-
Especialista da ONU teme destruição de provas com retirada de escombros em Gaza
-
'Woman Unknown' destaca em Veneza a 'invisibilidade' das mulheres
-
Indonésia fecha aeroportos após erupção vulcânica e milhares de passageiros ficam retidos
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
França registra menor produção de vinho desde 1957 por seca e ondas de calor
-
Alemanha pede arquivamento de caso de genocidio apresentado pela Nicarágua na CIJ
-
Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Nepal tem dia de luto 13 dias após avalanche devastadora
-
Ataques israelenses matam 11 pessoas no sul do Líbano
-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e deixa cinco mortos em Miami
-
Com hat-trick de Sinayoko, Paris FC derruba Olympique de Marselha no Vélodrome
-
Raúl Castro aparece na TV cubana
-
Juventus arranca empate com Milan nos acréscimos
-
Alcaraz bate Tommy Paul vai às quartas do US Open
-
Irã ameaça intensificar resposta a ataques dos EUA
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e pega fogo em Miami
-
Avião de carga sai da pista e atinge veículos em Miami
-
Extrema direita amplia vantagem em eleição regional na Alemanha
-
Zelensky prevê inverno com guerra após reunião com enviados dos EUA
-
Augsburg goleia Eintracht Frankfurt e assume liderança do Campeonato Alemão
-
Gael García Bernal leva a Veneza uma crítica à manipulação dos poderosos
-
Netanyahu ordenou evacuação de assentamentos considerados ilegais na Cisjordânia, diz ministro
-
Arsenal vence Chelsea em clássico londrino; United cede empate no fim
-
Extrema direita obtém vitória histórica em eleição regional na Alemanha
-
Ricky Martin no Festival de Veneza: "É uma página muito importante da minha história"
-
Sabalenka elimina Townsend e avança às quartas do US Open
-
Susan Sarandon diz que segue perdendo papéis por suas críticas a Israel
-
Barcelona goleia Valencia e se isola na liderança do Espanhol
-
Futebol volta aos territórios palestinos, apesar do luto
-
Infantino confirma candidatura à reeleição como presidente da Fifa, apesar da crise
-
Kimi Antonelli vence GP da Itália de F1 após grande corrida de recuperação
-
Mais de 140 mortos em combates entre rebeldes huthis e o exército do Iêmen
-
Países muçulmanos condenam planos de ministros israelenses para expulsar palestinos de Gaza
Negociações no Egito para chegar a nova trégua após seis meses de guerra
Delegações dos Estados Unidos, Israel e Hamas se reunirão no Egito neste fim de semana para tentar chegar a um acordo sobre um cessar-fogo na Faixa de Gaza, devastada por uma guerra que completa seis meses no domingo (7).
Neste sábado (7), o movimento islamista palestino indicou que "não renunciará" às suas demandas, que incluem um cessar-fogo completo, a retirada das tropas de Israel, o retorno das pessoas deslocadas às suas casas, o aumento da ajuda humanitária e a troca de reféns por prisioneiros palestinos.
O presidente dos EUA, Joe Biden, fez um apelo ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para que faça "todo o possível para garantir a libertação dos reféns".
Ele também pediu ao Catar e ao Egito, que atuam na mediação do conflito junto aos Estados Unidos, que façam com que o grupo islamista Hamas se comprometa a aceitar um acordo com Israel, disse uma autoridade dos EUA à AFP.
Segundo a imprensa americana, o diretor da CIA, Bill Burns, e o chefe do Mossad israelense, David Barnea, autoridades do Catar e do Egito se reunirão no Cairo. Neste sábado, o Hamas confirmou que também enviará uma delegação.
O conflito eclodiu após o ataque sem precedentes de comandos do movimento islamista palestino Hamas no sul de Israel, em 7 de outubro, no qual mataram 1.170 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.
Também sequestraram mais de 250 pessoas, das quais 130 ainda estão detidas em Gaza, incluindo 34 que morreram, segundo as autoridades israelenses.
A ofensiva aérea e terrestre lançada por Israel em retaliação já deixou pelo menos 33.137 mortos, principalmente civis, segundo o Ministério da Saúde do Hamas em Gaza, e deixou os 2,4 milhões de habitantes do território à beira da fome, segundo a ONU.
- "Mãos cobertas com sangue" -
O governo israelense afirma estar determinado a continuar a guerra até "eliminar o Hamas", considerado uma organização terrorista pelos Estados Unidos, União Europeia e por Israel.
Neste sábado (6), o Exército israelense anunciou que recuperou, durante a noite em Khan Yunis, no sul de Gaza, o corpo do refém Elad Katzir, que tinha 47 anos quando foi sequestrado no kibutz de Nir Oz.
Segundo a mesma fonte, ele foi morto em cativeiro pela organização terrorista Jihad Islâmica, que participou do ataque de 7 de outubro.
Sua mãe, Hanna Katzir, também foi sequestrada, mas foi libertada em 24 de novembro durante uma trégua de uma semana. Seu pai, Avraham, morreu durante o ataque ao kibutz.
Após o anúncio, a irmã de Elad criticou os líderes israelenses. Segundo ela, libertá-lo vivo "teria sido possível se um acordo sobre os reféns tivesse sido alcançado a tempo", declarou Carmit Palty Katzir em sua conta no Facebook.
"Primeiro-ministro, gabinete de guerra, membros da coalizão [governamental]. Olhem-se no espelho e digam que suas mãos não estão cobertas com este sangue", acrescentou.
- "Insuficientes" -
Israel está sob forte pressão internacional para que autorize a entrada de mais ajuda em Gaza, sobretudo após a morte de sete trabalhadores humanitários da ONG World Center Kitchen (seis estrangeiros e um palestino) em um ataque de drones israelenses na segunda-feira.
O Exército de Israel admitiu ter cometido "erros graves" neste ataque, alegando que seus soldados acreditaram erroneamente que estavam atacando "agentes do Hamas".
A ajuda, procedente sobretudo do Egito, é rigidamente controlada por Israel e entra aos poucos através da passagem fronteiriça de Kerem Shalom, entre o território israelense e o sul de Gaza.
Na sexta-feira, Israel anunciou planos para abrir "temporariamente" outras passagens de fronteiras para entregar mais ajuda, bem como um "aumento" da mesma através de Kerem Shalom.
Os Estados Unidos disseram esperar "resultados" rápidos no terreno, enquanto o secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou as medidas como "insuficientes".
Neste sábado, o subsecretário-geral das Nações Unidas para Assuntos Humanitários, Martin Griffiths, classificou a guerra em Gaza como uma "traição à humanidade".
S.Spengler--VB