-
Israel anuncia mais ataques contra o Irã, país que considera prestes a ser 'dizimado'
-
Presidente da Venezuela anuncia mudança no comando militar
-
Comissão aprova moeda comemorativa com imagem de Trump
-
Seis países se declaram 'dispostos a contribuir' para segurança no Estreito de Ormuz
-
Flamengo vai enfrentar Estudiantes na Libertadores; Palmeiras cai em grupo acessível
-
Organizações humanitárias condenam ameaças de guerrilheiros a delegações na Colômbia
-
LeBron James iguala recorde de jogos disputados na NBA
-
Swiatek é eliminada em sua estreia no WTA 1000 de Miami
-
Neymar vai enfrentar San Lorenzo em sua volta à Copa Sul-Americana
-
México convoca Fidalgo e veterano Ochoa para amistosos contra Portugal e Bélgica
-
Luis Díaz é destaque da lista de convocados da Colômbia para amistosos contra Croácia e França
-
'É necessário dinheiro para matar os caras maus', diz Hegseth sobre custo da guerra
-
Espanha e Inglaterra se impõem nas oitavas da Liga Europa e da Conference League
-
Morre, aos 84 anos, Umberto Bossi, fundador do partido Liga Norte
-
Seleção iraniana de futebol feminino é homenageada em Teerã
-
Irã está prestes a ser 'dizimado', garante premiê israelense
-
Fifa aprova regra para aumentar número de treinadoras no futebol feminino
-
Cunningham sofre pneumotórax e vai desfalcar Pistons na NBA
-
Em pré-campanha, Flávio Bolsonaro elogia modelo de segurança de Bukele
-
Celta elimina Lyon de Endrick nas oitavas da Liga Europa
-
Netanyahu nega que Israel tenha 'arrastado' EUA para a guerra
-
Irã alerta que não haverá 'moderação' em meio a ataques contra infraestruturas energéticas
-
Novo técnico da seleção marroquina apoia decisão da Confederação Africana
-
MLS revela detalhes de sua temporada 'sprint' de 2027
-
Fifa se diz confiante em realizar Copa do Mundo com "todas as seleções" previstas
-
FMI se diz preocupado com inflação global e produção por guerra no Irã
-
Venezuelano detido por 10 meses por serviços de imigração é libertado nos EUA
-
Pretendido pelo Atlético, Cristian Romero prefere focar "na situação" do Tottenham
-
Rússia recomenda enviar psicólogos a mulheres que não querem ser mães
-
Enzo Fernández está 'feliz' no Chelsea, garante seu treinador
-
Petróleo dispara por medo de crise energética global após Irã atacar instalações-chave
-
Neymar tem novo técnico no Santos: Cuca
-
Mbappé é destaque na lista de convocados da França para amistosos contra Brasil e Colômbia
-
Jovens Karl e Urbig são convocados pela 1ª vez pela Alemanha
-
Courtois sofre lesão na coxa e vai desfalcar Real Madrid contra o Bayern na Champions
-
Com cortes na internet, Moscou retrocede 'vinte anos'
-
Uso intensivo de redes sociais prejudica o bem-estar dos jovens
-
Guerra no Irã consolida o poder da Guarda Revolucionária
-
Coreia do Norte se classifica para Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil
-
Osimhen sofreu fratura no braço e Lang passará por cirurgia no polegar, informa Galatasaray
-
As instalações de petróleo e gás afetadas pela guerra no Oriente Médio
-
Guerra no Oriente Médio atinge instalações de produção de gás e petróleo
-
Irã vai boicotar os Estados Unidos, não a Copa do Mundo, afirma presidente da federação
-
Novo Parlamento da Tailândia confirma Anutin Charnvirakul como primeiro-ministro
-
Trump ameaça destruir campos de gás do Irã após ataques contra o Catar
-
EUA ameaça destruir campo de gás do Irã em caso de novo ataque no Catar
-
Messi marca gol 900 mas Inter Miami é eliminado da Concachampions
-
Polícia da Bolívia prende filho de ex-presidente
-
Criadores do Labubu esperam grande sucesso com filme coproduzido pela Sony
-
Venezuela vive festa após conquista do Mundial de Beisebol
Líder de Hong Kong alerta contra 'resistência' no aniversário de devolução à China
O líder do Executivo de Hong Kong, John Lee, advertiu, neste sábado (1º), que a cidade deve permanecer em guarda contra "as forças destrutivas que exercem resistência branda", durante a celebração do 26º aniversário da devolução do território à China.
O Reino Unido devolveu o controle desta colônia à China em 1º de julho de 1997 com a condição de que Pequim garantisse o respeito pelas liberdades e autonomia deste centro financeiro.
Mas, depois dos maciços e muitas vezes violentos protestos pró-democracia de 2019, a China impôs uma draconiana lei de segurança nacional que praticamente esmagou quase toda a dissidência.
Neste sábado, o chefe do Executivo, que em 2019 supervisionou a resposta aos protestos como autoridade de segurança da cidade, disse que Hong Kong é, agora, "bastante estável". Mas "também há forças destrutivas que exercem uma resistência branda oculta dentro de Hong Kong", disse ele durante a celebração do aniversário.
"Portanto, temos que permanecer vigilantes e tomar a iniciativa de proteger a segurança nacional", acrescentou.
Desde a implementação da lei de segurança nacional, várias figuras da oposição foram presas, destituídas de cargos públicos, ou fugiram para o exílio.
Tanto as autoridades de Pequim como de Hong Kong asseguram que a lei de segurança e as alterações legislativas aplicadas na cidade são necessárias para restabelecer a ordem e defendem que as liberdades civis permanecem intactas.
- Volta à normalidade -
A calma nas ruas de Hong Kong no sábado mostrou a mudança que essa cidade semiautônoma atravessa.
No passado, centenas de milhares de pessoas aproveitavam o aniversário para marchar e expressar sua insatisfação política e social. Este ano, porém, a polícia diz não ter recebido qualquer pedido para se organizar uma manifestação. E a imprensa local afirma que mais de 6.000 agentes foram mobilizados para garantir a ordem.
Cinco ativistas disseram à AFP que, antes do aniversário, foram "lembrados" pelas autoridades de que não poderiam fazer qualquer protesto em 1º de julho. Essas conversas ocorreram em delegacias e foram breves, disseram dois dos ativistas, que pediram para não serem identificados, temendo represálias.
No seu discurso, John Lee declarou ainda que o centro financeiro, cuja economia se viu afetada pelas estritas restrições impostas durante a pandemia de covid-19, está na “via rápida de volta à normalidade”.
Lee foi empossado como líder da cidade em 1º de julho de 2022. Chegou ao cargo sem enfrentar oposição e com o apoio de Pequim. Agora, ele diz esperar que o PIB cresça "entre 3,5% e 5,5%" em 2023.
Durante quase três anos, esta região administrativa especial chinesa teve de cumprir a política de "covid zero" do governo central, o que significou separações de famílias, paralisia do turismo e um duro golpe para as empresas.
A cidade registrou um dos piores índices de mortalidade por covid-19 do mundo, sobretudo, porque muitos de seus habitantes não foram vacinados - em especial os idosos.
Y.Bouchard--BTB