-
Presídios suecos se preparam para receber adolescentes de 13 anos
-
Israel afirma que matou chefe do Conselho de Segurança do Irã
-
Petro denuncia possível bombardeio do Equador em território colombiano
-
Israel bombardeia Teerã e Beirute; Bagdá é alvo de ataques
-
Mísseis lançados contra casa deixam quatro mortos em Bagdá
-
Adolescentes processam xAI nos EUA por imagens sexualizadas geradas por chatbot
-
Jogadoras iranianas treinam com clube australiano e enviam mensagem: "Tudo vai ficar bem"
-
Brentford cede empate contra lanterna Wolves no encerramento da 30ª rodada da Premier
-
EUA convoca aliados a defender trânsito de petróleo por Ormuz
-
Bayer Leverkusen, espelho e obstáculo para o Arsenal na Champions
-
Presidente de Israel diz que Europa deveria apoiar esforços para 'erradicar' o Hezbollah
-
Corvos necrófagos memorizam vastas áreas dos territórios de caça dos lobos, diz estudo
-
Em grande fase, João Pedro tem missão de liderar virada do Chelsea contra PSG na Champions
-
Trump critica falta de 'entusiasmo' de aliados para reabrir Estreito de Ormuz
-
Cuba abre economia a emigrados e permite investimentos de residentes nos EUA
-
João Fonseca poderá enfrentar Alcaraz na 2ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Afeganistão acusa Paquistão de matar civis em ataque a Cabul
-
'O melhor jogador do mundo', diz Arbeloa sobre Mbappé
-
Aliados da Otan rejeitam proposta de Trump de intervir no Estreito de Ormuz
-
Endrick é convocado para amistosos do Brasil contra França e Croácia; Neymar fica fora
-
'O jogo de volta é sempre diferente', alerta Luis Enrique antes de duelo com Chelsea
-
Presidente alemão pede fim da guerra no Oriente Médio para evitar consequências 'desastrosas'
-
Petróleo é negociado em baixa e bolsas se recuperam
-
Antonelli vê vitória no GP da China como 'ponto de partida' para ter sucesso na F1
-
Trump anuncia que sua chefe de gabinete, Susie Wiles, tem câncer de mama
-
HRW denuncia 'desaparecimento forçado' em El Salvador de imigrantes deportados pelos EUA
-
Risco de estagflação nos EUA é 'bastante alto', diz à AFP Stiglitz, Nobel de Economia
-
Arteta aposta no jovem Dowman: 'Está pronto para jogar regularmente'
-
Rotas alternativas ao Estreito de Ormuz são insuficientes para atender à demanda
-
Prefeitos dos EUA se opõem a centros de dados, enquanto cresce reação contra IA
-
Chelsea é multado em 10 milhões de libras por irregularidades financeiras
-
Rei da Espanha admite que houve 'muito abuso' na conquista da América
-
Cubanos emigrados vão poder investir na ilha, diz ministro à NBC
-
Sean Penn, vencedor do Oscar, está em Kiev
-
'Não tenho um plano específico, é só tentar', diz Guardiola antes de duelo com Real Madrid
-
Começa na França julgamento de apelação de Sarkozy por suposto financiamento líbio
-
Espanha substitui Finalíssima por amistoso contra Sérvia
-
Irã afirma que levará a guerra 'tão longe quanto for necessário'
-
Irã afirma que levará a guerra 'tão longe quando for necessário'
-
Vídeos falsos sobre guerra no Oriente Médio se multiplicam no X apesar dos alertas
-
Bombardeios russos deixam três mortos na Ucrânia; explosões em Kiev
-
Rosalía inicia na França a turnê internacional de 'Lux'
-
Barril de petróleo passa dos 100 dólares, bolsas operam com cautela
-
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
-
Iranianos que fugiram do 'inferno' acompanham a guerra no exílio
-
Cinco momentos importantes da 98ª edição do Oscar
-
'Uma Batalha Após a Outra' é o grande vencedor do Oscar
-
'Valor Sentimental', da Noruega, ganha Oscar de Melhor Filme Internacional
-
'Uma Batalha Após a Outra' leva o Oscar de Melhor Filme
-
Oscar: últimas novidades
A pressão de levar a lenda Bob Marley às telas de cinema
Quando o diretor Reinaldo Marcus Green decidiu fazer um filme sobre o pai do reggae, Bob Marley, o peso da responsabilidade falou mais alto, sobretudo pela estreia na Jamaica.
"A responsabilidade era tão grande que pensei que seria loucura me envolver nisso", conta Green em entrevista à AFP.
"Os jamaicanos são duros, tipo 'Não mexa com Bob!', mas, felizmente, eles nos deram autorização. Foi um grande suspiro de alívio", revelou.
"Bob Marley: One Love", que estreou no Brasil nesta segunda-feira (12), era um projeto apenas para corajosos. Oliver Stone fracassou na tentativa de filmar a primeira biografia dessa lenda do reggae, que morreu de câncer aos 36 anos, no auge da fama.
No caso de Green, o diretor americano teve a seu favor suas grandes produções: "King Richard: Criando Campeãs" (2021), em que Will Smith interpreta o pai das tenistas Venus e Serena Williams, e "Joe Bell: Você Nunca Andará Sozinho" (2020), uma história de bullying escolar com Mark Wahlberg.
- Nada pela metade -
O cineasta contou com a colaboração da família Marley. O filme foi coproduzido pela viúva de Bob, Rita, e seus filhos Ziggy e Cedella, bem como por Brad Pitt.
Foi o próprio Ziggy quem aprovou a escolha do ator britânico Kingsley Ben-Adir para interpretar seu pai.
A produção retrata um período particularmente criativo, entre 1976 e 1978, quando Marley lançou o álbum "Exodus", que o tornou uma estrela mundial, mas também quando sofreu uma tentativa de homicídio e descobriu o câncer que em pouco tempo lhe tiraria a vida.
"Não é o meu rosto que vejo nesses cartazes. É a boa vontade e o amor com que Bob é recebido em todo o mundo. Bob tem esse poder", disse Ben-Adir, que já interpretou outras figura históricas, como Malcolm X ("Uma Noite em Miami") e Barack Obama ("The Comey Rule").
O ator, 37 anos, aprendeu a cantar para o papel, e sua voz é mesclada com gravações de Bob ao longo do filme. O desafio era manter a intensidade. "Você nunca vê Bob fazendo algo pela metade, está sempre dando tudo de si", afirmou.
- 'O General' -
A produção se esforça para mostrar todos os lados de Marley, que tinha entre amigos e familiares a reputação de durão (apelidado de "O General"), competitivo e "desumanamente determinado", mas também de ser doce e inocente como um garotinho, disse Ben-Adir.
"Todos têm essa ideia de Bob como um cara feliz e gentil, mas não, ele não era perfeito. Mas a missão dele foi perfeita, e sua música... não há nada igual", acrescentou.
A família não relutou em mostrar momentos difíceis, incluindo uma discussão acalorada em que Rita lembra a Marley o quanto ela fez para construir sua carreira. "Essa cena exigiu muito trabalho particular com a família. Tenho muito respeito por eles pela coragem em compartilhar isso", disse o protagonista.
Green considerou crucial mostrar como Rita introduziu o pai do reggae em sua religião rastafári e o guiou em sua carreira e música.
"Rita deu a ele um senso de propósito. Ele era de Trenchtown – um lugar onde é fácil ser vítima das ruas", disse o diretor. "Através da música e do rastafarianismo, ele conseguiu nos dar a sua música, e Rita foi a responsável por essa introdução a essa fé profunda", declarou.
A.Ruegg--VB