-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
-
Artigo de opinião questiona prestação de contas do PS no concelho da Moita
-
Artigo de opinião alerta para dificuldades financeiras dos bombeiros voluntários
-
Obra sobre os Círios da Arrábida reúne música, memória e património religioso
-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI sobe 1,08% na abertura; EDP Renováveis lidera ganhos
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Confrontos entre Israel e Hezbollah no Líbano continuam, apesar de aparente acordo
Israel e Hezbollah continuaram os confrontos no sul do Líbano nesta terça-feira (2), apesar de um aparente acordo de moderação das hostilidades mediado por Washington e dos novos diálogos entre os dois países.
o presidente americano, Donald Trump, anunciou na segunda-feira um acordo para interromper os combates, mas nenhuma das partes o aceitou publicamente.
O ministro da Defesa de Israel afirmou que os arredores do sul da capital libanesa continuam sendo possíveis alvos.
De acordo com um comunicado da embaixada libanesa em Washington, o acordo implica, em primeiro lugar, em pôr fim aos ataques israelenses contra Beirute e, posteriormente, aos ataques do Hezbollah contra o território de Israel.
Contudo, um alto responsável deste grupo pró-Irã, Mahmoud Qomati, afirmou em um comunicado à AFP que o grupo "não aceitará um cessar-fogo parcial" com Israel.
"O inimigo sionista deve saber que qualquer agressão contra os subúrbios [de Beirute] pode provocar uma resposta mais profunda e mais contundente", indicou.
A agência oficial libanesa NNA informou sobre bombardeios israelenses em cerca de 30 localidades do sul nesta terça-feira.
O Hezbollah afirmou, por sua vez, que atacou tropas israelenses no sul do Líbano, mas não reivindicou disparos contra o território de Israel. O Exército israelense disse ter interceptado dois projéteis procedentes do Líbano, sem relatar feridos.
Perto de Sidon, no sul, equipes de resgate recuperaram os corpos de seis membros de uma mesma família, incluindo duas crianças e uma mulher, após um ataque israelense.
Mais ao sul, na histórica cidade de Tiro, o hospital Jabal Amel foi gravemente danificado por um ataque israelense na segunda-feira, que deixou 39 funcionários feridos.
- Mais de 3 mil mortos desde março -
O Ministério da Saúde libanês anunciou nesta terça-feira que os ataques israelenses haviam deixado ao menos 3.468 mortos desde 2 de março.
Pelo menos 26 soldados israelenses e um contratado civil morreram no mesmo período.
Na noite de segunda-feira, Trump havia afirmado em sua rede Truth Social que esperava que Israel e Hezbollah moderassem suas hostilidades e garantiu que as duas partes se comprometeram com um cessar-fogo efetivo.
O Hezbollah "concordou em deixar de disparar contra Israel e seus soldados. Da mesma forma, Israel concordou em deixar de disparar contra eles. Vejamos quanto isso dura; tomara que seja pela ETERNIDADE!", escreveu o magnata.
No entanto, nesta terça-feira, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que os Estados Unidos haviam "validado o princípio" segundo o qual seu país poderia atacar o subúrbio sul se o Hezbollah continuasse seus ataques contra o território israelense.
As agressões não cessaram apesar da entrada em vigor de uma suposta trégua em 17 de abril.
No sul de Beirute, muitas lojas continuavam fechadas nesta terça-feira, enquanto um drone sobrevoava a região a baixa altitude, segundo um jornalista da AFP.
Mas Leila Shahab, uma moradora de 35 anos, decidiu voltar. "A situação se acalmou um pouco", afirmou à AFP.
Trump revelou que esse acordo entre as duas partes em conflito foi resultado de uma ligação "muito produtiva" com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Nesta terça-feira, um alto responsável militar iraniano considerou que a retomada da guerra contra Washington é "inevitável", segundo declarações transmitidas pela televisão estatal Irib.
Os embaixadores de Israel e do Líbano foram recebidos nesta terça-feira no Departamento de Estado, em Washington, para uma nova sessão de conversas diretas.
N.Schaad--VB