-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
Ex-policial é julgado nos EUA por omissão em ataque a escola
Um ex-policial acusado de não intervir no ataque a uma escola em 2018 em Parkland, na Flórida, começou a ser julgado nesta quarta-feira (7) por um tribunal de Fort Lauderdale, sudeste do estado.
A Procuradoria imputou a Scot Peterson sete acusações de negligência infantil pela morte de quatro estudantes e lesões em outros três na escola Marjory Stoneman Douglas.
Em 14 de fevereiro de 2018, Nicolas Cruz entrou em um dos prédios de sua antiga escola com um fuzil semiautomático AR-15 e muita munição.
Durante pouco mais de seis minutos, ele percorreu os três andares do prédio e abriu fogo, matando 17 pessoas - 14 estudantes e três funcionários - e ferindo outras 17, em um dos piores ataques a escolas nos Estados Unidos.
Em outubro de 2022, Cruz foi condenado à prisão perpétua.
Peterson era agente no gabinete do xerife do condado de Broward, encarregado de vigiar a escola desde 2009. Ele chegou ao local do crime com a arma em mãos depois que o alarme tocou, cerca de dois minutos após o início dos disparos.
Porém, em vez de entrar quando ouviu os tiros, escondeu-se nos arredores porque, segundo ele, não sabia em qual bloco estava o atirador.
Naquele momento, Cruz já havia matado 13 pessoas e ferido 14 no térreo e seguia para os andares superiores. Por isso, a Procuradoria acusa Peterson apenas em relação aos mortos e feridos no terceiro andar.
Em sua declaração inicial, o procurador Steven Klinger garantiu que Peterson pôde ouvir os disparos e ver as crianças fugindo a partir do local onde estava escondido. Ele afirmou ainda que o agente ficou a salvo durante 45 minutos, muito tempo depois do final do ataque.
O advogado do acusado, Mark Eiglarsh, afirmou que Peterson cumpriu com seu dever ao se dirigir ao local dos disparos, ao avisar seus colegas do gabinete e tentar descobrir a procedência dos tiros.
"Meu cliente não é um criminoso", disse. "Fez o possível, com a informação que tinha, para proteger vidas".
Peterson, de 60 anos, se aposentou pouco depois do ataque, antes de ser destituído de forma retroativa. Ele pode ser condenado a até 97 anos de prisão.
I.Meyer--BTB