-
Mercedes VLE elétrico: Preço e desempenho?
-
Israel assumirá controle de vasta área no sul do Líbano
-
Flotilha de ajuda humanitária chega a Cuba, mergulhada em crise
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista o Globo de Cristal do slalom gigante
-
Muito velho? Juiz que preside julgamento contra Nicolás Maduro tem 92 anos
-
Maduro volta a tribunal de Nova York na quinta-feira
-
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
-
Bertha Navarro, a produtora que revelou Guillermo del Toro
-
Ataques russos matam cinco pessoas na Ucrânia
-
Austrália e UE fecham grande acordo comercial
-
Argentina recorda doloroso legado da ditadura, que Milei deseja revisar
-
Torcedores denunciam a Fifa à Comissão Europeia por preços elevados dos ingressos da Copa do Mundo
-
Dinamarca tem eleição legislativa acirrada; premiê é favorita para permanecer no poder
-
Pentágono endurece restrições à imprensa após sentença judicial
-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Acidente com avião militar deixa mais de 60 mortos na Colômbia
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Trump anuncia conversas 'muito boas' com o Irã; Teerã nega
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Preço do petróleo cai e bolsas se recuperam após declarações de Trump sobre Irã
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Exército reconhece falha de seu sistema antimísseis no sul de Israel
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
Parlamento da Geórgia supera veto presidencial e adota lei sobre 'influência estrangeira'
O Parlamento da Geórgia superou, nesta terça-feira (28), o veto da presidente pró-Ocidente e adotou uma lei sobre "influência estrangeira", desafiando a oposição e a União Europeia, que temem que ampare uma repressão a opositores, como uma lei russa semelhante.
O veto foi estabelecido em 18 de maio pela mandatária Salome Zurabishvili e o presidente do Parlamento, Chalva Papuchvili, havia indicado que os membros do partido no poder, Sonho Georgiano, com maioria na câmara, "certamente superarão o veto".
O Parlamento adotou a lei por 84 votos contra 4, apesar dos protestos nas ruas e os alertas da UE e dos Estados Unidos de que a medida afeta a intenção da Geórgia de ingressar no bloco europeu.
Seus críticos, que se manifestaram aos milhares desde o início de abril, descrevem o texto como "lei russa" devido à semelhança com a legislação sobre "agentes estrangeiros" aplicada para reprimir vozes dissidentes na Rússia desde 2012.
Após o anúncio da votação desta terça-feira, manifestantes reuniram-se em frente ao Parlamento em Tbilisi, muitos carregando bandeiras da Geórgia e da Europa.
A oposição georgiana e a União Europeia consideram a legislação incompatível com as ambições da ex-República Soviética do Cáucaso de aderir à União Europeia e que, ao contrário, a aproxima de Moscou.
A lei, aprovada pelo Parlamento em 14 de maio, antes do veto, prevê que todas as ONGs e meios de comunicação com mais de 20% de seu financiamento de origem estrangeira devem ser registradas como "organização que atende interesses de uma potência estrangeira" e sejam submetidas ao controle administrativo.
Em Bruxelas, a União Europeia expressou em um comunicado que lamentava "profundamente" que o Parlamento tenha decidido anular o veto da presidente.
A UE concedeu à Geórgia a condição de país candidato à adesão ao bloco, mas em nota assinada pelo chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, afirma que a lei adotada é "contrária aos princípios e valores centrais" da UE.
"Pedimos às autoridades georgianas que invistam nesta tendência e retornem com firmeza ao caminho da UE", afirmou a declaração.
A nota acrescentou que "ainda há tempo para mudar a dinâmica, mas é preciso um forte compromisso por parte das autoridades".
De acordo com Borrell, "a UE e seus Estados-membros estão considerando todas as opções para reagir a estes acontecimentos".
F.Wagner--VB