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تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
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SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
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SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
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亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
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Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
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Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
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Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
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Ex-prefeito é preso por assassinato do ambientalista hondurenho Juan López
A polícia de Honduras prendeu, nesta terça-feira (12), um ex-prefeito acusado de ser o mandante do assassinato, em 2024, do ambientalista Juan López, informou a instituição.
López, morto a tiros em 14 de setembro daquele ano ao sair de uma igreja na localidade de Tocoa, se opunha à exploração de uma mina de óxido de ferro em uma reserva natural no nordeste do país.
Adán Fúnez, prefeito de Tocoa na época do crime, e outro homem foram presos, apontados como os "autores intelectuais" do crime, condenado pela ONU e pelo papa Francisco.
Dias antes do ataque, López, que tinha 46 anos, havia pedido publicamente que Fúnez renunciasse após a divulgação de um vídeo de 2013 no qual o funcionário aparecia negociando supostos subornos com narcotraficantes.
Fúnez, de 76 anos, "teria financiado a execução" do homicídio, enquanto Héctor Méndez supostamente atuou como "intermediário entre o prefeito e os pistoleiros", informou a polícia em um comunicado.
As autoridades procuram um terceiro homem suspeito de coordenar a "logística" do ataque, enquanto outros três respondem a processo como autores materiais.
Fúnez pertence ao partido esquerdista Libre, que governava Honduras quando o também vereador e líder comunitário foi assassinado. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos havia concedido medidas cautelares a López em 2023.
No vídeo que mostra o ex-prefeito reunido com os supostos narcotraficantes, apareciam outros dirigentes do Libre, entre eles o deputado Carlos Zelaya, irmão do ex-presidente Manuel Zelaya (2006-2009).
Xiomara Castro, esposa do ex-presidente, governava na época do crime e expressou seu "repúdio" então.
Fúnez, por sua vez, negou qualquer envolvimento no crime, enquanto o legislador renunciou ao seu mandato.
Em uma entrevista à AFP em 2021, López falou sobre os riscos enfrentados pelos ambientalistas em Honduras.
"Quando uma pessoa se dedica a defender os bens comuns neste país (...), entra em choque com os grandes interesses", disse.
Seu caso se somou ao da reconhecida ambientalista hondurenha Berta Cáceres, assassinada em 2016 em um dos países mais letais para ativistas ambientais, segundo a ONG Global Witness.
M.Schneider--VB