-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI sobe 1,08% na abertura; EDP Renováveis lidera ganhos
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Últimos bombardeios israelenses deixam ao menos 47 mortos no Líbano (governo)
Bombardeios e ataques aéreos israelenses deixaram pelo menos 47 mortos e 97 feridos no Líbano nesta sexta-feira (19), segundo o balanço mais recente do Ministério da Saúde libanês, enquanto Israel lamentou a perda de quatro soldados antes do anúncio de uma trégua entre as duas partes.
Foram os bombardeios mais maciços e com o balanço mais letal desde que foi anunciado, na segunda-feira, um memorando de entendimento entre o Irã e os Estados Unidos, que prevê a cessação das hostilidades também no Líbano, onde Israel e o movimento xiita Hezbollah, aliado de Teerã, se enfrentam.
Um balanço oficial anterior registrou 21 mortos e 39 feridos na madrugada de quinta (18) para sexta-feira no sul e no leste do Líbano.
O Ministério da Saúde informou que seu novo balanço corresponde a "intensos ataques israelenses realizados desde a meia-noite até esta tarde".
Justamente no começo da tarde desta sexta, um funcionário americano e um diplomata do Golfo disseram à AFP, sob a condição do anonimato, que Israel e Hezbollah tinham alcançado um cessar-fogo.
O presidente libanês, Joseph Aoun, tinha denunciado antes do acordo "uma escalada perigosa e condenável" de Israel, que mina todos os esforços em curso para pôr fim à guerra.
Os ataques atingiram pelo menos dez localidades nas proximidades da cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, entre elas a de Harouf, onde oito pessoas morreram, segundo a Agência Nacional de Informação libanesa (NNA).
A região de Baalbek, no leste do país, outro reduto do Hezbollah relativamente preservado desde o início do conflito, em 2 de março, também foi atacada.
Centenas de veículos, abarrotados com colchões e objetos pessoais, tomaram as rodovias, deixando a região de Tiro em direção ao norte, constatou um correspondente da AFP.
O exército israelense afirmou, por sua vez, que atacou "mais de 80 alvos" do Hezbollah em represália pela morte de seus quatro soldados. O tanque de combate em que estavam foi atingido pouco após a meia-noite na região de Kfar Tebnit, perto de Nabatieh.
Israel fará o Hezbollah "pagar um preço muito alto", advertiu o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu. Ele reafirmou que o exército israelense permanecerá no Líbano "pelo tempo que for necessário".
"Todo o Líbano deve queimar", reagiu, por sua vez, seu ministro de Segurança Nacional e aliado político crucial, Itamar Ben Gvir, da extrema direita.
J.Sauter--VB