-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
Em Porto Alegre, socorristas vão de andar em andar em busca de moradores ilhados
Primeiro foram os habitantes que escaparam da água subindo nos telhados. Agora, aqueles que ainda estão presos nos andares das casas. Os socorristas ainda têm um árduo trabalho de resgate em Porto Alegre, atingida por inundações sem precedentes.
No bairro de Sarandi da capital do Rio Grande do Sul, os bombeiros conseguiram evacuar os habitantes que se refugiaram no topo de suas casas quando as chuvas torrenciais inundaram grande parte das ruas e avenidas.
"Agora estamos retirando as pessoas que estão no segundo e terceiro andar", explica à AFP Daniel Batista da Rocha, primeiro sargento do corpo de bombeiros do Rio Grande do Sul.
Mas o trabalho de resgate neste bairro ao norte de Porto Alegre é delicado.
"Há muita água. Mesmo na área [geográfica] mais baixa, há profundidade. As embarcações estão navegando na altura da rede elétrica. Para navegar, precisamos cortar a rede", explica Rocha, que veste um traje de neoprene, colete salva-vidas e capacete amarelo.
As inundações deixaram até agora 78 mortos no estado do Rio Grande do Sul, mais de cem desaparecidos e 115 mil pessoas tiveram que deixar suas casas.
- 'Cada um ajuda' -
O tempo é crucial para resgatar aqueles que ainda estão presos no pior desastre climático enfrentado nesta região rica do Brasil, com uma economia predominantemente focada na agropecuária.
As imagens aéreas mostram como a água tomou conta nos últimos dias de Porto Alegre, uma cidade com muitos prédios altos e amplas avenidas, onde vivem 1,4 milhão de habitantes.
Segundo a prefeitura, o nível do rio Guaíba, que divide a cidade, atingiu no domingo 5,30 metros, acima do recorde de 4,76 metros registrado durante as inundações históricas de 1941.
Junto com os socorristas, a população também se mobiliza.
"Estamos fazendo o máximo para ajudar os outros. Cada um ajuda à sua maneira, como pode", explica Luis Eduardo da Silva, um voluntário de 32 anos.
O objetivo é reunir provisões essenciais, coletes salva-vidas, água e combustível para os desabrigados, explica este morador de Porto Alegre.
A organização e as entregas são feitas "durante o dia: é mais fácil localizar" os mais necessitados. "Já à noite complica", acrescenta.
Também há pontos de distribuição improvisados, como os postos de gasolina, onde se acumulam garrafas de água e alimentos.
O governo do Rio Grande do Sul fez um apelo por doações e destacou entre os bens mais necessários colchões, lençóis e produtos de higiene pessoal.
Outros moradores colocaram suas embarcações à disposição e até mesmo jet skis para apoiar nos trabalhos de resgate.
K.Hofmann--VB