-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Onda de calor sufoca Europa e coloca redes elétricas à prova
A onda de calor na Europa, com temperaturas recordes que avançam para o leste, afeta quase 100 milhões de pessoas e coloca as redes elétricas à prova, com sobrecargas e dezenas de milhares de habitantes sem energia.
Pelo menos 94 milhões de pessoas enfrentarão temperaturas acima de 35°C em algum momento desta quarta-feira (24), segundo cálculos da AFP, a maioria delas na França e na Espanha.
Várias regiões do Reino Unido foram colocadas em alerta vermelho para calor extremo até a noite de quinta-feira. Esta é a segunda vez que esse alerta é ativado desde 2021, ano em que foi criado.
Mais de 350 milhões de europeus — quase dois terços da população, excluindo a Turquia — enfrentarão temperaturas acima de 30°C, segundo previsões meteorológicas e projeções demográficas.
Em resposta, Amsterdã oferece piscinas gratuitas, Bruxelas e Paris reduzem o horário de funcionamento para turistas, e a Europa Central se prepara para o avanço do calor.
- Temperaturas recorde -
Com temperaturas recordes resultantes de uma enorme massa de ar quente vinda da África, posicionada sobre a Europa Ocidental e comprimida pela alta pressão atmosférica, a França vive seu quarto dia consecutivo sob alerta vermelho devido à onda de calor, com 58 departamentos afetados.
Segundo a agência pública Météo-France, terça-feira foi "o dia mais quente já registrado na França" desde 1947. Mais de 90% da população francesa está exposta a temperaturas extremas, com máximas entre 39ºC e 41°C ainda previstas para esta quarta-feira em grande parte do país.
O fenômeno forçou a redução dos níveis de operação em algumas usinas nucleares. No oeste da França, geradores tiveram que ser conectados com urgência para fornecer energia a lares de idosos afetados por uma falha em um transformador "relacionada ao calor intenso".
Cerca de 68.000 residências estão sem energia elétrica até pelo menos "o final do dia", de acordo com a Prefeitura.
- Saúde "em risco" -
"A onda de calor que atinge a Europa força o fechamento de escolas e coloca em risco a saúde pública", alertou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede X.
"Os dados são claros: as temperaturas em toda a Europa estão subindo a um ritmo aproximadamente duas vezes maior que a média global, aumentando a probabilidade e a gravidade de futuros eventos de calor extremo", afirmou.
As autoridades públicas enfrentam críticas principalmente no que diz respeito ao isolamento térmico de escolas e hospitais.
A líder da extrema direita francesa Marine Le Pen prometeu "um plano massivo de ar-condicionado" caso vença as eleições presidenciais de 2027.
H.Weber--VB