dúvidas da população britânica
-
Irã rejeita que inspetores da AIEA acessem instalações nucleares bombardeadas
-
Atacantes brilham na Copa, enquanto Cristiano Ronaldo tem nova chance nesta terça
-
Simetria quase perfeita: dois casais de gêmeos se casam na Nigéria
-
Presidente Arévalo descarta operações militares dos EUA na Guatemala
-
Euro digital é aposta para acabar com dependência europeia de Visa e Mastercard
-
Onda de calor avança na Europa
-
Comissão da ONU denuncia 'genocídio' em Gaza por ataques contra crianças
Inundações na Ásia provocaram mais de 1.500 mortes
O número de mortes provocadas pelas inundações que atingem vários países da Ásia superou nesta quarta-feira (3) a marca de 1.500, enquanto as autoridades do Sri Lanka e da ilha indonésia de Sumatra lutam para chegar às pessoas desesperadas por ajuda.
Uma temporada de monções intensa e dois ciclones tropicais incomuns provocaram, desde a semana passada, tempestades na Indonésia, Sri Lanka, Tailândia e Malásia.
As mudanças climáticas provocam chuvas mais intensas, já que uma atmosfera mais quente retém mais umidade.
Na Indonésia, o desespero entre os afetados pela tragédia aumenta devido à lentidão dos trabalhos de resgate e distribuição de ajuda.
As organizações humanitárias afirmaram que a dimensão do desafio é quase sem precedentes, mesmo para um país que já sofreu muitos desastres naturais.
Em toda a ilha de Sumatra, o balanço de vítimas foi revisado e diminuiu para 770 mortos e pelo menos 463 desaparecidos. Algumas horas antes, a agência de gestão de desastres havia anunciado 804 falecidos.
Muitas regiões continuam isoladas devido aos danos provocados pelas inundações, por cortes de energia elétrica e de comunicações ou por ambos.
"É muito difícil responder do ponto de vista logístico", afirmou Ade Soekadis, diretor-executivo da organização humanitária 'Mercy Corps Indonesia'.
"A magnitude dos danos e o tamanho da área afetada são realmente enormes", disse
A organização pretende enviar material de higiene e água às pessoas afetadas, por considerar que os relatos sobre a escassez de produtos essenciais e alimentos eram "muito preocupantes".
- "Como um terremoto" -
Em um abrigo improvisado em Padan, no norte de Sumatra, Reinaro Waruwu, 52 anos, disse à AFP que, como muitos outros, estava "decepcionado" com a resposta do governo.
"Alguns esperaram um dia e uma noite pela ajuda, por isso não conseguiram ser salvos" disse, ao lado de outros desabrigados. "Estou frustrado, não preciso falar duas vezes".
Ele descreveu as inundações e os deslizamentos de terra como algo nunca visto. "Foi como um terremoto (...). Pensei: 'Bem, se vou morrer, que assim seja'", disse, antes de começar a chorar.
Hamida Telaumbaunua, 37 anos, disse que a água levou toda a sua cozinha. "Meu coração... foi a primeira vez que vivi uma inundação assim", disse. "É difícil pensar no que o futuro nos reserva. Talvez, enquanto estivermos aqui, tudo ficará bem, mas depois (...) não sei o que vai acontecer".
O mesmo fenômeno meteorológico que atingiu a Indonésia também provocou fortes chuvas no final de novembro na Tailândia, onde pelo menos 267 pessoas morreram em oito regiões, incluindo 142 no popular distrito turístico de Hat Yai, informaram as autoridades do país nesta quarta-feira.
Na Malásia, as inundações deixaram dois mortos.
- Sri Lanka, aberta ao turismo -
Outro fenômeno, o ciclone Ditwah, desencadeou chuvas torrenciais, inundações e deslizamentos de terra em grande parte do Sri Lanka na semana passada. Pelo menos 474 pessoas morreram no país.
"Nossa estimativa inicial é que precisaremos de entre 6 e 7 bilhões de dólares para a reconstrução", afirmou Prabath Chandrakeerthi, comissário-geral de Serviços Essenciais.
Além disso, 356 pessoas continuam desaparecidas e algumas regiões que permanecem inacessíveis em grande parte. As autoridades afirmaram que as leis que permitem declarar uma pessoa falecida somente após seis meses de desaparecimento poderiam ser modificadas para agilizar a emissão de certidões de óbito.
Nas imediações da capital Colombo, R.M.V. Lalith começou a limpar sua casa de dois andares. "Conseguimos salvar alguns móveis, levando para o andar de cima, mas a cozinha virou um desastre", disse à AFP, enquanto um parente o ajudava a retirar a lama.
Apesar da catástrofe, o país, muito dependente do turismo, recebeu na terça-feira um cruzeiro de luxo no porto da capital, informaram as autoridades.
burs-sah/kaf/arm/avl/fp-jc
T.Germann--VB